Universidade estadual de campinas


Faculdade de Educação Física



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Faculdade de Educação Física

B0237

A INFLUÊNCIA DA MÚSICA NOS SINAIS ELETROMIOGRÁFICOS, NA FREQÜÊNCIA CARDÍACA E NOS PARÂMETROS PSICOFISIOLÓGICOS DURANTE A REALIZAÇÃO DE CICLISMO INDOOR


Bruno de Paula Caraça Smirmaul (Bolsista SAE/UNICAMP), José L. Dantas, Eduardo B. Fontes e Prof. Dr. Antonio Carlos de Moraes I (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
A música, de forma geral, tem sido utilizada como fator motivador na prática desportiva. O objetivo do presente estudo foi analisar as respostas referentes aos parâmetros fisiológicos (sinais eletromiográficos e freqüência cardíaca – FC), psicofisiológicos (percepção subjetiva de esforço – PSE – e percepção subjetiva de tempo – PST) e a potência máxima alcançada (PMAX) durante a realização de um teste incremental máximo (TIMAX) em ciclismo com (CM) e sem (SM) a utilização de música eletrônica. Participaram do presente estudo 10 voluntários saudáveis. Foram coletadas a atividade eletromiográfica dos músculos Reto Femoral – RF e Vasto Lateral - VL, FC, PSE, PST e PMAX durante as duas condições (CM e SM). Os indivíduos realizaram quatro TIMAX do tipo rampa com uma carga inicial de 100 W e aumento de 10 W por minuto. A média dos valores de PMAX entre as situações SM (260,5 ± 27,7 W) e CM (263,2 ± 17,2 W) não apresentou diferença estaticamente significante. Para a atividade eletromiográfica os valores foram expressos em RMS (root mean square) e FM (freqüência mediana). A comparação entre a taxa de aumento de RMS e FM para os músculos RF e VL, assim como FC, PSE e PST também não apresentaram diferença significativa. No presente estudo a utilização da música durante TIMAX não influenciou as variáveis analisadas.

Eletromiografia - Música - Ciclismo

B0238

RESPOSTAS ELETROMIOGRÁFICAS DE MÚSCULOS FLEXORES E EXTENSORES DO JOELHO DURANTE SALTOS VERTICAIS EM ATLETAS DE VOLEIBOL


Caroline Tosini Felicissimo (Bolsista PIBIC/CNPq), Eduardo Bodnariuc Fontes , José Luiz Dantas ,Melissa Luiza Moura,Cintia Ramari Ferreira ,Felipe Arruda Moura,Bruno de Paula Caraça Smirmaul e Prof. Dr. Antonio Carlos de Moraes I (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Introdução: É sabida a importância do salto vertical no voleibol competitivo. Necessárias são as investigações sobre o padrão do recrutamento de músculos com diferentes propriedades e ações durante a prática de modalidades esportivas. Objetivo: Analisar o desempenho e as respostas eletromiográficas dos músculos Reto Femoral (RF), Bíceps Femoral (BF) e Gastrocnêmio Medial (GM) durante protocolo de saltos verticais. Métodos: 13 voleibolistas do sexo feminino (15,6 ± 0,9 anos) participaram do estudo. Inicialmente foi realizado um protocolo de potência máxima, consistindo de três saltos máximos, seguido do protocolo de resistência de saltos (ciclos de três saltos verticais máximos em aproximadamente 10 segundos – um salto a cada três s, com intervalo de 15 s de recuperação). O tempo de duração do protocolo de resistência foi de 20 minutos. Todos os saltos foram realizados sobre um tapete de contato utilizando a técnica do contramovimento, sem ajuda dos braços. Para o tratamento dos dados os saltos foram divididos em quatro períodos com 12 ciclos cada um. Resultados: A média de altura dos saltos foi: 1º período 34,4 cm, 2º 33,9 cm, 3º 33,1 cm e no 4º 33,0 cm. Os valores expressos em RMS foram: 1º período: RF 86,3 %, BF 79,7 % e GM 75,2 %, 2º RF 80,8 %, BF 77,2 % e GM 69,0 %, 3º RF 78,7 %, BF 79,3 % e GM 67,8 % e no 4º RF 78,1 %, BF 83,8 % e GM 69,1 %%. Não houve diferença significante nos valores. Conclusão: Os músculos RF, BF e GM estiveram ativos durante a realização dos protocolos de saltos.

