Universidade estadual de campinas


VARIAÇÃO ESPACIAL E TEMPORAL DOS GRUPOS TRÓFICOS DOS ISÓPODES ASSOCIADOS À ALGA PARDA SARGASSUM EM AMBIENTES SUJEITOS A CONTAMINAÇÕES DE HIDROCARBONETOS DE PETRÓLEO



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VARIAÇÃO ESPACIAL E TEMPORAL DOS GRUPOS TRÓFICOS DOS ISÓPODES ASSOCIADOS À ALGA PARDA SARGASSUM EM AMBIENTES SUJEITOS A CONTAMINAÇÕES DE HIDROCARBONETOS DE PETRÓLEO


Laryssa Fanny Galantini Pires (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Fosca Pedini Pereira Leite (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
O litoral norte do Estado de São Paulo tem sido uma das áreas mais afetadas pela poluição por petróleo havendo a indicação de contaminação por hidrocarbonetos. Diante disso, pretende-se avaliar a ocorrência e os efeitos ecológicos de hidrocarbonetos em comunidades fitais especialmente sobre as assembléias de isópodes. Para tanto, foram amostradas algas do gênero Sargassum em quatro pontos do canal de São Sebastião, com diferenças na contaminação por hidrocarbonetos, situadas em diferentes distâncias do Duto e Terminais Centro Sul (DTCS). Para avaliar a estrutura das taxocenoses, a composição e a diversidade dos isópodes, foram triados até o presente, amostras de duas estações do ano, obtendo-se um total de 6.429 indivíduos com 6.044 no outono e 389 no inverno. Até o presente momento,todos os pontos das coletas foram analisados, havendo predominância numérica de Janaira gracilis, da Sub-Ordem Asellota, observando-se ainda a presença de espécies das famílias Sphaeromatidae e Anthuridae ainda não identificadas. No outono o maior número de indivíduos foi obtido no ponto da Praia do Sino, e no inverno, no ponto do Costão da Prainha. Pretende-se dar continuidade ao projeto com a identificação de todas as espécies e avaliar a taxocenose dos isópodes de acordo com seus hábitos de vida, especialmente com o modo de alimentação.

Isópodes - Contaminação - Hidrocarbonetos

B0330

ESTRUTURA POPULACIONAL E REPRODUTIVA DE AMPITOÍDEOS (CRUSTACEA, AMPHIPODA, GAMMARIDEA, AMPITHOIDAE) ASSOCIADOS ÀS ALGAS PARDAS DO GÊNERO SARGASSUM SOB INFLUÊNCIA DE HIDROCARBONETOS


Mariane Rodrigues Biz Silva (Bolsista PIBIC/CNPq), Silvana Gomes Leite Siqueira e Profa. Dra. Fosca Pedini Pereira Leite (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
O canal de São Sebastião, situado no litoral norte do estado de São Paulo, é uma região bastante vulnerável à poluição por petróleo. Há indicação da contaminação da água e do sedimento por hidrocarbonetos, mas ainda não há registros, até o presente, na alga parda Sargassum e nas comunidades de anfípodes a ela associados. Neste projeto avaliaram-se a ocorrência e os efeitos ecológicos de hidrocarbonetos em anfípodes ampitoídeos presentes em Sargassum em duas praias sob diferentes concentrações de hidrocarbonetos: a Praia Preta e a Praia Brava, comparando-se a variação sazonal e espacial da densidade, estrutura populacional e reprodução das espécies de ampitoídeos. As coletas foram realizadas trimestralmente durante um ano. Os ampitoídeos foram separados e identificados em nível específico e etário, contados e medidos para avaliar as diferenças na estrutura populacional e reprodutiva das populações. A diferença de densidades de indivíduos e número de ovos observados entre as praias pode estar relacionada às características físico-químicas dos locais. Diferenças em relação à fecundidade e razão sexual podem estar relacionadas a fatores dependentes do ciclo de vida. A presença de hidrocarbonetos de origem antrópica nas algas do gênero Sargassum não mostrou relação com a estrutura populacional e reprodutiva de ampitoídeos. Será necessária a análise da concentração de hidrocarbonetos nos indivíduos das espécies para avaliar a influência de hidrocarbonetos nestas comunidades.

