Universidade estadual de campinas


ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO DE CORTISOL SALIVAR EM SUJEITOS SUBMETIDOS AO YOGA



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ANÁLISE DA CONCENTRAÇÃO DE CORTISOL SALIVAR EM SUJEITOS SUBMETIDOS AO YOGA


Janir Coutinho Batista (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Dora Maria Grassi-Kassisse (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
O objetivo foi avaliar a concentração salivar de cortisol e quantificar o índice de estresse percebido em indivíduos saudáveis antes e após um programa de Yoga. Participaram da pesquisa 10 indivíduos, cinco homens e cinco mulheres que realizaram duas sessões semanais de 1 h de Yoga. As amostras foram coletadas, antes e após seis semanas de prática, em horários pré-definidos. Os voluntários, nos dias de coleta, também responderam ao Questionário de Estresse Percebido (QEP). Para a análise estatística utilizou-se o teste de Wilcoxon pareado por se tratarem de dados da mesma pessoa, sendo P<0,05. Ao longo de seis semanas o Yoga induziu um aumento significativo nas médias diárias dos valores de cortisol salivar (1ª semana: 0,44 ± 0,15 ug/dL vs. 6ª semana: 0,70 ± 0,27 ug/dL, p<0,0001). No dia sem a prática ocorreu diminuição significativa na média diária da concentração salivar de cortisol obtida da população masculina (1ª. semana: 0,31+0,06 ug/dL vs 6ª semana: 0,20+0,16 ug/dL, p<0,0057), sem alterações significativas na população geral. Os escores obtidos com o QEP demonstram uma redução significativa da sensação de estresse (antes 0,51+0,12 vs após: 0,45+0,10, p<0,0001.Estes resultados nos permite sugerir que o Yoga mobiliza uma resposta fisiológica na secreção de cortisol levando o indivíduo a se sentir bem e disposto para enfrentar as situações cotidianas - eustresse.

Humanos - Estresse - Yoga

B0318

ANÁLISE DO ÍNDICE DE ESTRESSE EM FUNCIONÁRIOS DO INSTITUTO DE BIOLOGIA SUBMETIDOS OU NÃO A GINÁSTICA LABORAL


Patrícia Tase Ricardo (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Dora Maria Grassi-Kassisse (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Objetivos: O presente estudo teve como finalidade analisar o índice de estresse dos funcionários do Instituto de Biologia submetidos ou não a ginástica laboral. Métodos e Resultados: Isso foi feito utilizando-se um Questionário de Estresse Percebido (QEP) para a avaliação psicológica do estresse bem como a coleta de saliva para avaliar a concentração de cortisol (que não será apresentada neste resumo), o hormônio do estresse, como indicativo do grau de estresse do indivíduo. Os voluntários foram divididos em dois grupos: um com funcionários que participavam do programa de ginástica laboral e outro com funcionários os quais não participavam. Sendo assim, constatou-se que o índice de estresse percebido, obtido pelo QEP, para o grupo da ginástica laboral (GL, n=3) no dia de atividade com GL, no dia de atividade sem GL (n=4) e no dia de descanso, respectivamente, foi de 0,53+0,17; 0,47+0,17 e 0,49+0,13. Já para o grupo o qual não participou da ginástica os valores de 2 dias de atividade e do dia de descanso foram, respectivamente, 0,46+0,07; 042+0,10 e 0,34+0,06. Esses valores foram expressos na média e erro padrão da média e não apresentam diferença significativa. Dos resultados obtidos até o momento não observamos diferenças nos valores de QEP significativas com os voluntários estudados.

Humanos - Estresse - Ginastica laboral

B0319

ANÁLISE MORFOLÓGICA DOS MÚSCULOS TIBIAL ANTERIOR, ESTERNOMASTÓIDE E DIAFRAGMA DE CAMUNDONGOS MDX TRATADOS COM ÁCIDO ASCÓRBICO: COMPARAÇÃO ENTRE AS VIAS DE ADMINISTRAÇÃO ORAL, INTRAPERITONIAL E INTRAMUSCULAR


Jean Hideki Shiratori (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Elaine Minatel (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Peroxidação lípidica causada pelo aumento de espécies reativas de oxigênio, no período que antecede o início da degeneração muscular no camundongo mdx, sugere que o estresse oxidativo pode ser um dos mecanismos primários da degeneração muscular distrófica. No presente trabalho verificamos se o tratamento com ácido ascórbico (AA) antes que se iniciem os ciclos de degeneração/regeneração, diminui a mionecrose em camundongos mdx e qual via de administração oral (O), intramuscular (IM) ou intraperitoneal (IP) é mais indicada para o tratamento. Camundongos mdx, com 14 dias de vida receberam por gavagem; injeção IM e/ou injeção IP doses diárias de 200 mg/kg de AA por 14 dias. Mdx controle (CTRL) receberam salina pelas mesmas vias e período. Foram quantificadas fibras em necrose (azul de Evans) e fibras regeneradas indicadas pela presença de núcleo central (HE) em cortes congelados dos músculos Tibial Anterior (TA), Esternomastóide (STN) e Diafragma (DIA). Observamos diminuição significativa (p<0,05) na porcentagem de fibras positivas ao azul de Evans (tratado: 0,49±0,91%; CTRL: 3,19±1,48%) e aumento na porcentagem de fibras com núcleo periférico (tratado: 98,66±1,05%; CTRL: 95,25±1,79%) no músculo DIA dos camundongos mdx tratados com AA por via oral quando comparado ao controle. Os resultados sugerem que o tratamento precoce dos camundongos mdx com AA, por via oral, diminuiu a mionecrose no músculo DIA.

Camundongos mdx - Regeneração muscular - Antioxidante

B0320

ANÁLISE MORFOLÓGICA DO MÚSCULO TIBIAL ANTERIOR DE CAMUNDONGOS MDX TRATADOS COM ÁCIDO ASCÓRBICO E SUBMETIDOS AO EXERCÍCIO


Mirella Moura Zanqueta (Bolsista PIBIC/CNPq), Aline Cristine Franzatto, Ariane Binotto, Adriana Pertille (Co-orientadora) e Profa. Dra. Elaine Minatel (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Verificamos se o tratamento com o antioxidante ácido ascórbico (AA) diminui a degeneração muscular em camundongos mdx, modelo experimental da distrofia muscular de Duchenne, submetidos ao exercício. Camundongos mdx adultos foram divididos em 4 grupos experimentais: mdx sedentário (S), mdx sedentário + AA (S+AA), mdx exercício (E) e mdx exercício + AA (E+AA). Na análise morfológica foram quantificadas fibras em necrose (evidenciadas pelo marcador azul de Evans), fibras regeneradas indicadas pela presença de núcleo central e áreas de inflamação/regeneração (Infl/Reg) e regeneração (coradas com HE) em cortes congelados do músculo Tibial Anterior (TA). Também foi avaliada a medida de força dos animais. Observamos aumento significativo na % da área de Infl/Reg (mdx E: 4,97±1,37%; mdx S: 1,72±0,38%) e na % de fibras com núcleo central (mdx E: 13,64±1,14%; mdx S: 9,48±3,41%) no grupo mdx E em relação ao grupo mdx S. O tratamento com AA diminuiu a % de fibras com núcleo central (mdx EAA 4,77±2,68%; mdx E 13,64±1,14%) no grupo mdx E+AA em relação ao grupo mdx E. Os demais dados analisados não apresentaram diferença significativa entre os grupos experimentais.

Camundongo mdx - Regeneração muscular - Exercício

B0321



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