Eletromiografia - Saltos verticais - Voleibol

B0239

SÍNDROME DO PÂNICO E EXERCÍCIO FÍSICO


Adriana Seraphin Veiga Casanova (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Edison Duarte (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Tomando-se como base a última década, temos que o avanço tecnológico, assim como as pressões sociais, políticas e econômicas, têm contribuído arduamente para o aumento de problemas psicológicos de ordem emocional, dentre eles a Síndrome do Pânico (objeto deste estudo), caracterizada por ataques recorrentes de transtornos de ansiedade imprevisíveis. Embora de alta ocorrência, há poucos estudos mais aprofundados na área da Educação Física que realizam um elo entre os grandes benefícios da prática de exercício físico regular e o tema em questão. Devido a isso, a pesquisa se baseou numa revisão de literatura sobre o tema Síndrome do Pânico e Exercício Físico, visando subsidiar o profissional da área de Educação Física no tratamento desses sujeitos e ao mesmo tempo permitindo um novo campo de atuação. A pesquisa bibliográfica foi realizada em bases de dados da Web Spirs, Web of Science, BIREME, Acervus (Unicamp) e CRUESP, nos idiomas: Inglês, Português e Espanhol. Tem-se como resultado da pesquisa que, o sujeito com a patologia desse estudo ao praticar regularmente exercícios físicos aeróbicos, pode produzir efeitos antidepressivos e ansiolíticos, os quais protegem-no dos efeitos negativos do estresse na saúde física e mental. Sendo assim, é a grande base para a reversão do quadro e posterior tratamento desse sujeito portador da Síndrome do Pânico.

Síndrome do pânico - Exercício físico - Transtorno de ansiedade

B0240

AVALIAÇÃO DA ESPASTICIDADE EM CRIANÇAS PORTADORAS DA PARALISIA CEREBRAL SUBMETIDAS AO MÉTODO BOBATH: REVISÃO DE LITERATURA


Mariana Campos Hernandes (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Edison Duarte (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O termo Paralisia Cerebral designa um grupo de afecções permanentes do sistema nervoso central, de caráter não progressivo, e que se traduzem clinicamente por distúrbios da motri- cidade (Reed, 1991). Tratamentos convencionais e alternativos buscam minimizar as condi- ções adversas da pessoa com PC, visando integrá-lo à vida comunitária. Dentre os tratamentos, a fisioterapia é a mais utilizada, e o método Bobath ou Tratamento Neuroevolutivo o mais difundido. Esse método tem por objetivo reduzir a espasticidade, prevenir atrofias, re- trações fibrotendíneas e deformidades esqueléticas, além de promover melhora psicossocial. Neste projeto foi realizado uma pesquisa bibliográfica (Mattos e Rossetto, 2004) sobre o mé- todo Bobath, visando averiguar o que há na literatura sobre os parâmetros utilizados para ava- liar a redução da espasticidade. Foram utilizadas as bibliotecas da FCM e Central da Unicamp, e da AACD – SP, além das bases de dados digitais Web Spirs, Bireme, Scirius e CRUESP. Dos 351.707 estudos encontrados sobre o tema, apenas 16 se enquadraram nos objetivos do trabalho e, ainda assim, mostraram enorme conflito de resultados, limitações na qualidade me- todológica dos trabalhos e grande variação das populações estudadas, havendo a necessidade de estudos especialmente focados na redução da espasticidade pelo método Bobath.

Bobath - Paralisia cerebral - Espasticidade

B0241

EDUCAÇÃO FÍSICA E AFASIA: ABORDAGEM TEÓRICO-PRÁTICA


Natália Furnkranz Araujo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Edison Duarte (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Introdução: a afasia é uma das seqüelas mais freqüentes em pessoas acometidas de A.V.C e um dos fatores limitantes para a reintegração social. A reabilitação dessas pessoas é feita por equipe multidisciplinar e atualmente observamos a inserção do profissional da Educação Física nessa equipe. Objetivo: subsidiar o profissional de Educação Física com informações científicas a respeito da relação entre atividade física e afasia. Método: trata-se de pesquisa qualitativa onde foi realizada revisão de literatura (CERVO e BERVIAN, 1975). Os livros foram consultados nas bibliotecas do IEL e Central da UNICAMP. As bases digitais Webspirs, Web of Science, Bireme, Cruesp e Acervus foram pesquisadas e as palavras “hemiplegia”, “agnosia”, “anosognosia”, “physical activity” e “physical education” foram utilizadas na busca. Resultados: foram encontrados dez tipos de afasia: Anartria Pura, Agrafia Pura, Surdez Verbal, Cegueira Verbal Pura, Afasia de Broca, Afasia de Condução, Afasia de Wernicke, Afasia Transcortical Motora, Afasia Transcortical Sensitiva, Afasia Amnésica de Pitres. Encontramos 64.029 trabalhos sobre o tema, sendo 84 específicos sobre afasia e atividade física. Conclusões: observamos que embora o tema seja amplamente estudado, o número de trabalhos sobre a relação entre atividade física e afasia ainda é pequeno, sendo objeto de estudo a ser investigado principalmente por profissionais da educação física.

