Universidade estadual de campinas


ATIVIDADE MICROBIOLÓGICA DO SOLO SOB A INFLUÊNCIA DE ADIÇÃO DO PESTICIDA DIURON [3-(3,4-DICLOROFENIL)-1,1-DIMETILUREIA]



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ATIVIDADE MICROBIOLÓGICA DO SOLO SOB A INFLUÊNCIA DE ADIÇÃO DO PESTICIDA DIURON [3-(3,4-DICLOROFENIL)-1,1-DIMETILUREIA]


Karina Fukuda (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Claudio Airoldi (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Acompanhou-se a adsorção do pesticida diuron comercial [3-(3,4-diclorofenil)-1,1-dimetilureia] em amostras de um Latossolo vermelho distroférrico, subseqüente ao tratamento direto e sob agitação, durante um período pré-estabelecido de 24 h. O pesticida foi analisado quantitativamente pela técnica de cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC). O total em massa de diuron adsorvido variou de 41 a 69 % para uma faixa de concentração de 3 a 8 ppm. O total de diuron dessorvido variou de 22 a 75 % ao aumentar-se a concentração da solução. O efeito do pesticida no solo foi analisado através da microcalorimetria. Para o solo rico em vinhaça obteve-se uma curva microcalorimétrica de 9,6 J, enquanto aquela com diuron obteve 7,5 J. De forma a complementar os estudos microcalorimétricos, foi introduzido o estudo da atividade microbiológica de amostras de solo contendo vinhaça, uma fonte de carbono degradável pelos microrganismos. A adição de vinhaça aumenta a unidade formadora de colônias (ufc) de 4,67x106 para 8,71x106 cel.cm-3, e a adição de diuron diminui a ufc para 1,44x105 cel.cm-3. De acordo com os resultados microcalorimétricos e microbiológicos, a introdução do pesticida diminui a atividade microbiótica do solo.

Pesticida - Diuron - Solo

E0511

INTERAÇÕES ESTEREOELETRÔNICAS E SEUS EFEITOS NA PREFERÊNCIA CONFORMACIONAL EM N-ÓXIDO DE AZACICLOEXANOS


Mauricio Malto de Oliveira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Claudio Francisco Tormena (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Estudos de análise conformacional de anéis de seis membros contendo átomos de nitrogênio são escassos e nenhum deles havia explicado a estabilidade conformacional em termos de interações hiperconjugativas. Nosso grupo de pesquisa realizou um estudo teórico sobre derivados destes azacicloexanos. O objetivo deste trabalho é estender este estudo analisando a estabilidade conformacional de N-óxido de azacicloexanos, utilizando espectroscopia de RMN e cálculos teóricos. Foram sintetizados N-óxidos de metilpiperidina e de dimetilpiperazina e obtidos os espectros de RMN de 1H e 13C, e foi determinado a energia relativa de seus confôrmeros utilizando o programa GAUSSIAN 03. Para o N-óxido de N-metilpiperidina o confôrmero mais estável apresenta diferença de energia de 2,5 kcal.mol-1, indicando a presença de apenas uma conformação estável, com o átomo de oxigênio na posição axial. Para o 1,4-dióxido de N,N-dimetilpiperazina o confôrmero mais estável também apresentou os dois oxigênios na posição axial.

Análise conformacional - Interações de orbitais - N-óxidos

E0512

ESTUDO DO MECANISMO DE ABERTURA DO ÓXIDO DE ALFA-PINENO


Thais Mendonca Barbosa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Claudio Francisco Tormena (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Epóxidos são importantes intermediários em síntese orgânica, o que despertou o interesse no estudo da abertura do óxido de α-pineno com ácido clorídrico (HCl), com o intuito de determinar a estabilidade dos possíveis carbocátions envolvidos, dos estados de transição e dos produtos formados, bem como a determinação da estereoquímica relativa dos produtos, através da espectroscopia de Ressonância Magnética Nuclear e cálculos teóricos da estrutura eletrônica. Os cálculos teóricos foram efetuados em nível DFT/B3LYP e MP2 empregando o conjunto de bases aug-cc-pVDZ disponíveis no pacote GAUSSIAN-03, para a determinação das energias e geometrias tanto dos carbocátions como dos produtos formados. A análise conjunta de todos esses dados permitiu avaliar qual o correto mecanismo de abertura do óxido de α-pineno em meio ácido, que é aquele no qual ocorre a formação do carbocátion terciário o qual isomeriza para dois carbocátions secundários, através da expansão do anel de quatro membros.

