Universidade estadual de campinas


LETALIDADE EM PACIENTES COM CRIPTOCOCOSE ASSOCIADA AO HIV NA ERA DA TERAPIA ANTIRETROVIRAL DE ALTA POTÊNCIA



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LETALIDADE EM PACIENTES COM CRIPTOCOCOSE ASSOCIADA AO HIV NA ERA DA TERAPIA ANTIRETROVIRAL DE ALTA POTÊNCIA


Priscila de Marco da Silveira (Bolsista SAE/UNICAMP), Mayara Sanches Fonseca, Mariângela Ribeiro Resende (Co-orientador) e Profa. Dra. Maria Luiza Moretti (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Objetivos: avaliar o manejo terapêutico e a evolução clínica da criptococose em pacientes infectados pelo HIV. Objetivos específicos foram: avaliar as medidas terapêuticas para hipertensão intracraniana; avaliar os esquemas terapêuticos para a criptococose e avaliar sua letalidade. Sujeitos e métodos: estudo retrospectivo, descritivo, de 2000 a 2008, incluídos pacientes com idade igual ou maior a 18 anos, diagnóstico de infecção pelo HIV e diagnóstico de criptococose por cultura, pesquisa direta e/ou exame histopatológico. Resultados: foram diagnosticados 103 casos de criptococose no período, sendo 73 infectados pelo HIV. Foi mais prevalente entre indivíduos 35 e 55 anos (69,8%). A forma meníngea foi a predominante, com 61(83,6%) casos, seguida da pulmonar com 4(5,5%) e disseminada 2 (2,7%). A criptococose foi definidora de aids em 32(43,8%) e em 23(31,5%) já havia outra infecção oportunista (IO) prévia. O CD4 foi inferior a 50 cel/mm3 em 35(47,9%) e entre 50 e 100 cel/mm3 em 6(8,2%).O esquema terapêutico utilizado foi anfotericina B convencional na fase inicial e fluconazol na fase de manutenção e supressão. A pressão liquórica foi avaliada de forma irregular. Evoluíram para cura 45(61,6%) dos pacientes e para óbito 26(35,6%). Conclusão: conforme descrito previamente houve predomínio da forma meníngea, sendo a primeira IO em 43,8% dos casos, além de ter apresentado letalidade elevada.

Criptococose - Aids - Terapêutica

B0175

DIAGNÓSTICO DE AGAMAGLOBULINEMIA LIGADA AO X POR CITOMETRIA DE FLUXO


Beatriz de Faria Carniel (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Marluce dos Santos Vilela (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A Agamaglobulinemia ligada ao X (XLA) é uma deficiência genética recessiva causada por uma mutação no gene da tirosina kinase de Bruton (Btk). Essa enzima tem como principal função a maturação do linfócito B e, possuindo essa deficiência, o indivíduo não possui células B maduras no sistema circulatório ou nos órgãos linfóides secundários e, portanto, existe uma menor concentração ou total ausência de imunoglobulinas em seu sangue. A Btk é uma enzima citoplasmática da família das Tec kinases e está presente em todas as células, exceto linfócitos T. O indivíduo que possui essa imunodeficiência normalmente é diagnosticado entre seis e nove meses de idade, fica sujeito a infecções de repetição e, por isso, é tratado com injeções mensais de -globulina. O presente trabalho propõe a análise por citometria de fluxo de pacientes com hipogamaglobulinemia (redução dos níveis de pelo menos três classes de imunoglobulinas) para identificar os portadores da XLA.

Agamaglobulinemia ligada ao X - BTK - XLA

B0176

PERFIL DOS ÓBITOS ASSOCIADOS À INFECÇÃO HOSPITALAR NO HOSPITAL ESTADUAL SUMARÉ, SP


Aline Caixeta Guimarães (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Rita Donalisio Cordeiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A infecção hospitalar é uma das principais causas de mortalidade nosocomial, sendo considerada importante indicador de qualidade dos serviços de saúde. Este estudo tem como objetivo investigar o perfil das mortes associadas à infecção hospitalar no Hospital Estadual Sumaré (HES), de 2007 a 2008. Trata-se de estudo descritivo retrospectivo dos óbitos ocorridos no HES, previamente analisados pelo Comitê de Óbitos (CO) e relacionados à infecção hospitalar (n=134). Os dados obtidos a partir das fichas do CO e dos prontuários médicos foram: sócio-demográficos, causa e tempo de internação, procedimentos invasivos, setor de internação, topologia e etiologia da infecção, colonização multirresistente. A idade média dos pacientes variou de 4 dias a 99 anos, média de 58,9, sendo 58,2% do sexo masculino. A média de tempo de internação foi de 35 dias. A maioria dos pacientes (97%) foi submetida a algum procedimento invasivo. Foram diagnosticadas 91 (68,4%) pneumonias, 62 (46,6%) infecções urinárias e 97 (73,5%) sepsis de origem nosocomial. Dos adultos, 80 (65%) foram internados na UTI e entre as crianças, 9 (81,8%) na UTI neonatal. Houve registro de 34 (48,6%) colonizações multirresistentes. O monitoramento da infecção hospitalar pode contribuir para a identificação e intervenção em situações de risco de infecção e morte hospitalar.

Infecção hospitalar - Mortalidade - Informação em saúde

B0177

INVESTIGAÇÃO CLÍNICA DAS PNEUMONIAS COMUNITÁRIAS EM ADULTOS INTERNADOS NO HOSPITAL ESTADUAL SUMARÉ


Juliana dos Reis Annunciato (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Rita Donalisio Cordeiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
As pneumonias adquiridas na comunidade (PACs) são as que acometem o paciente não internado ou nas primeiras 48 horas da admissão. O objetivo deste estudo é analisar o perfil clinico e de gravidade dos casos admitidos no Hospital Estadual Sumaré, em 2007e 2008. Foram incluídos 62 pacientes maiores de 14 anos, internados com diagnóstico de PAC (critério clínico e radiológico). As variáveis de estudo foram sócio-demográficas, sinais/sintomas, além do escore de gravidade de pneumonias (CURB-65). Os casos foram classificados em graves (óbito ou internação por 10 dias ou mais) e não graves (alta hospitalar em até 10 dias). A idade média foi de 63 anos (17-99 anos), sendo 30 mulheres e 32 homens. Não se observou padrão sazonal das internações. 74% dos pacientes possuíam pelo menos uma doença crônica associada (HAS, cardiopatias, doenças pulmonares, entre outras). Os casos graves se distribuíram de forma homogênea entre os sexos, faixa etária, presença de comorbidades (p>0,10). O escore de gravidade CURB-65 (>=3) indicativo de internação correspondeu a 24 (70,6%) dos casos que tiveram evolução clínica desfavorável, tendo letalidade de 41,2%. O perfil clínico e epidemiológico das PACs tem características regionais, exigindo a incorporação de critérios adicionais de gravidade, voltados ao perfil epidemiológico e de acesso a serviços da região.

Pneumonia comunitária - Hospital - Gravidade

B0178



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