Educação física - Afasia - Acidente vascular cerebral

B0242

ANÁLISE DA METODOLOGIA DO ENSINO DOS JOGOS COLETIVOS ESPORTIVOS DE 6º AO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL


Jefferson Martins Paixão (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Heloisa Helena Baldy dos Reis (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Comumente, observamos em aulas de educação física, um expressivo interesse por parte dos alunos em praticar determinadas modalidades esportivas como: futsal, handebol, basquete, vôlei e futebol e (BASSANI; TORRI; VAZ, 2003), modalidades essas conhecidas como, Jogos Coletivos Esportivos (REIS, 1994). Nesta pesquisa procuramos ter uma aproximação com a realidade dos professores do ensino público de 6º ao 9º ano do ensino fundamental do distrito de Barão Geraldo, para apreender o conhecimento deles sobre as metodologias de ensino e a sua opção metodológica para o ensino dos jogos coletivos esportivos. Para essa análise utilizamos a técnica da triangulação dos dados proposto por Triviños (1992), no qual tivemos como vértices da triangulação: os elementos produzidos pelo meio do sujeito (PCN’s, cadernos do professor da secretaria de educação do Estado de São Paulo, como também uma revisão bibliográfica de artigos sobre o tema); e os processos centrados no sujeito (respostas obtidas por meio de uma entrevista semi - estruturada). Identificamos que os professores entrevistados não possuem um conhecimento sólido sobre as metodologias de ensino existentes. Nos últimos anos, as metodologias de ensino vêm se desenvolvendo cada vez mais e com recursos variados, porém elas estão situadas dentro de um contexto acadêmico.

Jogos coletivos esportivos - Metodologia de ensino - Educação física escolar

B0243

ANÁLISE DOS NÍVEIS DE APTIDÃO FÍSICA, COORDENAÇÃO MOTORA E COMPOSIÇÃO CORPORAL EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES COM SÍNDROME DE DOWN


Carolina de Oliveira Gonçalves (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Irineu Gorla (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Indivíduos com Síndrome de Down (SD) possuem como características, além da deficiência intelectual, hipotonia muscular, dificuldades de coordenação motora, entre outros que podem atrapalhar desde o desenvolvimento físico até o convívio social dos mesmos. Estudos recentes indicam como meio de intervenção positiva (afim de obter melhoras referentes a composição corporal e capacidades físicas) a atividade física regular. Baseados nesses estudos, esta pesquisa objetiva, por meio de um trabalho de intervenção (duas aulas por semana, durante três meses) com crianças com SD de ambos os sexos, verificar a existência de mudanças e possíveis melhoras nas capacidades físicas assim como na composição corporal dos voluntários através da aplicação de testes como: Coordenação Corporal (KTK – Gorla e Araújo, 2007), Agilidade (Shuttle Run – Pitanga, 2004), Flexibilidade (Banco de Wells – Pitanga, 2004), IH (Impulsão Horizontal - Pitanga, 2004), Força Média (Abdominais – Pitanga, 2004) e Velocidade (50 metros - Pitanga, 2004) e Avaliação da Composição Corporal (SLAUGHTER, 1972).

Síndrome de down - Valências físicas - Composição corporal

B0244

COORDENAÇÃO MOTORA DE CRIANÇAS SURDAS: AVALIAÇÃO E INTERVENÇÃO


Luís Gustavo de Souza Pena (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Irineu Gorla (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
A coordenação motora faz parte do desenvolvimento da criança. Crianças surdas apresentam dificuldades nos níveis de coordenação, ritmo e equilíbrio. Este estudo tem por objetivo melhorar os níveis de coordenação motora de crianças de 8 a 11 anos surdas, através da prática do basquetebol. Para quantificar a coordenação motora dessas crianças foi aplicada a bateria de testes K.T.K. Este teste é composto por atividades que exigem equilíbrio, coordenação e ritmo. Serão ministradas aulas de iniciação em basquetebol, visando utilizar as características da modalidade como benefício para o desenvolvimento motor dessas crianças. As sessões têm duração de 60 minutos, com freqüência de 3 vezes por semana, num total de 12 aulas. No primeiro teste observou predominância nas classificações regular e normal. Apenas uma criança atingiu o nível bom e poucos o nível baixo. Após a intervenção, a bateria de testes será repetida e os resultados serão comparados para ver se houve influência da prática de basquetebol.