Abertura de epóxido - Mecanismo de reação - Estabilidade de carbocátion

E0513

DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA DE SEPARAÇÃO E QUANTIFICAÇÃO DE EDULCORANTES ARTIFICIAIS EM BEBIDAS DIETÉTICAS ATRAVÉS DE ELETROFORESE CAPILAR


Ana Beatriz Bergamo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Dosil Pereira de Jesus (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Neste trabalho foi desenvolvido um método de separação e quantificação por eletroforese capilar (EC) dos edulcorantes artificiais: sacarina, ciclamato, aspartame e acesulfame-K. Foi utilizado um equipamento comercial de EC com detector condutométrico sem contato adaptado. Após avaliar diversas composições de eletrólitos de corrida, adotou-se a solução tampão (pH 9,5) composta por 10 mmol L-1 em histidina e 100 mmol L-1 em Tris-hidroximetil-aminometano (TRIS). A separação foi realizada com potencial positivo e sem inversão do fluxo eletrosmótico (EOF), o que é vantajoso, pois foram verificadas evidências de que a sacarina interage com os tensoativos comumente empregados na inversão de EOF. Para garantir uma boa precisão ao método foi utilizado o ácido etanosulfônico-hidroxietil-piperazina (HEPES) como padrão interno. A precisão e a exatidão do método foram avaliadas, sendo que para a última foram utilizados testes de recuperação nas amostras analisadas. O método foi empregado com sucesso na análise de amostras comerciais de refrigerantes dietéticos, adoçantes artificiais e chás. Os resultados destas análises apresentam boa concordância com os teores de edulcorantes informados no rótulo dos produtos.

Eletroforese capilar - Edulcorantes artificiais - Técnicas de separação

E0514

REDUÇÃO HIDRODINÂMICA DE ATRITO EM UMA CÂMARA DE FLUXO


Rafael Fernando De Santi Ungarato (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Edvaldo Sabadini (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
O projeto visa o estudo do colapso de bolhas geradas a partir de uma solução do tensoativo dodecil sulfato de sódio. Utiliza-se uma câmera de filmagem de alta velocidade, e a partir das imagens obtidas, desde o instante do rompimento do filme líquido, até o completo colapso da bolha, podemos fazer cálculos para a aceleração (devido a tensão interfacial) com que o filme se rompe. Para os experimentos foram obtidas imagens de rompimento das bolhas filmando em 3000 a 6000 fotos por segundo. Os estudos foram realizados com bolhas de diferentes diâmetros e em diferentes umidades relativas (entre 50 e 100%). Observou-se que o filme retrai em um movimento uniformemente acelerado, sendo que a aceleração é bastante dependente de espessura do filme líquido. Aparentemente o diâmetro das bolhas altera a velocidade de retração apenas devido às diferenças de tempos de drenagem e, consequentemente na espessura do filme no instante do rompimento.

Polímeros - Surfatantes - Fluxo

E0515

NANOPARTÍCULAS DE HIDROXICARBONATO E DE ÓXIDO DE LANTÂNIO DOPADOS COM EURÓPIO(III) OBTIDOS VIA PRECIPITAÇÃO HOMOGÊNEA EM MISTURAS DE SOLVENTES


