Universidade estadual de campinas


AVALIAÇÃO DA ATIVAÇÃO DE STAT3 APÓS STATUS EPILEPTICUS INDUZIDO POR ÁCIDO KAÍNICO



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AVALIAÇÃO DA ATIVAÇÃO DE STAT3 APÓS STATUS EPILEPTICUS INDUZIDO POR ÁCIDO KAÍNICO


Kellen Manoela Siqueira (Bolsista PIBIC/CNPq), César R. Sartori, André S. Vieira, Alexandre C. S. Rezende, Gustavo Facchini, Raffaela S. Ignarro, Priscila A. Ferreira, Carlos V. A. Assis, Janice R. Nascimento, Karina M. Furukawa e Prof. Dr. Francesco Langone (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
A Epilepsia de Lobo Temporal (ELT) é a síndrome epiléptica parcial mais freqüente entre pacientes adultos sendo caracterizada por crises epilépticas recorrentes que se originam no hipocampo ou em estruturas adjacentes no lobo temporal mesial. Os mecanismos moleculares envolvidos nas alterações neuropatológicas induzidas pelas crises ainda são pouco conhecidos, mas há indícios que neurocitocinas, como o CNTF, estejam envolvidas. Neste projeto foi avaliada a expressão de CNTF e a fosforilação da STAT3 (pSTAT3), componente da cascata de sinalização do CNTF, no hipocampo de camundongos C57BL/J6 após indução de status epipepticus (SE) por administração de ácido caínico. Verificamos que a pSTAT3 apresenta um aumento significativo 24 horas após a indução do SE retornando a níveis não detectáveis após 5 dias. Já a STAT3 total apresentou uma expressão elevada nos animais experimentais 24 horas (p= 0,0036) e 5 dias (p= 0,0380) após o SE. O nível de CNTF se manteve constate em todos os grupos. Estes dados demonstram a ativação da via de sinalização celular JAK/STAT3 como reposta aguda ao SE e um aumento de STAT3 total como uma resposta sustentada às lesões. Os dados sugerem, também, que a liberação de CNTF seja responsável pela ativação da p-STAT3, reforçando assim seu papel neuroprotetor agudo.

CNTF - Epilepsia - Ácido caínico

B0334

INVESTIGAÇÃO DA ATIVAÇÃO DA PROTEÍNA STAT3 NO CÉREBRO DE RATOS NEONATOS APÓS ADMINISTRAÇÃO SUBCUTÂNEA DE CNTF E LEPTINA


Raffaela Silvestre Ignarro (Bolsista PIBIC/CNPq), André Schwambach Vieira; Alexandre C. S. Rezende; Gustavo Facchini e Prof. Dr. Francesco Langone (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
O Fator Neurotrófico Ciliar (CNTF) é um peptídeo com reconhecida ação neuroprotetora sobre motoneurônios. Porém, testes clínicos em humanos portadores de esclerose lateral amiotrófica revelaram efeitos colaterais importantes, como anorexia e perda de peso. Deste modo, a investigação da sua capacidade em reduzir a massa corpórea permitiu seu estudo como possível agente no tratamento da obesidade, da mesma forma que o hormônio Leptina (LEP). Nesse sentido, sabe-se que o CNTF e a LEP estimulam a utilização de energia e a oxidação de lipídeos por aumentar a capacidade termogênica, através do aumento da expressão da UCP1 em animais adultos. As vias de sinalização do CNTF e da LEP consistem na interação destas substâncias com seus receptores, ativação de proteínas da família das Janus-Tirosina Quinases, recrutamento e ativação de fatores da família das proteínas transdutoras de sinais e ativadoras da transcrição (STATs). Dados anteriores mostraram que o tratamento subcutâneo com CNTF (0,25 g/g) e LEP (0,30 g/g) causou significativa redução do ganho de peso e da expressão da UCP1 no tecido adiposo marrom dos ratos neonatos. Neste contexto, o presente projeto teve como objetivo detectar a presença e localização de neurônios que expressam pSTAT3 (STAT3 fosforilada) no cérebro em ratos neonatos após tratamento agudo com CNTF (0,25 g/g) ou LEP (0,30 g/g) (s.c.). Nossos resultados mostraram que não houve ativação de células hipotalâmicas nos animais tratados com estas doses de CNTF ou LEP, mostrando que os efeitos observados anteriormente se devem a ações periféricas e não centrais. Concluímos que embora exista uma ação direta no SNC tanto do CNTF quanto da LEP, esta não é indispensável para que suas ações fisiológicas sejam efetivas.