Coordenação motora - Surdos - Avaliação

B0245

DIFERENTES PROTOCOLOS DE TREINAMENTO FÍSICO SOBRE OS NÍVEIS DA PCR SÉRICA EM INDIVÍDUOS DE MEIA IDADE


Arthur Fernandes Gáspari (Bolsista PIBIC/CNPq), Cleiton A. Libardi, Rodrigo Dias, Anelena B. Frollini, Diego Brunelli, Claudia R. Cavaglieri, Giovana V. Souza, José Rocha, Celene F. Bernardes, Vera A. Madruga e Profa. Dra. Mara Patrícia Traina Chacon-Mikahil (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O Risco Cardiovascular é influenciado por vários fatores como: idade, hábitos alimentares, consumo de álcool, tabagismo e nível de atividade física. Estudos têm mostrado uma relação direta entre risco cardiovascular e os níveis da Proteína C-Reativa (PCR), caracterizando-a como fator independente e importante na predição de eventos cardiovasculares (Plaisance & Grandjean, 2006). O treinamento físico pode reduzir os níveis de PCR, particularmente o treinamento aeróbio, consequentemente diminuindo o risco de doenças cardiovasculares (Thompson et al., 2008). Objetivamos mensurar a variação da PCR de jejum em homens clinicamente saudáveis, não-ativos, submetidos a dois diferentes protocolos de treinamento físico com 3 sessões semanais por 16 semanas: Treinamento com Pesos (n=9, 51,29+/-3,59 anos, TP = 10 exercícios/3séries/8-10rep) e Treinamento Concorrente (n=11, 49,89+/-5,58 anos, TC = 6 exercícios/3séries/8-10rep + 30min caminhadas/trotes). Não foram encontradas diferenças significativas entre os valores de PCR nas comparações (ANOVA) entre os grupos (f = 0,328, p = 0,574), entre os momentos (f = 1,727, p = 0,205) e na interação entre grupos x momentos (f = 3,784, p = 0,68). Ambos os treinamentos propostos não mostraram ser capazes, neste período de intervenção, de modificar significativamente os níveis da PCR dos grupos estudados. Suporte: CNPq e PRP-UNICAMP.

Treinamneto - Proteina C-reativa - Síndrome metabólica

B0246

ANÁLISE DO NÚMERO DE REPETIÇÕES MÁXIMAS EM DIFERENTES PERCENTUAIS DE 1-RM PARA GRUPOS MUSCULARES DISTINTOS EM HOMENS E MULHERES DE MEIA-IDADE


Melissa Antunes (Bolsista SAE/UNICAMP), Valéria Bonganha, Claudinei F. dos Santos, Vera A. Madruga, Cleiton A. Libardi (Co-orientador) e Profa. Dra. Mara Patrícia Traina Chacon-Mikahil (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Os percentuais da carga obtidos na avaliação de 1 repetição máxima (1RM) da força muscular são usuais para a prescrição do treinamento com pesos (TP). O número de RMs possíveis em um determinado percentual de 1RM nos exercícios resistidos para os diferentes grupos musculares, ainda não foi descritos em homens e mulheres de meia-idade. Objetivamos estabelecer o número RMs realizados com diferentes percentuais de 1RM em três exercícios distintos por homens e mulheres de meia-idade antes e após 16 semanas de TP (10 exercícios, 3 vezes por semana). Foram estudados 12 mulheres (54,83±4,89) e 14 homens (47,78±5,19) não-ativos, sem patologias. Realizaram o teste de 1RM nos exercícios supino, leg press e rosca direta. Posteriormente realizaram em dias alternados uma série com 60, 80 e 90% de 1RM para cada um dos três exercícios até a exaustão. A análise foi realizada por ANOVA e post hoc de Scheffé (p<0,05). Para 1RM, os grupos aumentaram significativamente após o TP no supino e rosca direta, e no leg pres apenas os homens. No pré-treino, nos homens observou-se diferenças significantes no número RMs no leg press comparado ao supino e rosca direta. Após as 16 semanas de TP, diferença significante foi observada entre o leg press e a rosca direta. Não ocorreram diferenças significantes entre os sexos no número de RMs nos diferentes exercícios com 60% 1RM, mas em alguns grupos musculares ocorreram diferenças significantes entre os sexos para 80% e 90% 1RM. Estes resultados mostram a atenção diferenciada a ser dada a diferentes grupos musculares e sexos. Suporte: CNPq.

