Universidade estadual de campinas


MONITORAMENTO AUDIOLÓGICO NOS DOIS PRIMEIROS ANOS DE VIDA DE CRIANÇAS COM INDICADORES DE RISCO PARA PERDA AUDITIVA PROGRESSIVA E/OU TARDIA



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MONITORAMENTO AUDIOLÓGICO NOS DOIS PRIMEIROS ANOS DE VIDA DE CRIANÇAS COM INDICADORES DE RISCO PARA PERDA AUDITIVA PROGRESSIVA E/OU TARDIA


Ana Luíza Wuo Maia (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Francisca Colella dos Santos (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Durante os 3 primeiros anos de vida, ocorre o processo de maturação do sistema nervoso auditivo central, sendo a fase ótima da plasticidade neural da via auditiva. Assim, buscamos analisar o desenvolvimento auditivo no segundo ano de vida de crianças que apresentam indicadores de risco para perda auditiva de aparecimento tardio e/ou progressiva ou para alterações no processamento auditivo que participaram do monitoramento audiológico durante o primeiro ano de vida. Foram realizadas duas avaliações, aos 18 e 24 meses, sendo constituídas de: anamnese, observação das respostas comportamentais a sons instrumentais e verbais, audiometria com reforço visual (PA2-Interacoustics) e avaliação das condições da orelha média (MT10-Interacoustics). Ao final do segundo ano de vida, 100% das crianças pré-termo e 80% a termo apresentaram desenvolvimento auditivo dentro dos padrões de normalidade. A Imitanciometria apresentou condições normais de orelha média aos 24 meses, em 18,7% a termo e 15,7% pré-termo. Em relação ao Audiômetro Pediátrico, aos 24 meses a média dos níveis mínimos de audição foi de 20dBNA em 80,0% das crianças a termo e 88,8% das pré-termo. Portanto, não foram encontradas perdas auditivas progressivas e/ou tardia.

Desenvolvimento infantil - Audição - Testes auditivos

B0163

MONITORAMENTO AUDIOLÓGICO DE LACTENTES COM INDICADORES DE RISCO PARA PERDA AUDITIVA PROGRESSIVA E/OU TARDIA


Bianca Celestino Giordano (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Francisca Colella dos Santos (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O objetivo deste estudo foi analisar as respostas auditivas dos lactentes aos 4, 8 e 12 meses, que apresentaram resultados normais na Triagem Auditiva Neonatal, mas que possuem indicadores de risco para perda auditiva de aparecimento tardio e/ou progressivo. Para tal, realiza-se uma série de procedimentos para o monitoramento auditivo: anamnese; observação comportamental com sons verbais e não-verbais; audiometria com reforço visual (PA2-Interacoustics); imitanciometria, (MT10-Interacoustics); realização da pesquisa das emissões otoacústicas (ILO 292 USB-Otodynamics). Foram avaliados 65 lactentes, sendo 36 do sexo masculino. Quanto à idade gestacional, a maioria é pré-termo. Verificamos atraso no desenvolvimento auditivo em 37,2% dos lactentes de 4 meses, 50% dos lactentes aos 8 meses e com 27,3% aos 12 meses. Alterações de orelha média foram mais freqüentes nos lactentes aos 8 meses. Para as crianças que apresentaram respostas aquém do esperado, os pais foram orientados, por meio de folhetos explicativos, a desenvolver atividades que estimulassem a audição e a linguagem da criança. Percebe-se, portanto, a importância da realização desse monitoramento, pois são diagnosticadas precocemente possíveis perdas ou mesmo atrasos no desenvolvimento auditivo.

Audição - Desenvolvimento - Lactentes

B0164

ESTUDO DA SAÚDE AUDITIVA DE PRÉ-ESCOLARES DE SUMARÉ


Thaís Alvares de Abreu e Silva Grigol (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Francisca Colella dos Santos (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Para que o ser humano adquira a linguagem e desempenhe o seu papel de falante no mundo, é essencial que o seu sistema auditivo esteja íntegro. Ou seja, a aquisição e desenvolvimento da linguagem verbal pelo homem necessitam de integridade periférica e central do sistema auditivo. O objetivo deste estudo foi analisar a Saúde Auditiva de crianças na faixa etária de 5 a 7 anos que freqüentam Escolas Municipais de Ensino Infantil (EMEI) do município de Sumaré, localizadas em regiões socioeconômicas distintas. Para tal, foram aplicados questionários aos pais dessas crianças e elas foram submetidas a testes de triagem auditiva. A partir da análise dos resultados verificamos que as questões 3(Você acha seu filho(a) muito distraído?); 4(Seu filho(a) se assusta com sons fortes?); 5(Seu filho(a) faz muito “hã”, “o que?”?); 8(Seu filho(a) reage a sons fortes?);15-h(Seu filho(a) já teve ou tem otites/infecções de ouvidos?) devem fazer parte dos questionários aplicados em programas de triagem auditiva por terem apresentado relação positiva entre as respostas obtidas no questionário e o resultado da triagem auditiva. Dessa forma, além do questionário permitir o conhecimento da história da criança, ele pode indicar quais delas necessariamente precisam realizar a triagem auditiva.

Audição - Pré-escolares - Triagem auditiva

B0165

TIMPANOMETRIA COM TOM DE SONDA DE 1000 HZ E EMISSÕES OTOACÚSTICAS EM LACTENTES


Thaís Antonelli Diniz (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Francisca Colella dos Santos (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Introdução: A triagem auditiva neonatal tem como principal objetivo a detecção precoce de alterações auditivas, para isso utiliza-se as Emissões Otoacústicas Evocadas por Transientes (EOAET). Acredita-se que alterações de orelha média influenciam o resultado da pesquisa das EOAET, podendo obter respostas reduzidas ou ausência de resposta. Objetivo: Analisar os resultados obtidos na timpanometria com tom de sonda de 226 e 1000 Hz e compará-los aos resultados das EOAET. Metodologia: Estudo clínico, prospectivo e transversal. Foram avaliados 40 lactentes. Realizou-se anamnese, meatoscopia, pesquisa das EOAET, Timpanometria com tom de sonda de 226 Hz e 1000 Hz e Reflexo Acústico Ipsilateral. Resultados: dos lactentes avaliados, 86% apresentaram EOAET. A timpanometria realizada com tom de sonda de 226 Hz observou-se 51% curva tipo A, 46% duplo-pico e 3% curva tipo B, e com tom de sonda de 1000 Hz, 75.3% pico único, 5.2% plana, 1.3% duplo-pico e 18.2% bloqueada. Os lactentes que tinham presença de EOAET apresentaram curva timpanométrica normal tanto em 226 Hz quanto em 1000 Hz. Já os lactentes com ausência de EOAET, quando a timpanometria foi realizada com 226 Hz apenas 2 apresentaram curva timpanométrica alterada, já com 1000 Hz quatro (4/63) estavam alteradas. Conclusão: os resultados obtidos pela curva timpanométrica com tom de sonda de 1000 Hz mostraram-se mais fidedigno do que os obtidos com 226 Hz em neonatos até 4 meses. Além disso, observou-se que alterações de orelha média influenciam o registro das EOAET.

Lactente - Testes auditivos - Audição

B0166



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