Universidade estadual de campinas



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Hospital das Clínicas

B0305

IMPACTO DO VÍRUS SINCICIAL RESPIRATÓRIO NO ÍNDICE DE VENTILAÇÃO


Elio Barbosa Belfiore (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Adriana Gut Lopes Riccetto (Orientadora), Hospital das Clínicas - HC, UNICAMP
As infecções respiratórias agudas virais são as doenças mais comuns dos seres humanos; com impacto na saúde pública, por sua distribuição mundial, facilidade de disseminação e considerável mortalidade e morbidade. Entre os lactentes, o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é a principal causa de infecção de trato respiratório inferior. Em países em desenvolvimento, estima-se que 0,5% a 2% de todas as crianças com VSR são hospitalizadas; dessas, 7% a 21% desenvolvem insuficiência respiratória, e 0,5% a 1,5% destas podem evoluir para óbito. Em estudos brasileiros, a infecção pelo VSR corresponde a 15,8% a 32,2% dos casos de infecção respiratória aguda baixa em crianças. A apresentação mais comum da infecção pelo VSR é a bronquiolite viral aguda (BVA), que pode levar à insuficiência respiratória aguda e ventilação pulmonar mecânica (VPM) em lactentes. Quando ocorre tempo prolongado de VPM, aumenta a incidência de complicações, como infecção intra-hospitalar, trauma das vias aéreas superiores, estresse ao indivíduo e aumento de custos. Há poucos estudos na literatura analisando fatores ligados ao tempo de VPM em lactentes com BVA. O Índice de Ventilação (IV), fórmula que correlaciona Pressão Inspiratória e Freqüência Respiratória fornecidas ao paciente e a Pressão de CO2 no seu sangue arterial, tem sido utilizado como fator prognóstico do tempo de VPM destas crianças. Valores de IV acima de 37, estão associados a maior tempo de VPM e complicações decorrentes desta situação. Mais estudos sobre o valor prognóstico do IV na BVA são importantes para sua validação e uso na prática diária do médico intensivista. Os objetivos do presente trabalho, são, portanto, calcular o IV em lactentes de 0 a 12 meses, hospitalizados por infecção respiratória baixa e insuficiência respiratória aguda, com necessidade de VPM e comparar o IV entre os grupos com e sem infecção pelo Vírus Sincicial Respiratório, quanto ao tempo de VPM (em dias).

Virus sincicial respiratório - Índice de ventilação - Lactentes

B0306

ESTUDO DA PREVALÊNCIA DOS SINTOMAS DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE ESFORÇO EM MULHERES FREQÜENTADORAS DE ACADEMIAS DE GINÁSTICA


Maria Fernanda Brancalion (Bolsista PIBIC/CNPq), Marina Raimondi, Ms. Ft. Maria Celina Fozzatti (Co-orientadora) e Prof. Dr. Cássio Luís Zanettini Riccetto (Orientador), Hospital das Clínicas - HC, UNICAMP
A incontinência urinária de esforço (IUE) é a perda involuntária de urina que ocorre quando há aumento da pressão abdominal. Nesse sentido, postula-se que o aumento crônico da pressão abdominal pode contribuir no processo fisiopatológico. Dessa forma, os exercícios físicos de alto impacto e repetitivos podem representar fator de risco.O objetivo principal desse estudo é verificar qual a prevalência de IUE em mulheres freqüentadoras de academia de ginástica na região de Campinas. Assim, foi realizado estudo comparativo, com base no questionário International Consultation on Incontinence Questionnaire-Short Form (ICIQ-SF) que foi aplicado em mulheres na faixa etária de 20 a 45 anos na região de Campinas, divididas em dois grupos. Um grupo foi composto de 244 mulheres nuliparas freqüentadoras de academia de ginástica (GE) e outro por 244 mulheres nuliparas que não fazem exercício físico regularmente (GC) (a determinação do tamanho da amostra foi realizada a partir de um estudo piloto com 108 mulheres). Até o momento foram entrevistas 154 mulheres em busca da amostra, 117 do GE e 37 do GC. A média do escore ICIQ-SF foi de 1.8(+/-3.78) no GE e 1.78 (+/-3.09) no GC. A amostra estudada até o momento não permite avaliar se há diferenças significativas entre as populações. Essa informação somente poderá ser verificada após a análise estatística final, com a amostra completa. Para tanto, devido ao tamanho amostral calculado, foi solicitada prorrogação da bolsa visando sua conclusão.