Treinamento com pesos - Teste de força máxima - Envelhecimento

B0247

TAXA METABÓLICA DE REPOUSO EM HOMENS DE MEIA IDADE ANTES E APÓS PROGRAMA DE TREINAMENTO COM PESOS


Nathalia Volpato (Bolsista SAE/UNICAMP), Giovana V. Souza, Cleiton A. Libardi, Vera A. Madruga, Claudinei F. Santos (Co-orientador) e Profa. Dra. Mara Patrícia Traina Chacon-Mikahil (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
A diminuição da Taxa Metabólica de Repouso (TMR) é uma das características do processo de envelhecimento, sendo atribuída a processos tais como à sarcopenia e aumento da massa gorda. O treinamento com pesos (TP) pode aumentar a massa muscular e conseqüentemente a TMR. Objetivamos analisar e correlacionar os efeitos do TP sobre a TMR e a composição corporal em homens de meia idade. Foram estudados 23 homens subdivididos em: grupo treinamento com pesos (GP, n=12, 47,07±5,49anos, 16 semanas, 10 exercícios, 3 vezes por semana) e grupo controle (GC, n=11, 50,09±5,37anos), clinicamente saudáveis e não-ativos fisicamente. A TMR foi determinada através da calorimetria indireta, (Ultima CPX, MedGraphics, USA) e calculada pela fórmula de Weir (1949). A gordura corporal relativa (%G) e massa magra (MM) foram estimadas pela equação de Siri (1962) após o cálculo da densidade corporal pela equação de Guedes & Guedes (1984). Para análise da comparação entre os momentos e entre os grupos utilizou-se análise de variância (ANOVA) e a correlação linear de Pearson entre as modificações percentuais da TMR e %G e MM. Não houve diferenças significativas entre os momentos e entre os grupos para a TMR, assim como na %G, MM e MG. Também não ocorreram correlações significativas entre a TMR e %G (r=-0,18) e TMR e MM (r=-0,11). No grupo estudado, as 16 semanas de TP não foram suficientes para gerar modificações ou correlações entre essas variáveis. Suporte: CNPq.

Treinamento com pesos - Taxa metabólica de repouso - Envelhecimento

B0248

ESTUDO SOBRE AS ALTERAÇÕES ANTROPOMÉTRICAS EM MULHERES SEDENTÁRIAS, APÓS A PARTICIPAÇÃO EM UM PROGRAMA DE EXERCÍCIO FÍSICO


Daniel Medeiros Lobo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Mariangela Gagliardi Caro Salve (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O sedentarismo é considerado o principal fator de risco para obtenção de doenças não transmissíveis. Dados epidemiológicos evidenciam menor morbimortalidade por doenças em indivíduos fisicamente ativos, pois sabe-se que exercícios físicos, mesmo em graus moderados, têm efeitos protetores e geram importantes benefícios para a saúde. Partindo destes referenciais, este trabalho teve a proposta de oferecer um programa de atividade de física, com a duração de nove meses, para mulheres inicialmente sedentárias, na faixa de 30 a 60 anos e visou avaliar a composição corporal através do IMC (Índice de massa corpórea), porcentagem de gordura, relação cintura-quadril e perimetria, juntamente com uma avaliação da qualidade de vida, antes e depois do programa aplicado. As atividades ocorreram três vezes por semana, com a duração de uma hora, com atividades aeróbias, exercícios resistidos, alongamentos e outras atividades com o objetivo de melhorar as capacidades físicas. Nos resultados, não se observou mudanças significativas no peso corporal e IMC, porém, pôde-se observar melhoras na relação cintura-quadril e aumento da massa magra, relacionado à melhora da porcentagem de gordura e manutenção da perimetria. Não ocorreu mudanças antropométricas significativas, devido a um possível não acompanhamento nutricional, porém mudanças suficientes para reduzir o risco da obtenção de doenças não transmissíveis, contando ainda com melhoras significativas na qualidade de vida, o que é um indicativo que o programa foi importante.

