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MUCOSECTOMIA ESOFÁGICA VERSUS ESOFAGECTOMIA: COMPARAÇÃO DE RESULTADOS CIRÚRGICOS NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNICAMP NOS ÚLTIMOS 15 ANOS



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MUCOSECTOMIA ESOFÁGICA VERSUS ESOFAGECTOMIA: COMPARAÇÃO DE RESULTADOS CIRÚRGICOS NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DA UNICAMP NOS ÚLTIMOS 15 ANOS


Gustavo Carvalho de Oliveira (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Luiz Roberto Lopes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O tratamento do megaesôfago grau 4 não é consensual, com uso de técnicas diversas, como esofagectomias e Serra-Dória. Na década de 90, Aquino JLB et al iniciaram o tratamento por mucosectomia, em substituição à esofagectomia. O Serviço da Unicamp passou a adotá-la, mas não abandonou a esofagectomia. Dessa forma, esse trabalho objetivou compará-las, através de estudo retrospectivo e entrevista. Foram avaliados: tempo de cirurgia; tempo de internação em UTI e em pós-operatório total; presença de complicações diversas. Resultados: Foram levantados 40 prontuários, sendo 23 esofagectomias e 17 mucosectomias. Tempo cirúrgico, de internação em UTI e de internação total se mostraram significativamente menores na Mucosectomia, além de se ter observado menor índice de complicações intraoperatórias e no pós-operatório imediato. Dez pacientes foram entrevistados (cinco de cada modalidade cirúrgica), mostrando excelente resultado no pós-operatório tardio (média de cinco anos de seguimento), com ótima e semelhante resolução da disfagia. Conclusões: A mucosectomia esofágica se mostrou vantajosa em relação à esofagectomia no pós-operatório imediato e no intra-operatório, conforme aspectos enumerados. No pós-operatório tardio, o resultado final é excelente e semelhante nas duas cirurgias.

Mucosectomia - Esofagectomia - Megaesôfago avançado

B0151

AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS DO TRATAMENTO CIRÚRGICO EM PACIENTES PORTADORES DE ESTENOSE DO ESÔFAGO APÓS INGESTÃO DE AGENTES CORROSIVOS


Marcio Antonio Haro Adad (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Luiz Roberto Lopes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A ingestão de substâncias cáusticas no Brasil é uma situação freqüente e potencialmente grave, com grandes riscos de complicações e interferências na qualidade de vida do paciente. A intensidade da lesão está correlacionada com o tipo do agente cáustico, a quantidade ingerida, a concentração e o tempo de contato com a mucosa. Uma grave complicação é a estenose do esôfago. O tratamento dessa patologia pode ser realizado de maneira conservadora através de dilatações ou por meio de cirurgia, em situações mais graves. O presente projeto analisou 50 pacientes submetidos à cirurgia para tratamento de estenose cáustica de esôfago no HC Unicamp, entre 1990 e 2008 e buscou traçar de maneira descritiva um breve perfil desses pacientes e avaliar o resultado do tratamento cirúrgico com ênfase na qualidade de deglutição através do questionário elaborado por Saeed et al. Assim, entre outras informações, os dados mostraram que a maioria dos pacientes operados ingeriu o corrosivo como tentativa de suicídio e o agente principal foi a soda cáustica. Na maioria dos pacientes tentou-se o tratamento com dilatações antes da cirurgia, cuja principal técnica utilizada foi esofagocoloplastia retroesternal. Antes do procedimento, a maior parte dos pacientes era incapaz de engolir ou apenas ingeria líquidos com dificuldade; após, a maioria passou a deglutir normalmente ou apenas engasgar raramente e somente com sólidos.

Esôfago - Estenose - Tratamento

B0152

AVALIAÇÃO AUDIOLÓGICA COMPORTAMENTAL E DE LINGUAGEM EM LACTENTES COM INDICADORES DE RISCO PARA SURDEZ


Ana Carolina Serra Carrenho (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Maria Cecília Marconi Pinheiro Lima (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A audição é um sentido de extrema relevância para a aquisição e o desenvolvimento da linguagem oral e para a interação social. Portanto, o diagnóstico precoce de alterações na audição e o monitoramento do desenvolvimento da linguagem são de extrema importância. Este projeto teve como objetivo acompanhar o desenvolvimento da linguagem e da audição de lactentes que apresentavam indicadores de risco para a surdez, nascidos no do Centro de Atenção à Saúde da Mulher (CAISM- Unicamp) ou no Hospital Estadual Sumaré/Unicamp, que permaneceram no Alojamento Conjunto e que compareceram ao Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação “Prof. Dr. Gabriel Porto (CEPRE) para o Teste de Emissões Otoacústicas e do Reflexo Cócleopalpebral. Os bebês foram avaliados aos 4, 8 e 12 meses de vida, em dois aspectos, desenvolvimento da função auditiva (por meio de instrumentos musicais) e desenvolvimento da linguagem (por meio da Escala ELM). Os dados foram compilados e analisados pelo software SPSS. Na avaliação da linguagem notou-se que aos 4 meses os bebês apresentaram resultados em sua maioria semelhantes, aos 8 e 12 meses houve uma maior variabilidade entre os resultados. Na avaliação auditiva comportamental, as respostas se apresentaram em sua grande maioria dentro da normalidade.

Audição - Lactentes - Indicadores de risco

B0153

ACOMPANHAMENTO DO DESENVOLVIMENTO DA FUNÇÃO AUDITIVA E DE LINGUAGEM DE LACTENTES COM ALTERAÇÃO NO POTENCIAL AUDITIVO EVOCADO DE TRONCO ENCEFÁLICO


Bruna Souza Rodrigues (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Maria Cecília Marconi Pinheiro Lima (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A deficiência auditiva acarreta problemas na percepção e detecção dos sons, além de trazer dificuldades para a aquisição e desenvolvimento da linguagem oral. É caracterizada como um problema sensorial não visível, sendo sua detecção precoce fundamental para minimizar as alterações na aquisição de linguagem e no desenvolvimento cognitivo. Uma das ferramentas utilizadas na triagem auditiva é o Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico modo automático (PEATE-A) que possibilita a avaliação da audição em neonatos e lactentes, o que contribui para uma intervenção fonoaudiológica rápida. Este projeto acompanhou, de 4 em 4 meses, durante o primeiro ano de vida, o desenvolvimento da audição e da linguagem de lactentes que apresentaram o resultado do exame PEATE alterado. Foi utilizada a Escala ELM para a avaliação do desenvolvimento da linguagem e instrumentos sonoros e o Audiômetro Pediátrico para avaliação do desenvolvimento da função auditiva. Com o andamento das avaliações pode-se perceber que os lactentes avaliados que tiveram alterações no PEATE, com perdas de grau leve, mostraram resultados semelhantes ao de crianças que não tiveram alteração auditiva constatada.

Audição - Lasctentes - Orientação familiar

B0154



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