Universidade estadual de campinas



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Instituto de Biologia

B0309

REGENERAÇÃO NERVOSA PERIFÉRICA APÓS ESMAGAMENTO DO NERVO CIÁTICO E TRATAMENTO COM INTERFERON BETA


Luciana Politti Cartarozzi (Bolsista IC CNPq), Renata Graciele Zanon e Prof. Dr. Alexandre Leite Rodrigues de Oliveira (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
No sentido de melhor compreender a importância da expressão de MHC I pelas células do Sistema Nervoso Central, utilizamos uma citocina pró-inflamatória indutora de MHC I, o interferon beta (IFN beta). O esmagamento do nervo ciático foi utilizado, em camundongos da linhagem C57BL/6J, como modelo de lesão nervosa. O processo regenerativo axonal foi estudado através de imunoistoquímica, morfometria e contagem de fibras nervosas em degeneração e regeneração e avaliação da recuperação motora funcional. Através da análise imunoistoquímica, foi possível comprovar que o tratamento, pré e pós lesão, com IFN beta induz aumento significativo da expressão do MHC classe I na medula espinhal. Subseqüentemente, a estrutura do nervo foi observada e comparada entre os grupos placebo e tratado com IFN beta. Contagem e parâmetros morfométricos mostraram um maior número de axônios não mielinizados, indicando maior brotamento axonal dos neurônios de animais tratados. Tais resultados caracterizam uma aceleração do processo regenerativo, o qual foi confirmado pelos testes da recuperação motora funcional. Demonstramos, portanto, que o aumento da expressão do MHC classe I no microambiente do SNC após uma lesão periférica, através do tratamento com IFN beta, resulta numa aceleração da degeneração Walleriana bem como num maior sucesso regenerativo.

Sistema nervoso - Regeneração - Plasticidade sináptica

B0310

MORFOLOGIA COMPARADA DAS BORBOLETAS DO GÊNERO ACTINOTE (HELICONIINAE: ACRAEINI): FILOGENIA E DIVERSIFICAÇÃO DO GÊNERO NA REGIÃO NEOTROPICAL


Eduardo de Proença Barbosa (Bolsista PIBIC/CNPq), Ronaldo Bastos Francini (Co-orientador) e Prof. Dr. André Victor Lucci Freitas (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Borboletas da tribo Acraeini (Nymphalidae: Heliconiinae) se distinguem por possuírem caracteres únicos de venação das asas, genitálias masculina e feminina e morfologia dos estágios imaturos. Dentro de Acraeini, o gênero Actinote apresenta diversos problemas de sistemática, incluindo definições e limites de espécies, diferenciação local e desconhecimento de sua filogenia. A única hipótese filogenética disponível até o presente momento (não publicada) foi proposta com base em apenas 17 espécies do sudeste brasileiro e 58 caracteres morfológicos. Assim, o presente trabalho teve por objetivo fazer uma análise dos caracteres morfológicos de venação das asas e também das genitálias das borboletas deste gênero, na tentativa de se melhorar a compreensão das relações filogenéticas entre as suas espécies. As análises filogenéticas preliminares mostraram divergências em relação ao estudo molecular realizado por Silva-Brandão et al. (2008), indicando que é preciso aumentar o número de caracteres analisados e também refinar os selecionados até o momento.

Actinote - Caracteres - Hipótese filogenética

B0311

UTILIZAÇÃO DE VINTE MARCADORES MICROSSATÉLITES PARA CARACTERIZAR HÍBRIDOS APOMÍTICOS RESULTANTES DE CRUZAMENTO ENTRE TETRAPLÓIDES APOMÍTICOS E SEXUAIS DIPLOÍDES PANICUM MAXIMUM


Lorena Rodrigues Boaventura (Bolsista IC CNPq), Adna Cristina B. de Sousa, Liana Junk e Profa. Dra. Anete Pereira de Souza (Orientadora), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
No cenário brasileiro, Panicum maximum se destaca como sendo a segunda espécie mais utilizada em pastagens. O que justifica a importância de um programa de melhoramento consolidado que vise à obtenção de novas cultivares promissoras para lançamento. Está espécie é de origem africana, tetraplóide (2n=32 ou 36) e apomítica facultativa. Este trabalho tem como objetivo caracterizar genótipos híbridos resultantes do cruzamento de genitores masculinos apomíticos e genitores femininos diplóides sexuais duplicados através de marcadores microssatélites visando selecionar genótipos superiores do ponto de vista genético, para serem inseridos no programa de melhoramento. O material vegetal foi liofilizado, moído e o DNA extraído (Hoisington et al. 1994). Foram utilizados 20 microssatélites, os quais foram genotipados em géis de poliacrilamida 6%. Para avaliar a distância genética foi gerado um dendrograma pelo método de agrupamento UPGMA usando o coeficiente de Jaccard (NTSYS-PC 2.1). O número de alelos/locus variou de 3 a 12. Nota-se a formação dos genótipos em cinco grandes grupos. Vários indivíduos de uma mesma família foram agrupados juntos, porém a utilização de mais marcadores pode organizar ainda melhor estas famílias. A partir desses resultados, foi possível constatar a eficiência dos marcadores microssatélites para determinar o polimorfismo e a diversidade genética dentro da espécie, o que poderá auxiliar na seleção de genótipos superiores para serem introduzidos no programa de melhoramento.

Marcador molecular - Forrageiras - Diversidade

B0312

PROPRIEDADES MECÂNICAS RELACIONADAS COM BIRREFRINGÊNCIAS EM FIOS DE NYLON E FIBRAS DE COLÁGENO: ENSAIO COMPARATIVO


Felipe Thadeu Tolentino (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Benedicto de Campos Vidal (Orientador), Instituto de Biologia - IB, UNICAMP
Análises da birrefringência de polímeros têm sido usadas como fonte de informação organizacional desses materiais, estabelecendo relações com propriedades mecânicas. Neste trabalho, foram utilizados fios de Nylon para pesca e fibras de colágeno de tendão caudal de rato. Os materiais foram submetidos a esforço mecânico e separados em grupos com diferentes parâmetros de teste; fragmentos dos materiais foram analisados em microscópio de luz polarizada para quantificação da birrefringência em função do esforço mecânico exercido sobre as fibras. Os valores obtidos de intensidade de brilho foram analisados com base em resumos estatísticos e histogramas das distribuições de pixels das imagens. A birrefringência dos materiais aumentou com o esforço mecânico, como previsto. Nos fios de Nylon, o aumento foi pequeno, provavelmente devido ao tratamento mecânico prévio que a linha sofre durante o processo de fabricação. O aumento da birrefringência nas fibras de colágeno foi proporcionalmente maior. O Nylon, em comparação com o colágeno, apresentou pequena variabilidade na distribuição dos valores de birrefringência, pois o fio tem uma supra-montagem relativamente mais homogênea e paralela, das cadeias moleculares, que a do colágeno, já que neste último ocorre um entrecruzamento de fibrilas na supra-organização da fibra.

Propriedade anisotrópica - Polímeros - Colágeno

B0313



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