Sedentarismo - Atividade física - Composição corporal

B0249

ASSOCIAÇÃO ENTRE FORÇA EXPLOSIVA, VELOCIDADE E AGILIDADE EM JOVENS FUTEBOLISTAS


Eduardo Henrique Frazilli Pascoal (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Miguel de Arruda (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O presente estudo tem como objetivo avaliar as variações da força explosiva, velocidade e agilidade em jovens atletas futebolistas, durante um período semestral de treinamento de treinamento. Irão participar dos estudos atletas das categorias infantil e juvenil de um clube de futebol localizado na cidade de Campinas - SP. As variáveis coletadas serão: força explosiva, força explosiva elástica, força explosiva elástica reflexa, por meio de testes de saltos verticais utilizando a plataforma de força. A velocidade será coletada utilizando testes de velocidade de 20 metros, calculando o tempo para percorrer esta distância utilizando-se células fotoelétricas. A agilidade será avaliada pelo Illinois Agility Test, utilizando-se o tempo para percorrer o trajeto com disposição de células fotoelétricas na saída e na chegada do percurso. Também serão coletados dados para a composição corporal como dobras cutâneas, perímetro de coxa, peso e estatura.

Desempenho motor - Crescimento físico - Força explosiva

B0250

ASSOCIAÇÃO ENTRE INDICADORES ANTROPOMÉTRICOS, MATURACIONAIS E DESEMPENHO DE FORÇA MOTORA EM FUTEBOLISTAS SUB 15


Flavio Cremasco Ferreira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Miguel de Arruda (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
É cada vez imprescindível para o trabalho de clubes que buscam desenvolver um projeto adequado de aprimoramento e aperfeiçoamento de suas categorias de base, estudos que relacionam indicadores de estado maturacional e de desempenho motor. Isso pois a necessidade constante de se compreender e monitorar o crescimento e desenvolvimento do ser humano, não se dá apenas pela curiosidade científica, mas sim pela possibilidade de melhor se trabalhar com as diversas problemáticas que se colocam nesse campo, seja o sedentarismo, a obesidade infantil, a desnutrição, ou a busca por se desenvolver um treinamento que possibilidade maiores ganhos com menores riscos para os atletas juvenis. Os desempenhos dessas variáveis podem ser mensurados através de diversos testes, dos quais é possível obter comparações, relações e associações entre a capacidade biomotora força, estágios de maturidade sexual, e o desempenho esportivo.

Antropometria - Maturação - Força

B0251

CONTRIBUIÇÃO DE VARIÁVEIS QUANTITATIVAS NA VARIAÇÃO DA FORÇA EXPLOSIVA ELÁSTICA REFLEXA EM JOVENS ATLETAS


Thiago Mariano (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Miguel de Arruda (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Estimar a contribuição das variáveis associadas na variação das mudanças do desempenho das manifestações da força explosiva elástica reflexa (FEER) durante um ciclo anual em futebolistas do sexo masculino. Participaram deste estudo 60 jovens atletas, nas faixas etárias de 13 a 19 anos pertencentes a clubes da região metropolitana de Campinas - São Paulo. O desempenho da FEER será verificado a partir dos testes de salto vertical com a técnica CJ5s. As variáveis que caracterizam a composição corporal serão: massa corporal magra (MCM); área muscular da coxa (AMCX). O tempo de treinamento será compreendido na quantidade de anos de treinamento. Para o procedimento de análise estatística fará o uso de medidas da ANOVA fator único, seguido da analise TUKEY’S seguido de post-hoc test; covariância ANCOVA; Análise de regressão linear múltipla , Test-t Student’s; alometria multinível. O nível de significância utilizado será de 0,05. CURVA ROC-Receiver Operating Characteristics. Os resultados esperados são que no relacionamento do aumento da produção de força com a maturação de que os jovens respondem às mudanças particulares de cada componente ao treinamento, apresentando períodos críticos, que são particularmente sensíveis as mudanças específicas de cada componente com o treinamento de força.

Força explosiva - Variáriveis quantitativas - Jovens atletas

B0252

A INFLUÊNCIA DA REALIZAÇÃO DE DIFERENTES ORDENS DAS FASES DO TRIATHLON NO RENDIMENTO


Jackeline Voltolini (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Orival Andries Júnior (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Mundialmente praticado, o triathlon não tem em sua história nada que justifique o porquê da ordem de realização de suas fases: nadar, pedalar e correr. Composto por estas três fases o triathlon poderia ser realizado em até seis ordens diferentes. Desta forma, o presente estudo irá analisar o tempo de realização das fases e da prova como um todo, em diferentes disposições, a percepção subjetiva de esforço com a aplicação do Teste de Borg(2000), e as respostas fisiológicas apresentadas pelo lactato sanguíneo que será coletado antes, durante as transições e após a prova. Para este estudo, os sujeitos selecionados possuem pelo menos um ano de treino em triathlon, com experiência em provas de Short Triathlon e realizarão uma prova com as distâncias de 375m de natação, 10km de ciclismo e 2,5km de corrida, valores estes que correspondem a metade das distâncias oficiais de provas de Short Triathlon. O objetivo é verificar se há uma melhora no desempenho da prova como um todo e/ou em cada fase separadamente, e assim desenvolver uma nova forma de treinamento e/ou avaliação de como uma modalidade pode interferir na outra.