Sargassum - Hidrocarbonetos - Anfípodes

B0331

AVALIAÇÃO DO EFEITO NEUROPROTETOR DA MELATONINA SOBRE NEURÔNIOS SENSITIVOS DO GÂNGLIO DA RAIZ DORSAL APÓS SECÇÃO DO NERVO CIÁTICO DE RATOS NEONATOS


Janice Rodrigues Nascimento (Bolsista SAE/UNICAMP), Alexandre César S. de Rezende, André Schwambach Vieira, Gustavo Facchini e Prof. Dr. Francesco Langone (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Os neurônios dos gânglios das raízes dorsais (GRD) são responsáveis pela detecção e transmissão de informações somestésicas essenciais para o desenvolvimento dos organismos desde seus primeiros dias de vida. O ajuste do número final de neurônios sensoriais decorre de um processo natural de morte celular que depende do aporte de moléculas neurotróficas provenientes das células alvo destes neurônios. Após o nascimento, a morte de neurônios sensitivos pode ser provocada pela secção de nervos periféricos, especialmente durante a primeira semana de vida pós-natal. Esta interrupção do aporte de fatores neurotróficos para as células sensitivas dos GRD tem sido apontada como uma das principais causas da morte dessas células. Além disso, a privação dos fatores tróficos parece estar relacionada com o acúmulo de radicais livres, tais como os derivados do óxido nítrico. Tal fato geraria um estresse oxidativo celular que levaria a apoptose dos neurônios sensoriais. Neste contexto, é plausível a hipótese de que substâncias antioxidantes podem agir como agentes protetores dessas células reduzindo os efeitos deletérios da axotomia. Apesar de conhecido, o efeito neuroprotetor da melatonina, decorrente de sua ação antioxidante, não está totalmente caracterizado para os neurônios do GRD. O presente projeto teve como objetivo quantificar o número total de neurônios sensitivos presentes nos GRD lombares L4 e L5 de ratos neonatos após a secção do nervo ciático e tratados com melatonina (1,0 mg/kg; s.c.) durante 5 dias. A quantificação dos neurônios foi realizada empregando-se o método estereológico do Disector Físico associado ao Princípio de Cavalieri.

Melatonina - Gânglio da raiz dorsal - Neuroproteção

B0332

ANÁLISE DA EXPRESSÃO E FOSFORILAÇÃO DA PROTEÍNA AKT NO HIPOTÁLAMO DE RATOS NEONATOS APÓS TRATAMENTO AGUDO COM MELATONINA


Karina Mie Furuzawa (Bolsista SAE/UNICAMP), André Schwambach Vieira, Gustavo Facchini, Raffaela Silvestre Ignarro e Prof. Dr. Francesco Langone (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
A melatonina (MLT) é um neurohormônio cuja principal fonte produtora é a glândula pineal. A presença de receptores para MLT em núcleos do hipotálamo fala a favor da mediação da MLT no controle neural do metabolismo. Além disso, foi verificado que a MLT é capaz de induzir a rápida ativação do receptor de insulina e, consequentemente, da via PI3K no hipotálamo de ratos. Neste trabalho, ratos neonatos foram tratados (s.c) com doses únicas de MLT (1, 10, 50 ou 100 mg/kg), MLT (10 mg/kg) + antagonista luzindole (1 mg/kg), insulina (INS; 2 UI/kg) ou MLT (100 mg/kg) + INS (2 UI/kg). Os animais foram sacrificados 15 ou 30 minutos após tratamento. Coletou-se sangue e o hipotálamo foi processado para análise por Western Blot. Após 30 minutos, animais que receberam 10, 50 e 100 mg/kg de MLT apresentaram glicemia elevada em relação ao grupo controle (p<0,01). Administração do luzindole não alterou a glicemia em relação ao grupo que recebeu apenas MLT (136,462,57 e 141,713,32, respectivamente; p>0,05). O aumento agudo da glicemia pode ser devido à inibição da secreção de INS pela MLT, embora não se possa descartar a hipótese de uma ação direta da MLT exógena na mobilização de substratos energéticos. A fosforilação da proteína Akt não apresentou alterações significativas entre os grupos. Embora os dados sugiram que os tempos de 15 e 30 minutos provavelmente não tenham sido suficientes para detectar possíveis alterações, é interessante notar que nas doses de 1, 10 e 100 mg/kg houve tendência de aumento na relação p-AKT/AKT quando comparados valores obtidos após 15 e 30 minutos.

Melatonina - Hipotálamo - Ratos neonatos

B0333



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