Universidade estadual de campinas


AVALIAÇÃO DE FATORES DE RISCO PARA FRATURA DE QUADRIL EM MULHERES IDOSAS



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AVALIAÇÃO DE FATORES DE RISCO PARA FRATURA DE QUADRIL EM MULHERES IDOSAS


Ximênia Mariama de Souza (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Elena Guariento (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A população brasileira tem envelhecido rapidamente nas últimas décadas. Entre os eventos incapacitantes que acometem os idosos, destaca-se a ocorrência de quedas, que é o mecanismo de lesão mais freqüente nesse grupo, sobretudo em mulheres. Uma das conseqüências da queda é a fratura de quadril, associada à mortalidade alta, imobilidade, formação de escaras, isolamento social e depressão. A prevenção de fratura de quadril é possível quando os fatores de risco são identificados e controlados. Esse estudo objetivou descrever as características de uma população de mulheres idosas quanto aos seguintes fatores de risco para fratura de quadril: antecedente de queda / fratura óssea no último ano, peso ≤ 60 quilos, uso das duas mãos para passar da posição sentada para a posição ereta, idade igual ou superior a 80 anos. Os sujeitos da pesquisa foram idosas atendidas nos Ambulatórios de: Geriatria, Cardiologia e Gastroclínica do HC da Unicamp (Campinas, SP), avaliadas entre o segundo semestre de 2008 e o primeiro semestre de 2009. 44% das entrevistadas apresentaram dois ou mais fatores de risco,sendo os mais frequentes antecedente de queda/fratura óssea (53%) e peso ≤ 60kg (38%). A investigação de fatores de risco para a ocorrência de fratura de quadril permite aos serviços de saúde prever e prevenir a ocorrência desses eventos e, dessa forma, reduzir as taxas de morbimortalidade e os custos com atendimento médico.

Idosas - Fratura de quadril - Fatores de risco

B0159

O USO DE RECURSOS DE TECNOLOGIA ASSISTIVA NA LINGUAGEM ESCRITA DE CRIANÇAS COM BAIXA VISÃO POR DISTROFIA DE CONES


Camila Goncalves de Sousa (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Elisabete Rodrigues Freire Gaspare (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A distrofia de cones é uma doença retiniana hereditária que se caracteriza por afetar a função dos cones (célula fotorreceptora).As pessoas que sofrem da distrofia dos cones apresentam baixa acuidade visual, comprometimento com a visão de cores, nistágmo e fotofobia. O objetivo deste trabalho é apresentar como pode ser melhorada a linguagem escrita de um escolar que tem baixa visão por distrofia de cones. As atividades escolares exigem que o aluno tenha domínio visual para realizar a leitura da lousa, leitura de livros e escrita no caderno. Para que o escolar com baixa visão tenha acesso à leitura da lousa ele pode fazer uso do sistema telescópico (recurso óptico para ver a lousa), sentar mais próximo da lousa materiais ampliados, entre outros. Na baixa visão o uso da visão residual é essencial para o desenvolvimento e percepção,e este trabalho tem por finalidade apontar caminhos para o desenvolvimento na linguagem escrita envolvendo o lúdico e o treinamento da percepção visual em crianças com a distrofia no cone.

Tecnologia assistiva - Linguagem - Fonoaudiologia

B0160

ASPECTOS DA LINGUAGEM NA INTERVENÇÃO GRUPAL EM UM SUJEITO COM RETINOSE PIGMENTAR


Laura Fernanda de Campos (Bolsista FUNDAP), Sonia Maria Chadi de Paula Arruda e Profa. Dra. Maria Elisabete Rodrigues Freire Gaspare (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A retinose pigmentar é uma doença hereditária que causa degeneração progressiva dos fotorreceptores retinianos, cujos sintomas são diminuição da visão, alterações do campo visual e a dificuldade de adaptação ao escuro. Este estudo objetiva apresentar um trabalho de reabilitação grupal para um sujeito do sexo masculino, 55 anos, que apresenta visão subnormal por retinose pigmentar associada à deficiência auditiva há cerca de 5 anos. O sujeito J.M. freqüenta o Grupo de reabilitação multiprofissional do CEPRE/UNICAMP desde o início de 2009. No início, J.M. demonstrou dificuldade para se inserir no grupo, não conseguindo ouvir e compreender informações mesmo quando ditas bem próximas, por não estar utilizando a prótese auditiva que estava sem pilhas. Mostrou-se também incapaz de realizar leitura em tamanhos de fontes convencionais pois ainda não estava utilizando os óculos especiais prescritos para leitura. O sujeito foi orientado quanto ao uso das próteses auditivas e dos óculos especiais. Ao suprir minimamente as causas da privação sensorial com auxílio de óculos e próteses auditivas J.M. mostrou-se mais participativo, interagindo com os outros pacientes e com os profissionais do grupo, expondo suas opiniões e demonstrando grande satisfação durante sua participação evidenciando melhora em sua linguagem e qualidade de vida.

Retinose pigmentar - Tecnologia assistiva - Linguagem

B0161

QUALIDADE DO SONO EM PACIENTES OBESOS CANDIDATOS A CIRURGIA BARIÁTRICA


Ana Carolina Frazão (Bolsista PIBIC/CNPq), José Carlos Pareja, Elinton Adami Chaim e Profa. Dra. Maria Filomena Ceolim (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Estudos demonstram que existe associação entre a obesidade e a má qualidade do sono, o que pode comprometer a qualidade de vida das pessoas obesas. A avaliação da qualidade do sono ainda recebe pouca atenção dos profissionais de saúde que atendem esses pacientes. Este trabalho teve como objetivos verificar em obesos candidatos à cirurgia bariátrica: qualidade do sono, sonolência diurna e associação entre qualidade de vida e qualidade do sono. Cem sujeitos, atendidos no Ambulatório de Obesidade Severa do Hospital das Clínicas da Unicamp (Índice de Massa Corpórea igual ou superior a 30,0 kg/m2, idade entre 18 e 65 anos, sem diagnóstico de distúrbio de sono e voluntários) responderam aos instrumentos: questionário de identificação; Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (PSQI); Escala de Sonolência de Epworth (ESE); avaliação da qualidade de vida (WHOQOL-bref). A análise dos dados foi realizada com estatística não paramétrica. Encontrou-se, em 63% dos sujeitos, pontuação compatível com sono de má qualidade; 20% tinham pontuação compatível com sonolência diurna excessiva na ESE. Não foi observada correlação significativa entre o PSQI e a ESE. Todos os domínios do WHOQOL-bref apresentaram correlação negativa significativa com o PSQI. Os achados apontam para a importância de intervenções para melhoria da qualidade do sono nesse grupo, o que deverá contribuir para uma melhor qualidade de vida.

Qualidade do sono - Obesidade - Enfermagem

B0162



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