Triathlon - Rendimento - Lactato

B0253

EFEITO DA SOBRECARGA ESPECÍFICA NA CORREÇÃO DE INTERVALOS NÃO PROPULSIVOS NO NADO CRAWL


Thiago Telles (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Orival Andries Júnior (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Na natação se faz preponderante a utilização de sobrecarga para o treino de potencia. Para viabilizá-la pode-se usar parachutes e palmares. Este objetiva o aumento da massa de água a ser deslocada a cada braçada enquanto aquele aumenta o arrasto (resistência) do nadador. O objetivo deste estudo foi verificar os efeitos da sobrecarga especifica da natação na técnica do nado crawl. Onze nadadores competitivos em nível estadual foram avaliados durante 15 metros em máxima intensidade em 4 situações: livre de equipamentos, com palmares, com parachutes e com ambos. Os testes foram filmadas por 02 câmeras subaquáticas (60 hz), frontal e lateralmente ao nadador. As imagens foram analisadas quadro a quadro para aquisição da velocidade média, freqüência e comprimento de braçadas, do índice de coordenação e da duração percentual das fases dos ciclos das braçadas. O estudo conclui que a sobrecarga específica através de palmares e parachutes não prejudica a técnica dos nadadores em máxima intensidade, quando analisada através do índice de coordenação e nas fases da braçada, contudo mudanças estatisticamente significantes foram encontradas para as variáveis de freqüência e comprimento de braçadas ao longo dos testes. Desta forma, pode-se utilizar estes equipamentos sem danos a técnica do atleta, desde que programe sua utilização.

Indice de coordenação - Nado Crawl - Técnica

B0254

ANÁLISE CINEMÁTICA TRIDIMENSIONAL DAS PRINCIPAIS TÉCNICAS DE SAÍDAS DA NATAÇÃO POR VIDEOGRAMETRIA


Marcel Mourão Rossi (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Ricardo Machado Leite de Barros (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Para a análise cinemática tridimensional do nado faz-se necessária a calibração acurada de grandes volumes. Para evitar a construção de grandes objetos de calibração, este trabalho propõe e avalia a utilização do método de calibração não linear proposto por Zhang (1999), usado para o cálculo dos parâmetros de distorção. Em um teste fora d’água, foram usadas quatro câmeras modelo BASLER®. Uma estrutura de dimensões 1,6x0,9x0,9 m3 contendo 8 pontos de calibração foi utilizada para a calibração de um volume de 5x2x2 m3. Os parâmetros de distorção foram obtidos através da movimentação de uma estrutura plana quadriculada com linhas ortogonais (5x8 quadrados) ao longo do volume, analisada em ambiente MATLAB® (Bouguet, 2002). Para avaliação da acurácia da metodologia, foi calculada a média da distância entre pontos fixados em um corpo rígido em movimento dentro do volume e comparada com o valor real (285,4mm). Foi encontrado o valor de acurácia 5,7mm comprovando a eficácia da metodologia proposta. Em trabalhos futuros será avaliada a utilização do método proposto para análises subaquáticas e no estudo de diferentes tipos de saídas da natação.