CNTF - Leptina - Stat3

B0335

COMPARAÇÃO ESTRUTURAL E FUNCIONAL DAS PROTEÍNAS INDUTORAS DE NECROSE E DE PRODUÇÃO DE ETILENO NEP2 E NEP1 DO BASIDIOMICETO MONILIOPHTHORA PERNICIOSA, AGENTE CAUSADOR DA VASSOURA-DE-BRUXA EM THEOBROMA CACAO


Bruna Roncon Favarelli (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Francisco Javier Medrano Martin (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
A vassoura de bruxa é uma doença do cacaueiro que tem como agente etiológico o fungo Moniliophthora perniciosa. Atualmente não existem medidas eficientes para a solução do problema. Sabe-se que como resposta aos mecanismos de defesa da planta, o fungo secreta proteínas elicitoras capazes de ativar as resposta de defesa do hospedeiro, desencadeando o processo de morte celular. Um exemplo desse tipo de proteína é a NEP1, que induz necrose e produção de etileno. Foram identificadas no genoma de M. perniciosa três regiões codificadoras de proteínas com similaridade a NEP1-like (MpNEP1,2,3). Duas delas, MpNEP2 e MpNEP1 apresentam 91% de similaridade na seqüência primária, não obstante apresentam significativas diferenças tanto nos perfis de expressão nas fases de vida do fungo quanto no comportamento em solução. Para entender essas diferenças, obteve-se truncados N-terminais de MpNEP2 (MpNEP2N#). Os genes MpNEP2, MpNEP2N1, MpNEP2N2 e MpNEP2N3 foram amplificados, clonados e transformados com sucesso. Todas as proteínas foram expressas, entretanto as proteínas truncadas se mostraram insolúveis em diversos testes sugerindo que a região N-terminal da proteína é fundamental para a manutenção da estrutura terciária e a função das NEPs.

Necrose - Neps - Vassoura-de-bruxa

B0336

CARACTERIZAÇÃO DA PROTEÍNA INDUTORA DE NECROSE E DE PRODUÇÃO DE ETILENO NEP3 DO BASIDIOMICETO MONILIOPHTHORA PERNICIOSA, AGENTE CAUSADOR DA VASSOURA-DE-BRUXA EM THEOBROMA CACAO


Gustavo Pereira de Almeida (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Francisco Javier Medrano Martin (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
A Vassoura-de-bruxa causada pelo fungo Moniliophthora perniciosa em Theobroma cacao, impactou a economia cacaueira e ainda não existem medidas eficazes para a solução do problema. Um sintoma característico dessa doença em etapas avançadas é a necrose dos tecidos. Foram identificadas no genoma do fungo M. perniciosa três seqüências (MpNEP1,2 e 3) codificadoras de proteínas NEP1-like, indutoras de necrose e de produção de etileno. Diferentemente das proteínas MpNEP1 e MpNEP2, amplamente estudas, a MpNEP3 teve sua seqüência completa obtida recentemente. O objetivo deste trabalho é a clonagem, expressão e purificação da MpNEP3 para posteriores estudos funcionais e estruturais. O gene foi amplificado, subclonado no vetor pGEM T-Easy e parcialmente seqüenciado. O inserto foi posteriormente clonado em diferentes vetores de expressão (pProEX-1, pET28a, pET29a, pGEX 4T-3 e pTYB-11) usados na transformação de linhagens de E. coli DH5α e BL21 (DE3) para testes de indução e solubilidade da proteína. De todas as construções e condições de expressão testadas, só a expressão da proteína do gene clonado em pTYB-11 nas linhagens star e pT-GROE resultou na forma solúvel (cerca de 30%) e será utilizada para verificação da atividade biológica em plantas. Tal estudo pode ajudar no entendimento do papel desta classe de proteínas na progressão da doença.

Nep3 - Vassoura-de-bruxa - Necrose

B0337



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