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PERFIL DE MORTALIDADE DO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO COMO INDICADOR DE QUALIDADE HOSPITALAR NO HOSPITAL ESTADUAAL SUMARÉ



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PERFIL DE MORTALIDADE DO INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO COMO INDICADOR DE QUALIDADE HOSPITALAR NO HOSPITAL ESTADUAAL SUMARÉ


Maria Talita Bonini (Bolsista SAE/UNICAMP), June Barreiros Freire e Profa. Dra. Maria Rita Donalisio Cordeiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) é evento que sempre requer internação hospitalar, sendo importante causa de morbi-mortalidade da população adulta. O objetivo deste trabalho é analisar o perfil da mortalidade hospitalar devido ao IAM no Hospital Estadual Sumaré (HES), de 2006 a 2008. Trata-se de estudo descritivo retrospectivo da totalidade dos prontuários hospitalares dos indivíduos que morreram devido ao IAM. As variáveis estudadas foram: tipo de IAM (com ou sem supra desnivelamento do segmento ST, angina de alto, médio ou baixo risco), variáveis sócio-demográficas, comorbidades e fatores de risco, tempo de evolução, intercorrências clínicas, transferências de serviços, classificação de gravidade Killip (I a IV). Dentre os sintomas referidos a precordialgia foi a de maior prevalência (73,4%); a comorbidade mais encontrada foi a hipertensão arterial (65,3%) e o choque cardiogênico foi a complicação mais prevalente (69,6%). O tempo médio de internação foi de 8,9 dias. A avaliação Killip foi III e IV para 40% dos pacientes. Foi feita trombólise em apenas 58,8% dos pacientes com menos de 12 horas de sintomas. A discussão destes resultados com as equipes de saúde do hospital pode auxiliar a identificação de falhas na atenção aos casos. A evolução do IAM pode ser indicador de relevância na avaliação da qualidade dos serviços hospitalares.

Infarto agudo do miocárdio - Mortalidade - Informação em saúde

B0179

POLIMORFISMO SNP309 E A RESPOSTA À QUIMIOTERAPIA NEOADJUVANTE EM TUMORES LOCALMENTE AVANÇADOS DE MAMA


Ana Laura Gatti Palma (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Salete Costa Gurgel (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O gene p53 é considerado um gene supressor de tumor, e está mutado em 50% dos tipos de câncer. Variações genéticas polimórficas em sua via de ação podem, portanto, determinar uma susceptibilidade individual ao câncer. A proteína MDM2 é reguladora negativa dessa via. Recentemente foi descrito um polimorfismo do MDM2, o SNP309. Acredita-se que ele leve a uma superexpressão da proteína, inativando a via de ação do p53. Ele está associado a diversas neoplasias malignas, e pode estar relacionado a uma pior resposta desses tumores a seus tratamentos. O projeto busca elucidar aspectos da relação entre o SNP309 e o câncer de mama, a segunda neoplasia mais freqüente entre as mulheres no Brasil. Para tanto é avaliada a resposta do mesmo à quimioterapia neoadjuvante em mulheres com câncer de mama localmente avançado (estágios III e IV). A partir do sangue das pacientes, através das técnicas de PCR e digestão enzimática é determinada a presença do SNP309. A informação é adicionada à uma planilha que inclui dados como tipo histológico e resposta tumoral. Os dados são submetidos à análise estatística utilizando-se o teste qui-quadrado e Fisher, com 0,05 para o p. Resultados preliminares apontam que o polimorfismo não altera o risco para o câncer de mama, e o alelo mutado não apresenta freqüência diferente daquela encontrada na população normal.

SNP309 - Câncer de mama - Quimioterapia neoadjuvante

B0180

QUAIS AS POSSÍVEIS RAZÕES QUE LEVARAM À MUDANÇA OU INTERRUPÇÃO DO PRIMEIRO ESQUEMA ANTIRETROVIRAL EM PACIENTES ACOMPANHADOS NO HC/UNICAMP?


Danilo da Silva (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Mariângela Ribeiro Resende (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Introdução: a manutenção do primeiro esquema anti-retroviral para o sucesso terapêutico no tratamento de pacientes infectados pelo HIV é de grande importância. Objetivo:identificar as principais razões que levaram a troca ou abandono do primeiro esquema anti-retroviral.Pacientes e Métodos: estudo retrospectivo, descritivo, com pacientes (maiores de 18 anos) acompanhados no HC-Unicamp que iniciaram a terapia antiretroviral (TARV) entre janeiro de 2003 e dezembro de 2008.Resultados: foram selecionados 96 pacientes, destes 40(41,67%) trocaram o primeiro esquema anti-retroviral. Houve predomínio de homens, brancos com mediana de idade de 32,50 anos (mínimo:20 e máximo:63 anos).O intervalo de tempo entre o diagnóstico do HIV e o início do tratamento anti-retroviral variou de nenhum dia a 13 anos. O esquema inicial de TARV mais prescrito em 75% dos casos foi: 2 NRTI + 1 NNRTI e em 25% houve combinação com IP (inibidor da protease). O uso de IP no primeiro esquema foi associado a troca da TARV (25% x 7,14%; P=0,031). Conclusão: a troca da TARV ocorreu em quase metade dos casos, sendo o uso de IP no primeiro esquema associado à troca.

Adesão - Terapia antiretroviral - Eventos adversos

B0181

LETALIDADE ASSOCIADA A LEPTOSPIROSE EM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DE REFERÊNCIA


João Carlos de Jesus (Bolsista SAE/UNICAMP), Rodrigo Nogueira Angerami, Verônica Maria Sinkoc, Márcia Teixeira Garcia, Maria Luiza Moretti e Profa. Dra. Mariângela Ribeiro Resende (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Apesar do aprimoramento dos recursos diagnósticos e terapêuticos, a leptospirose ainda apresenta letalidade significativa. A identificação de indicadores prognósticos pode ter impacto na redução da letalidade. Objetivos: avaliar a letalidade dos casos humanos de leptospirose atendidos em um hospital regional de nível terciário de referência em doenças infecciosas e avaliar os fatores preditivos de óbito associado à doença, na década atual. Métodos: estudo de análise retrospectiva, no qual foram incluídos os pacientes notificados com diagnóstico sorológico de leptospirose, no período de 2001 a 2008 no HC-Unicamp. Resultados: em 64 pacientes, houve predomínio no gênero masculino (84,4%). As manifestações clínicas mais frequentes foram: febre(89,1%), cefaléia(84,4%), mialgia(84,4%), icterícia(39,1%), hiperemia conjuntival(35,9%) e manifestações hemorrágicas(18,8%). A letalidade total foi 7,8%, na faixa etária entre 20 e 49 anos de 9,0% e nos maiores de 49 anos não ocorreu nenhum óbito. Os fatores associados à letalidade foram: icterícia(p=0,015), hemoptise(p=0,002), dor abdominal(p=0,005), colúria(p=0,002) e oligúria(p=0,002). Os antecedentes epidemiológicos de exposição não foram associados à letalidade. Conclusão: a letalidade foi inferior à relatada para o total de casos notificados no Estado de São Paulo. Os fatores preditivos de letalidade foram associados ao acometimento pulmonar (hemoptise), renal (oligúria) e hepático (icterícia e colúria).

Letalidade - Leptospirose - Epidemiologia

B0182



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