Universidade estadual de campinas


MECANISMOS PERIFÉRICOS ENVOLVIDOS NA AÇÃO ANTINOCICEPTIVA DA DIPIRONA



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MECANISMOS PERIFÉRICOS ENVOLVIDOS NA AÇÃO ANTINOCICEPTIVA DA DIPIRONA


Cybele Ribeiro Moura (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Carlos Amilcar Parada (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Introdução: A dor é transmitida por dois tipos de fibras periféricas, A-delta e tipo C. O efeito de analgésico da dipirona envolve a abertura de canais de potássio ativados por ATP (K-ATP) que provavelmente hiperpolariza a fibra periférica, reduzindo a transmissão da sensação dolorosa. O objetivo é verificar se a dipirona altera a propagação do impulso na fibra C. Material e Métodos: Neste estudo foram utilizados ratos machos Wistar (180 – 220g) e após os mesmos terem recebido seus respectivos tratamentos, receberam uma injeção intraplantar de capsaicina, em doses capazes de induzir apenas nocicepção nas fibras C por ativarem receptores TRPV1, e foram submetidos ao teste de contagem de “flinches”. Resultados: Os ratos foram pré-tratados com dipirona (80, 160 e 800 µg/pata) e dipirona 800 µg/pata contralateral (ctl), 10 minutos antes da administração intraplantar (ipl) de capsaicina (10 µg/pata). A nocicepção foi avaliada durante 20 min. onde o número de “flinches” foi quantificado após a administração ipl de capsaicina. A dose de 800 µg de dipirona foi capaz de inibir a nocicepção em torno de 52%. O possível efeito sistêmico da dipirona foi descartado através da administração de 800 μg da mesma, na pata ctl. Conclusão: Deste modo, pode-se concluir que a dipirona possui ação antinociceptiva nas fibras C, o que pode colaborar, pelo menos em parte, com seu efeito analgésico local.

Dipirona - Nocicepção - Fibras C

B0314

MECANISMOS PERIFÉRICOS ENVOLVIDOS NA AÇÃO ANTI-HIPERALGÉSICA DA DIPIRONA


Larissa Elizabeth Cordeiro Dantas (Bolsista PIBIC/CNPq), Dionéia Araldi e Prof. Dr. Carlos Amilcar Parada (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Introdução: A dipirona age no tecido periférico induzindo analgesia através de um mecanismo semelhante aos opióides, sua ação anti-hiperalgésica seria a de reverter a sensibilização dos neurônios aferentes primários, através da inibição da atividade da adenilciclase e ativação da via L-argenina-NO-GMPc, a qual induz a abertura dos canais de potássio ATP sensíveis (K-ATP) os quais são mais comumente encontrados em membranas mitocondriais. Material e Métodos: Neste estudo foram utilizados ratos machos Wistar (150 a 250 g), os quais foram submetidos a um teste mecânico para quantificação do limiar da hiperalgesia, von Frey Eletrônico. Resultados: O pré-tratamento (30 min) por via intraplantar (i.pl., pata direita traseira) com dipirona (60, 90 e 180 µg) foi capaz de inibir, de maneira dose-dependente, a hiperalgesia mecânica induzida pela Prostaglandina-E2 (PGE2; 100 µg/50 µL) e avaliada na 3 hora após a sua administração i.pl. A dipirona na dose de 180 µg foi administrada na pata contralateral (cl.) dos ratos para descartar o possível efeito sistêmico da dipirona 30 min. antes, e depois receberam uma injeção de PGE2. Conclusão: Os resultados parciais confirmam a ação anti-hiperalgésica local da dipirona, porém será investigado a participação dos K-ATP mitocondriais neste processo.

Dipirona - Hiperalgesia - Mitocôndria

B0315

AFERIÇÃO DA SENSIBILIDADE DO LABEX-TEST E ALTERAÇÕES DOS PARÂMETROS VENTILATÓRIOS DE ATLETAS SUBMETIDOS A 10 SEMANAS DE TREINAMENTO SISTEMATIZADO


Rafael Alkmin Reis (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Denise Vaz de Macedo (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Uma das capacidades físicas relevantes para um rendimento de alto nível em esportes acíclicos, é a habilidade de promover repetidamente ações de máxima intensidade. O presente projeto tem como objetivo utilizar uma nova metodologia de avaliação desta capacidade, intitulada LABEX-TEST (LT), e aferir a sensibilidade deste protocolo, frente às possíveis alterações nos parâmetros ventilatórios de atletas submetidos a 10 semanas de treinamento. Além do LT, foi realizado um teste de esforço máximo em esteira, acoplada a um analisador de gases, para mensurar os parâmetros ventilatórios máximos e sub-máximos necessários. Ambos os testes foram executados antes e após o treinamento, com a participação de 10 jogadores de futebol categoria sub 18. Variáveis oriundas do LT como, velocidade média em 30 metros e coeficiente angular desta velocidade em função dos tiros realizados, apresentaram alterações de 7,34±0,30 para 7,66±0,33 m/seg e -0,23±0,09 para -0,29±0,09 m/seg, respectivamente. Já a velocidade de limiar ventilatório aumentou de 11,5±1,3 para 12,6±1,0 km/h. Estes resultados, preliminares, são provenientes de apenas seis meses de bolsa, interrompida em virtude de conclusão do curso. Contudo, é necessário ampliar a amostra e aumentar a segurança estatística dos dados afim de concluir sobre a sensibilidade do LT.

Sprints repetitivos - Metabolismo anaeróbio - Parâmetros ventilatórios

B0316

PAPEL DA ANGIOTENSINA II NA REATIVIDADE VASCULAR E NA EXPRESSÃO DE ENOS EM CAMUNDONDOS LDLR-/- DISLIPIDÊMICOS OU NÃO


Carolina Tognetta Minozzi (Bolsista PIBIC/CNPq), Amarylis C. B. A. Wanschel, Marta H. Krieger e Profa. Dra. Dora Maria Grassi-Kassisse (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Objetivos: Reatividade vascular em aorta isolada e expressão de e-NOS em ventrículo esquerdo de camundongos sob diferentes tratamentos. Métodos e Resultados: Camundongos C57BL6, LDLr-/- (CT) ou não (WT), dislipidêmicos (HC) ou não, tratados ou não durante 15 dias com Losartan (120 mg/L - CEEA/IB – Unicamp, 1270-1). Após todos os tratamentos a aorta foi isolada, preparada em anéis (2 mm) e mantida em cuba (Zanichelli, et al., 2007, adaptado para camundongos). A contração com fenilefrina foi significativamente maior somente em anéis isolados de camundongos HC, quando comparado ao CT e WT. O tratamento L levou a um aumento significativo na resposta contrátil dos anéis isolados de WT, e cancelou a diferença de tônus apresentada pelos anéis isolados dos camundongos HC. O tratamento com L potencializou o relaxamento induzido pela Ach em WT e CT, entretanto inibiu significativamente a resposta relaxante à ACh no grupo HC. O ventrículo esquerdo de CT apresentou uma expressão significativamente maior de eNOS. O tratamento L aumentou significativamente a expressão de e-NOS apenas no grupo WT sem alterar os demais. Concluímos que a AII está envolvida na reatividade vascular de anéis de aorta dos diferentes grupos estudados e só altera a expressão de e-NOS de camundongos WT.

Camundongos - Reatividade vascular - Angiotensina II

B0317



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