Natação - Saídas - Videogrametria

B0255

ANÁLISE DA CINEMÁTICA TRIDIMENSIONAL EM ATLETAS BRASILEIROS DE SALTO COM VARA DE ALTO NÍVEL


Nathalia Polisello Rossetto (Bolsista SAE/UNICAMP), Tiago Russomanno e Prof. Dr. Ricardo Machado Leite de Barros (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O salto com vara é conhecido como uma das modalidades mais técnicas do atletismo, sendo determinante o aprimoramento de parâmetros técnicos no alcance da melhor performance. Através da análise cinemática tridimensional é possível quantificar o desempenho dos atletas durante o gesto esportivo. Atualmente não existem dados biomecânicos de atletas brasileiros no salto com vara, sendo objetivo desse trabalho realizar a análise de atletas brasileiras de alto nível. Foram coletados dados durante treinos, e também na competição Troféu Brasil CAIXA de Atletismo (2008). Todos os saltos foram filmados por quatro câmeras Basler A602fc, com freqüência de análise de 100 Hz, conectadas a computadores. Para a obtenção das variáveis discretas realizou-se a marcação de pontos específicos no software Dvideo, de forma a originar os valores desejados (altura da empunhadura no momento de desprendimento da vara (AEDV), e a distância de impulsão (DI), corda da vara (CV), % da corda da vara (%CV), altura máxima do centro de massa (CMmáx), e altura da vara na perpendicular (VP)). O software matemático MATLAB foi utilizado para análise dos dados. É possível, através dos resultados, verificar a importância das variáveis obtidas no desempenho do salto, e realizar a caracterização de parâmetros técnicos, bem como, contribuir na melhora do nível técnico da modalidade.

Análise tridimensional - Salto com vara - Competição

B0256

PEDAGOGIA DO ESPORTE: O PRECESSO DE ENSINO, VIVÊNCIA E APRENDIZAGEM DA MODALIDADE BASQUETEBOL EM SITUAÇÕES ADVERSAS DE ESPAÇO FÍSICO E MATERIAL DIDÁTICO


Thiago José Leonardi (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Roberto Rodrigues Paes (Orientador), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
O campo da Pedagogia do Esporte, em nosso estudo justaposto ao dos Jogos Esportivos Coletivos, pode ser permeado por outros objetivos pedagógicos que não só a formação de futuros atletas, mas, principalmente, possibilitando a utilização de procedimentos pedagógicos a fim de contribuir para a formação integral do indivíduo. Além disso, vimos no trato pedagógico a ser dado ao esporte, no caso de nosso estudo especificamente a modalidade basquetebol, a possibilidade de inserção da prática esportiva mesmo em espaços físicos que, aparentemente, sejam inadequados para a prática da modalidade, ou ainda quando a ausência de maior número de materiais didáticos esteja presente. Nessa perspectiva, por meio da abordagem da Pedagogia do Esporte, dos métodos de ensino dos Jogos Esportivos Coletivos e da Pedagogia do Esporte aplicada ao basquetebol, realizamos uma pesquisa bibliográfica, por meio da técnica de revisão bibliográfica, no intuito de dialogar com os autores das áreas supracitadas, e assim, sinalizar indicativos para o oferecimento do processo de ensino, vivência e aprendizagem da modalidade basquetebol em situações adversas de espaço físico e material didático.

Pedagogia do esporte - Pedagogia do basquetebol - Situações adversas

B0257

TREINAMENTO COM PESOS: EFEITOS SOBRE O SISTEMA CARDIOVASCULAR EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA


Renata Maria de Oliveira Botelho (Bolsista FAPESP), Valéria Bonganha, Miguel Conceição, Giovana Vergínia, Cleiton Libardi, Mara Patrícia Chacon-Mikahil, José Rocha e Profa. Dra. Vera Aparecida Madruga (Orientadora), Faculdade de Educação Física - FEF, UNICAMP
Após a menopausa, ocorrem modificações no organismo da mulher tais como: alterações na composição corporal, aumento da pressão arterial (PA) de repouso, podendo influenciar o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Objetivamos dessa forma, analisar os efeitos do treinamento com pesos (TP) nas variáveis relacionadas ao sistema cardiovascular em mulheres na pós-menopausa. Participaram da pesquisa 20 mulheres na pós-menopausa, não ativas fisicamente e não usuárias de terapia de reposição hormonal. A PA foi aferida pelo método auscultatório e a frequência cardíaca (FC) por um cardiofrequêncimento, após 5min de repouso na posição sentada. A composição corporal foi obtida pela técnica de dobras cutâneas e o consumo de oxigênio (VO2pico) por um analisador de gases durante o teste na esteira. O TP foi realizado em 3 sessões semanais, durante de 16 semanas. Foi verificada a normalidade da amostra através do teste de Shapiro-Wilks e o teste t de student para amostras pareadas (programa Bioestat 5.0), com p<0,05. Os resultados mostraram que ocorreram diferenças estatisticamente significantes após o programa de TP nas variáveis MM (p<0,0001), MG (p<0,038) e PAD(p<0,0001). Concluindo, podemos inferir que o TP não foi eficiente para provocar alterações no: VO2pico, PA Sistólica e na FC de repouso. Suporte: Fapesp.

Menopausa - Sistema cardiovascular - Treinamento com pesos





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