Incontinência urinária - Atividades físicas - Prevalência

B0307

ESTUDO DA PREVALÊNCIA DE SINTOMAS DA SÍNDROME DA BEXIGA HIPERATIVA EM MULHERES JOVENS NA CIDADE DE CAMPINAS


Marina Raimondi (Bolsista PIBIC/CNPq), Maria Fernanda Brancalion, Ms. Ft. Maria Celina Fozzatti (co-orientadora) e Prof. Dr. Cássio Luís Zanettini Riccetto (Orientador), Hospital das Clínicas - HC, UNICAMP
Bexiga Hiperativa é definida como urgência urinaria, podendo estar associada a outras manifestações clínica. Devido a essa condição, muitas mulheres jovens têm comprometimento na sua qualidade de vida, causando limitações e desconforto. Por ter sido definida recentemente, foram realizados poucos estudos indicando sua prevalência e os impactos dela na sociedade. O objetivo do projeto é identificar a prevalência dos sintomas de BH em mulheres no menacme na população de Campinas, SP. Para isso será realizado um estudo epidemiológico, com base no questionário International Consultation on Incontinence Questionnaire – Overactive Bladder (ICIQ-OAB) aplicado em mulheres na faixa etária de 20 a 45 anos. A determinação do tamanho da amostra foi realizada com assessoria do Setor de Estatística da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp a partir de um estudo piloto que envolveu 108 mulheres e, a partir de análise baseada na média do Escore OAB, foi obtido o n de 1055 mulheres. O resultado parcial obtido com 199 entrevistas foi uma média de 2,93 de escore do questionário de OAB, com desvio padrão de 3,65. Devido ao tamanho amostral calculado, foi solicitada prorrogação da bolsa visando sua conclusão, possibilitando a obtenção do n previsto para a correta análise dos resultados.

Bexiga hiperativa - Urgência urinária - Prevalencia

B0308

ANÁLISE CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICA E LABORATORIAL DE CASOS DE ENDOCARDITE INFECCIOSA EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO ESTADO DE SÃO PAULO


Daniel Romano Zogbi (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Plínio Trabasso (Orientador), Hospital das Clínicas - HC, UNICAMP
A endocardite infecciosa (EI) é uma doença com alta morbidade e mortalidade. Os objetivos deste trabalho são avaliar as características clínico-epidemiológicas e laboratoriais, a letalidade e os fatores preditivos para o óbito em pacientes com EI atendidos em um hospital terciário de referência. Os critérios diagnósticos da EI incluem além dos dados clínico-epidemiológicos, os exames de hemocultura para identificação do agente etiológico e ecocardiograma trans-esofágico para evidenciar a presença de vegetação valvar. Serão analisadas dados demográficos e clínicos, exames laboratoriais, tratamento antibiótico utilizado, realização de procedimento cirúrgico, duração do tratamento e desfechos. Trata-se estudo descritivo, retrospectivo, envolvendo pacientes atendidos no Hospital de Clínicas da Unicamp entre janeiro de 2000 e dezembro de 2008 que contará com uma casuística final de 53 pacientes e o levantamento incluirá: a análise dos fatores de risco, as características clínico-laboratoriais de entrada e a caracterização da evolução e dos desfechos dos pacientes.

Endocardite - Análise - Hospital universitário





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