Universidade estadual de campinas


OPORTUNIDADES PERDIDAS PARA O TRATAMENTO DA TUBERCULOSE LATENTE EM PACIENTES COM INFECÇÃO PELO HIV ACOMPANHADOS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO (2ª FASE)



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OPORTUNIDADES PERDIDAS PARA O TRATAMENTO DA TUBERCULOSE LATENTE EM PACIENTES COM INFECÇÃO PELO HIV ACOMPANHADOS EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO (2ª FASE)


Mayara Sanches Fonseca (Bolsista SAE/UNICAMP), Priscila de Marco da Silveira e Profa. Dra. Mariângela Ribeiro Resende (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Objetivo: aprimorar a adesão às recomendações para o tratamento da infecção tuberculosa latente (ITL) em pacientes infectados pelo HIV. Métodos: estudo de intervenção; avaliados casos de HIV-aids, no período de 2004-2006, ≥14 anos, identificadas as oportunidades perdidas para o tratamento da ITL e definidas diretrizes. Resultados: De 496 casos notificados foram excluídos 116(23,39%) por TB ativa. Nos 271(89,73%) pacientes incluídos, o teste tuberculínico (TT) foi solicitado em 219(80,81%) e não houve registro em 52(19,19%). A realização ou a leitura não foram feitas em 64(29,23%). Dos 155(70,77%) com TT lidos, os resultados foram <5mm em 118(53,88%) e ≥5mm em 37(16,89%). O tratamento da ITL foi concluído em 22(59,46%) casos com TT ≥5mm. Dentre os 116(42,8%), em que o TT não foi solicitado, não realizado ou não lido, o CD4+ foi ≥ 350 cels/mm3 em 51(43,96%). Para 54,14% dos profissionais de saúde, o retorno para leitura é a maior dificuldade do TT, visto que 83,33% referiram solicitá-lo. Diretrizes: incorporação de protocolo, carimbo e ficha no prontuário, tratamento da ITL naqueles com TT ≥5mm e contato com a rede pública local. Conclusão: a oportunidade de realização do TT foi perdida em 42,8% e o não tratamento da ITL em 40,54% dos casos. Após a aplicação das diretrizes espera-se o impacto efetivo no controle da ITL.

HIV - Tuberculose - Prevenção

B0183

UTILIDADE DA AVALIAÇÃO SINDRÔMICA E DOS MÉTODOS DE ELISA NS1 E TESTE RÁPIDO PARA O DIAGNÓSTICO DE DENGUE


Rafael Luis Moura Lima do Carmo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Mariângela Ribeiro Resende (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Introdução: O estabelecimento de critérios e métodos diagnósticos que otimizem o manejo dos casos de dengue é uma prioridade em saúde pública. Objetivos: avaliar a utilidade dos métodos ELISA NS1 e Teste rápido para o diagnóstico de dengue. Desenho do estudo: Retrospectivo e descritivo. Casuística e métodos: foram incluídos pacientes com suspeita de dengue atendidos no HC-Unicamp, de janeiro de 2007 a maio de 2009, com manifestações hemorrágicas. Os métodos utilizados foram ELISA NS1 (Panbio®) e Teste Rápido (Panbio®), comparados ao Mac-ELISA. Resultados Preliminares: Dos 47 pacientes avaliados, o intervalo sintomas-coleta foi de 4,5 dias, em média; houve febre em 100% e cefaléia em 47% dos pacientes; houve concordância entre teste rápido e o Mac-ELISA em 83% e entre o NS1 ocorreu concordância em 55% dos testes. Conclusão: os testes se mostraram utéis para a confirmação diagnóstica de dengue, sendo que para a validação do NS1 há a necessidade de outro teste padrão de comparação em virtude da precocidade do antígeno NS1 na evolução da doença. Além disso, observa-se que cefaléia e febre são sintomas importantes na confirmação/descarte da doença.

Dengue - Teste rápido - NS1

B0184

RETARDO DA FUNÇÃO DO ENXERTO EM RECEPTORES DE TRANSPLANTE RENAL COM DOADOR FALECIDO. FATORES DE RISCO E IMPACTO NA SOBREVIDA DE PACIENTE E ENXERTO


Eduardo José Mariotoni Bronzatto (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Marilda Mazzali (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O Retardo da Função Renal (RFR), complicação frequente após o transplante renal, acomete cerca de 60% dos receptores de doador falecido [Mazzali, 1999]. Apresenta etiologia multifatorial. Histologicamente caracterizado por necrose tubular aguda (NTA). Objetivo: verificar, em um grupo de transplantados renais com doador falecido, a incidência de RFR, os fatores de risco e o impacto na sobrevida de enxerto e paciente. Metodologia: Análise retrospectiva dos prontuários médicos de indivíduos > 18 anos, submetidos ao transplante renal com rim de doador falecido, no período de janeiro/2003 a dezembro/2006. Resultados: De um total de 165 transplantes, 111 (67%) apresentaram RFR, com necessidade de diálise. A incidência de RFR foi maior no grupo com tempo de isquemia fria (IF) > 24 horas (85% vs. 60%, p<0.05) e para doadores com idade maior (40 ± 10,5 versus 31,8 ± 11,9 anos, RFR vs. sem RFR, p<0.05). Ao final de 1 ano de acompanhamento, o grupo RFR apresentou pior função do enxerto em relação ao não RFR (creatinina 1,6 ±0,7 versus 1,3 ± 0,4 mg/dL, p<0.05), assim como maior incidência de perda do enxerto. Conclusão: O tempo de IF prolongado e a maior idade do doador apresentaram associação com maior incidência de RFR, o que leva a um maior tempo de internação e a uma redução na função e sobrevida do enxerto após 1 ano.

Transplante renal - Insuficiência renal aguda - Isquemia fria

B0185

REGISTRO DE NEOPLASIAS EM RECEPTORES DE TRANSPLANTE RENAL: NEOPLASIAS LINFOPROLIFERATIVAS E/OU DE ÓRGÃOS SÓLIDOS


Priscila Mina Falsarella (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Marilda Mazzali (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Introdução: Receptores de transplantes de órgãos tem maior risco de neoplasias que a população geral. Registros internacionais demonstram que as neoplasias sólidas mais freqüentes são gastrointestinais, de rim nativo e anogenitais e as linfoproliferativas são mais comuns na faixa etária pediátrica. Objetivos: Avaliar a incidência de neoplasias sistêmicas no acompanhamento pós transplante renal. Metodologia: Análise retrospectiva de prontuários de transplantados renais com diagnostico de neoplasia por biopsia(s) durante o seguimento. Resultados: De 1300 transplantados renais, 30 (2,3 %) desenvolveram neoplasias de órgãos sólidos ou lifoproliferativas após o transplante, sendo 16 homens (53,4%) e 14 mulheres (46,6%), com idade média de 42 ± 12 anos. O tempo médio para diagnóstico de neoplasia foi de 79 ± 66 meses. A maioria das neoplasias diagnosticadas de tumores de trato urinário (n=10, 33,3%), aparelho reprodutor (n=8, 26,6%), aparelho digestivo (n=6, 20%), tireóide (n=2, 6,7%), associação de linfoma e neoplasia de pele (n=2, 6,7%), aparelho respiratório (n=2; 6,7%). Conclusão: A incidência de neoplasias nesta série foi de 2,3 %, sendo que neoplasias de trato urinário foram as mais freqüentes.

Neoplasias - Transplante renal - Imunossupressão

B0186



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