Emille Martinazzo Rodrigues (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Fernando Aparecido Sígoli (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Neste trabalho, foi estudada a formação do óxido de lantânio dopado com Eu(III) a partir da decomposição do precursor hidroxicarbonato de lantânio.Foi estudado também o comportamento luminescente do óxido obtido. O hidroxicarbonato de lantânio foi obtido a partir da termólise da uréia, que em solução aquosa gera íons OH- e CO32- em presença de soluções de cloreto de lantânio e de európio. Durante a síntese o ajuste do pH da solução inicial para próximo de 7 é importante para garantir a formação do hidroxicarbonato de lantânio, pois abaixo deste pH ocorre a formação de uma mistura de hidroxicarbonato e de carbonato hidratado de lantânio. O óxido de lantânio é obtido pela calcinação do precursor a uma temperatura prevista por TGA e DRX com aquecimento simultâneo. O óxido de lantânio foi caracterizado por IV, DRX e Espectroscopia de Luminescência. A fase obtida de óxido de lantânio é hexagonal, no entanto foi observado que esta fase não é estável, e rapidamente forma uma mistura de fase com o hidróxido de lantânio pela reação com a água da atmosfera. Nos estudos de luminescência, verificou-se que a formação do hidróxido provoca a diminuição da intensidade de luminescência com o passar dos dias após a decomposição da amostra, bem como da relação entre as intensidades das transições 5D07F1 e 5D07F2 do íons Eu(III) indicando a mudança de ambiente químico do íon na matriz.

Terras-raras - Luminescência - Morfologia

E0516

SÍNTESE DE BIOMARCADORES CARBOXIALQUIL-ESTERANOS E SUA IDENTIFICAÇÃO EM ÓLEOS DA BACIA POTIGUAR


Felipe Ribeiro Sampaio (Bolsista SAE/UNICAMP), Rafael Augusto Steffen e Prof. Dr. Francisco de Assis Machado Reis (Orientador), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
No presente trabalho relata-se a síntese e a total identificação de biomarcadores carboxi-alquilesteranos derivados de colestanos, ergostanos e estigmastanos encontrados em petróleos da Bacia Potiguar (nordeste brasileiro). Considerando-se que a estrutura tridimensional é crucial nos biomarcadores, decidimos usar como produto de partida, compostos encontrados naturalmente em seres vivos como colesterol, estigmasterol e ergosterol. Trata-se de uma síntese estereosseletiva, visando formar os esteroisômeros 5(H) e 5(H), uma vez que as duas configurações foram encontradas em análises de óleo realizadas anteriormente por GC/MS e GC/MS/MS. A estratégia de síntese baseou-se na obtenção das esteranonas 5(H) e 5(H) diastereisomericamente puras, as quais foram os intermediários cetônicos chaves para obtenção dos padrões. Foram realizadas as sínteses dos padrões: ácido (5(H)-colestan-3-il) acético e do ácido (5(H)-estigmastan-3-il) acético, os quais foram confirmados por RMN de 1H e 13C e LC-MS (Orbitrap). Obteve-se, também, as cetonas 5(H)-colestan-3-ona, 5(H)-estigmastan-3-ona, além da ergost-4,6,22-trien-3-ona (isoergostanona).

Biomarcadores - Síntese - Petróleo

E0517

ESTUDO DA SÍNTESE DE PENEIRAS MOLECULARES A PARTIR DE ALPO-KANEMITA COM DIFERENTES DIRECIONADORES


Erickson Tadashi Hatanaka (Bolsista IC CNPq) e Profa. Dra. Heloise de Oliveira Pastore (Orientadora), Instituto de Química - IQ, UNICAMP
Um grande número de processos industriais emprega as peneiras moleculares para a melhoria de reações químicas. As peneiras moleculares microporosas (particularmente zeólitos) e mesoporosas com propriedades ácidas apresentam potencial para aplicação em muitas reações de importância comercial. Exemplos de grupos direcionadores já estudados são butilamina e cicloexilamina. O estudo de diferentes grupos direcionadores originou a família de peneiras moleculares denominada CAL, estudada e patenteada pelo laboratório do Grupo de Peneiras Moleculares Micro e Mesoporosas. O presente trabalho visa estudar a formação do composto lamelar AlPO-kanemita com diferentes grupos direcionadores em seu espaço interlamelar e usá-la posteriormente na síntese da CAL, sendo o composto direcionador determinante na estrutura final da peneira. Estudos durante a síntese têm sido feitos com relação ao tempo e temperatura de reação a fim de evitar a decomposição do composto orgânico direcionador. Tais estudos possibilitam maior entendimento da síntese, avaliando a função de grupos direcionadores na reação. Os materiais serão analisados por variações do espaço interlamelar e estrutura, propriedades ácidas, composição em função do grupo direcionador.

Zeólitos - Peneiras moleculares - CAL

E0518



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