Universidade estadual de campinas


CONTRIBUIÇÃO DE MACACOS-PREGO (CEBUS SUBGÊNERO SAPAJUS) NA DISPERSÃO DE SEMENTES E RESTAURAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS



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CONTRIBUIÇÃO DE MACACOS-PREGO (CEBUS SUBGÊNERO SAPAJUS) NA DISPERSÃO DE SEMENTES E RESTAURAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS


Ligia Gibbin dos Santos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Eleonore Zulnara Freire Setz (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Em programas de revegetação de ambientes degradados devem ser consideradas as relações entre plantas e animais. Por serem frugívoros, curiosos e apresentarem percursos diários longos, os macacos-prego podem auxiliar na dispersão de sementes. Neste trabalho, investigamos se o consumo de frutos ajuda na germinação das sementes, e se os macacos utilizam ou não plataformas com frutos, cujo consumo permitiria o enriquecimento vegetal. Registramos o tempo para os macacos localizarem plataformas, reabastecidas durante dez dias, em quatro locais da Reserva da Mata de Santa Genebra e determinamos a taxa de germinação das sementes (n=991) de frutos silvestres oferecidos no Zoológico do Bosque dos Jequitibás. As taxas de germinação de duas espécies de Cecropia aumentaram, enquanto a de Inga, diminuiu. As outras dez espécies não mostraram diferenças significativas em relação ao controle (sementes dos frutos não oferecidos). Uma plataforma foi imediatamente visitada, enquanto outra não foi localizada pelos macacos. O monitoramento com armadilha fotográfica não foi conclusivo para as outras plataformas. Mesmo que os macacos não ajudem a germinação, a remoção e adubação beneficiam a planta. Para aumentar a eficácia na recomposição, é interessante conhecer as rotas dos macacos e nelas colocar as plataformas.

Macaco-prego - Restauração - Dispersão de sementes

B0322

ESTUDOS CROMOSSÔMICOS EM ESPÉCIES ARBUSTIVO-ARBÓREAS DA VEGETAÇÃO REMANESCENTE DO MUNICÍPIO DE CAMPINAS, SP


Clara Mascarenhas Pasqual Piccinini (Bolsista IC CNPq) e Profa. Dra. Eliana Regina Forni Martins (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Este trabalho objetivou a caracterização cariotípica de espécies arbustivo-arbóreas dos fragmentos de vegetação do município de Campinas e envolveu treinamento em Citogenética (contagem e caracterização morfológica de cromossomos) e Taxonomia (identificação das espécies coletadas). Até o presente momento realizamos a contagem cromossômica de nove espécies pertencentes a quatro famílias diferentes (Leguminosae, Bombacaceae, Bignoniaceae e Cochlospermaceae ). Números cromossômicos variaram de 2n = 24 (Senna siamea) a 2n = ca. 98 (Pseudobombax longifolium), e todas as espécies contadas apresentaram cromossomos relativamente pequenos, dificultando a caracterização cariotípica. Obtivemos contagens inéditas para duas Leguminosae: Abarema sp (subfam. Mimosoideae) e Senna siamea (subfam. Caesalpinoideae), que apresentaram 2n = 26 e 28, respectivamente. Coletamos material testemunho das espécies estudadas, para ser incorporado ao Herbário UEC (Unicamp). Outras espécies já tiveram o estudo iniciado. Para fins de estudos com cromossomos meióticos, coletamos botões florais de duas espécies anteriormente estudadas (Abarema sp e Cochlospermum sp) e de uma nova espécie de Bombacaceae (Ceiba erianthos). Sementes de outras duas espécies estão na câmara de germinação, sendo uma Boraginaceae (Cordia sp) e uma Winteraceae (Drimys brasiliensis). Aguardamos a próxima frutificação das espécies estudadas para obtenção de estudos cromossômicos mais detalhados, e buscamos incorporar novas espécies.

Cromossomos - Taxonomia - Campinas

B0323

PREPARO E CARACTERIZAÇÃO DE NANOPARTÍCULAS DE POLI-LACTÍDEO-CO-GLICOLÍDEO CONTENDO ANESTÉSICOS LOCAIS


Elisa Malvina Bufolo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Eneida de Paula (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Anestésicos locais (AL) são moléculas anfifílicas que ligam-se reversivelmente à membranas excitáveis, impedindo a propagação do estímulo nervoso. Um AL ideal deve possuir longa duração de ação e baixa toxicidade. Uma das maneiras de prolongar a duração e diminuir a toxicidade de fármacos é através do uso de sistemas de liberação nanoparticulados. Os sistemas de liberação de fármacos são capazes de compartimentalizar a substância ativa e direcioná-la a sítios ativos específicos, além de modular a velocidade de liberação, sem alterar a estrutura química da molécula transportada. Este projeto visou preparar e caracterizar um novo sistema de liberação sustentada, utilizando nanopartículas compostas pelo polímero poli-lactídeo-co-glicolídeo (PLGA 50:50), para dois AL: bupivacaína e dibucaína, a fim de melhorar as propriedades farmacológicas destes compostos, objetivando futura aplicação clínica. As nanopartículas foram preparadas de acordo protocolo pré-estabelecido no laboratório para encapsulação de bupivacaína e as nanopartículas obtidas foram caracterizadas por meio de medidas de pH, potencial zeta, tamanho e polidispersão, taxa de associação, ensaios de liberação in vitro, além de testes de citotoxicidade in vitro.

Anestésicos locais - Nanopartículas - Drug-delivery

B0324

PREPARO E CARACTERIZAÇÃO DE FORMULAÇÃO PARA LIBERAÇÃO SUSTENTADA DE ARTICAÍNA


Thaís Franco de Souza (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Eneida de Paula (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Com o objetivo de melhorar as propriedades farmacológicas de anestésicos locais de uso consagrado, sistemas de liberação prolongada (drug-delivery) têm sido desenvolvidos, dentre os quais destaca-se os que usam lipossomas como carreador. Lipossomas são vesículas de bicamadas lipídicas formadas por compostos anfifílicos como lipídeos naturais ou sintéticos, que mimetizam membranas biológicas. Nesse trabalho analisamos algumas propriedades físico-químicas da Articaína (ATC), um anestésico local com anel tiofênico pertencente à família das amino-amidas, objetivando o preparo de sistemas de liberação sustentada para este fármaco, usando lipossomas preparados com fosfatidilcolina de ovo (EPC). O desenvolvimento da formulação lipossomal teve o intuito de melhorar o efeito terapêutico da ATC, seja pela diminuição da concentração clínica (4%) necessária ao bloqueio nervoso, seja pela proteção à hidrólise plasmática do ativo. Serão apresentados resultados referentes a caracterização da formulação lipossomal (teste de liberação in vitro, tamanho das partículas e estudo da interação fármaco/membrana por RMN) além de testes de toxicidade in vitro (em cultura de células e testes de hemólise) e testes de (avaliação do potencial antinociceptivo), in vivo.

Articaína - Lipossomas - Drug delivery

B0325



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