Universidade estadual de campinas


ANÁLISE DOS MECANISMOS DE AÇÃO DA POTENCIALIZAÇÃO DA OXIGENAÇÃO HIPERBÁRICA (HBO) NO TRATAMENTO ANTIMALÁRICO COM CLOROQUINA NAS FORMAS SANGÜÍNEAS DE PLASMODIUM SP



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ANÁLISE DOS MECANISMOS DE AÇÃO DA POTENCIALIZAÇÃO DA OXIGENAÇÃO HIPERBÁRICA (HBO) NO TRATAMENTO ANTIMALÁRICO COM CLOROQUINA NAS FORMAS SANGÜÍNEAS DE PLASMODIUM SP


Marcele Fontenelle Bastos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Fabio Trindade Maranhão Costa (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
A malária é a principal doença parasitária do mundo devido principalmente ao surgimento de cepas de parasitas resistentes às drogas convencionalmente utilizadas, em particular a cloroquina (CQ). Estudos mostram que espécies reativas de oxigênio são fundamentais para a eliminação de eritrócitos infectados por Plasmodium sp. tanto em humanos quanto em modelo experimental. De fato, muitos antimaláricos clinicamente utilizados atuam, em parte, aumentando o estresse oxidativo no parasita; e vários antibióticos, fungicidas e drogas antiparasitárias têm atividade aumentada em ambiente hiperóxico e hiperbárico (HBO). Resultados previamente obtidos em nosso laboratório indicam uma redução da carga parasitária em camundongos infectados com Plasmodium e tratados com HBO e CQ, em relação aos animais tratados apenas com CQ. Sendo assim, neste estudo analisamos o efeito anti-plasmodial da CQ in vitro, em associação ao tratamento com HBO. Nesse sentido, não foi observada uma diferença na inibição do crescimento parasitário entre as formas sanguíneas de P. falciparum tratadas com CQ e expostas ou não a HBO. O motivo para tal discrepância in vitro, bem como os mecanismos de ação envolvidos no processo de potencialização da CQ pela HBO in vivo permanece por ser elucidado.

Oxigenação hiperbárica (HBO) - Antimalárico - Plasmodium sp

B0326

EFEITO DE EXTRATOS BRUTOS DE ALTERNANTHERA MARITIMA SOBRE A BIOENERGÉTICA MITOCONDRIAL DE TRYPANOSOMA CRUZI


Débora de Carvalho Fabretti (Bolsista SAE/UNICAMP), Thiago Miranda da Silva, Marcos José Salvador e Profa. Dra. Fernanda Ramos Gadelha (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
A doença de Chagas possui alta prevalência na América latina e não há um tratamento eficiente. A grande biodiversidade da flora brasileira pode ser explorada para o desenvolvimento de novos fitoterápicos. Alternanthera maritima pertence à família Amaranthaceae, que possui muitas espécies com importância alimentícia e medicinal. O objetivo deste trabalho foi analisar os efeitos de extratos de A. maritima provenientes de raízes (AMRE e AMRH) e partes aéreas (AMPAE e AMPAH) na bioenergética mitocondrial da cepa Y de T. cruzi. Uma vez determinados as IC50 (AMPAE: 3,42; AMPAH: 0,83; AMRH: 1,67 e AMRE: 10,34 mg.mL-1), os experimentos foram feitos com as células incubadas na presença de concentrações sub-letais, exceto para AMRE. Não houve diferenças significativas no consumo de oxigênio nas células tratadas com os extratos (~0.40 ± 0,05 nmoles O2 consumidos / min / 107 células). Observou-se um menor controle respiratório nas células tratadas (1.56 ± 0.09, 1.62 ± 0.17 e 1.58 ± 0.14 para AMRH, AMPAE e AMPAH, respectivamente), em relação ao controle (2.0 ± 0.22), além de um menor potencial de membrana mitocondrial (). Adição direta de AMRH levou ao colapso do , apesar dos outros extratos não mostrarem efeitos. Experimentos posteriores estão em andamento para elucidar o mecanismo de ação destes extratos. Financiado por PIBIC-CNPq, CAPES e FAPESP.

Trypanosoma cruzi - Produtos naturais - Bioenergética mitocondrial

B0327

ESTUDO DOS EFEITOS DA VIOLACEÍNA EM EPIMASTIGOTAS DE TRYPANOSSOMA CRUZI


Thays Castelhano de Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Fernanda Ramos Gadelha (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
A violaceína é um metabólito secundário da bactéria Chromobacterium violaceum com comprovada atividade antiviral, antibiótica, anti-tumoral e anti-tripanossomatídea. Acredita-se que o mecanismo de ação deste composto esteja relacionado às vias bioenergéticas celulares, porém isto não está muito bem descrito na literatura. Tendo isto em vista, este projeto teve por objetivo estudar os efeitos da violaceína na bioenergética celular e na produção de espécies reativas de oxigênio (EROs) em epimastigotas de Trypanossoma cruzi. A violaceína foi obtida conforme descrito anteriormente (Rettori, D. and Durán N., World Journal of Microbiology & Biotechnology 14, 685-688). A concentração que inibe 50% da proliferação (IC50) foi de 30M. Nos experimentos utilizou-se uma concentração sub-letal (15M), adicionando-se o composto nas células sem incubação no momento dos experimentos, onde observou-se os resultados mais pronunciados. Em relação ao consumo de oxigênio, não houve diferença significativa na respiração com succinato, mas observou-se uma queda de 37% no controle respiratório na presença de violaceína. A análise dos efeitos da violaceína na produção de EROs e no potencial de membrana mitocondrial estão sendo realizados.

Trypanosoma cruzi - Violaceína - Bioenergética mitocondrial

B0328

VARIAÇÃO ESPACIAL E TEMPORAL DE ANFÍPODES DO GÊNERO HYALE ASSOCIADOS À ALGA PARDA SARGASSUM SP EM AMBIENTES SUJEITOS À CONTAMINAÇÃO DE HIDROCARBONETOS DE PETRÓLEO


Carlos Yoshiyuki Agena (Bolsista PIBIC/CNPq), Silvana Gomes Leite Siqueira e Profa. Dra. Fosca Pedini Pereira Leite (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Na região do Canal de São Sebastião, litoral norte do estado de São Paulo, estão localizados os terminais de descarga de petróleo, gerando graves impactos ambientais. Diante deste problema, pretende-se avaliar a ocorrência e os efeitos biológicos de hidrocarbonetos em comunidades de anfípodes gamarídeos do gênero Hyale associados à alga parda Sargassum, visando observar diferenças na estrutura populacional e reprodutiva de suas populações, segundo variações sazonais e espaciais.  Neste sentido, foram amostradas duas áreas, durante um ano, em diferentes distâncias do porto de São Sebastião, onde estão os terminais de descarga, e diferentes concentrações de hidrocarbonetos. Foram amostradas as algas da Praia Preta, mais próxima ao porto, apresentando maiores teores de hidrocarbonetos que a Praia Brava, mais distante. Os indivíduos de Hyale nigra, a espécie dominante, foram separados por sexo e nível etário, contados e medidos. Os machos apresentaram maior tamanho, diferença que pode ser atribuída ao elevado investimento energético das fêmeas na reprodução. A proporção sexual apresentou pequena variação, que pode ser explicada por aspectos reprodutivos da espécie, taxa de mortalidade, entre outros fatores. Obteve-se uma relação positiva entre o comprimento das fêmeas ovígeras e o número de ovos, corroborando estudos anteriores.

Hidrocarbonetos - Sargassum - Anfípodes

B0329



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