Universidade estadual de campinas


PREVALÊNCIA DE ALTERAÇÕES RADIOLÓGICAS DE COLUNA VERTEBRAL DE MULHERES COM OSTEOPOROSE PÓS-MENOPAUSA E O EFEITO NA DENSIDADE MINERAL ÓSSEA



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PREVALÊNCIA DE ALTERAÇÕES RADIOLÓGICAS DE COLUNA VERTEBRAL DE MULHERES COM OSTEOPOROSE PÓS-MENOPAUSA E O EFEITO NA DENSIDADE MINERAL ÓSSEA


Michael Arthuso Lima Moreira (Bolsista PIBIC/CNPq), Néville de Oliveira Ferreira e Profa. Dra. Lúcia Helena Simões da Costa Paiva (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O aumento da expectativa de vida gerou acréscimo na incidência de doenças específicas da senilidade como a osteoporose, cuja principal conseqüência clínica é a fratura. Dessa forma, torna-se ainda mais importante a determinação da prevalência de fraturas vertebrais osteoporóticas, bem como o estudo do impacto dessas fraturas e de outros fatores como osteófitos e calcificações vasculares na densidade mineral óssea (DMO). OBJETIVO: Determinar a prevalência de fraturas vertebrais em mulheres com osteoporose pós-menopausa e estudar a influência de alterações radiológicas da coluna lombar na DMO. SUJEITOS E MÉTODOS: Estudo de corte transversal realizado em 110 mulheres com osteoporose selecionadas no Ambulatório de Menopausa do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM), avaliando a DMO da coluna lombar através da densitometria de dupla emissão de raio-X (DXA) e a presença de fraturas e osteófitos através de radiografia simples de coluna tóraco-lombar. RESULTADOS: A média etária das mulheres foi de 65,1 anos, com média de idade da menopausa de 45,8 anos. 78,2% usavam medicação para osteoporose. A prevalência de fraturas foi 22,7% e de calcificação vascular lombar foi 40%. Cerca de 92,7% possuíam osteófitos torácicos e 100% possuíam algum osteófito lombar. Outras análises em execução.

Osteoporose - Fraturas - Alterações radiológicas

B0147

COMPREENDENDO CRIANÇAS INSTITUCIONALIZADAS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA ATRAVÉS DE SESSÕES DE DESENHOS


Elisa Maria Dias (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Luciana de Lione Melo (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Trata-se de um estudo fenomenológico com objetivo compreender crianças escolares institucionalizadas e vítimas de violência doméstica através de sessões de desenho. Até o momento, foram realizadas oito sessões de desenhos com quatro crianças do sexo feminino, abrigadas no Centro Municipal de Proteção à Criança e ao Adolescente – CMPCA, localizado no município de Campinas. Após a realização de cada sessão, as crianças foram convidadas a discursarem sobre seus desenhos, sendo seus discursos gravados e transcritos para posterior compreensão. O desenho é uma forma de linguagem que permite a criança inventar e experimentar suas idéias, ações, desejos e sentimentos, transmitindo suas experiências subjetivas e expressando, de maneiras variadas, sua forma de sentir e ver o mundo. Os temas que emergiram nos discursos foram: felicidade, família e maternidade, dualidades como vida e morte, abrigamento, importância do lar, enfrentamentos e adoção. Espera-se que esta pesquisa possa subsidiar a atuação dos profissionais envolvidos no cuidado a essas crianças.

Criança institucionalizada - Violência - Desenho

B0148

ANÁLISE DA EXPRESSÃO IMUNOISTOQUÍMICA DE MUCINAS (MUC1, MUC2, MUC5AC, MUC6) E CDX2 EM MUCOSA DO TIPO BARRETT


Thiago Pires Brito (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Luciana Rodrigues de Meirelles (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O Epitélio de Barrett (EB) corresponde à substituição da cobertura escamosa do epitélio esofágico por um epitélio colunar metaplásico do tipo intestinal, em resposta ao refluxo crônico nos pacientes com Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE). A metaplasia intestinal especializada, considerada lesão pré-maligna, pode apresentar padrões diferenciados de expressão das glicoproteínas mucinas e do fator de transcrição CDx2. O estudo destes marcadores pode ser importante na identificação dos casos de EB com maior risco de evolução carcinomatosa. Trata-se de estudo clínico retrospectivo cujos objetivos são avaliar a expressão imunoistoquímica de mucinas (MUC1, MUC2, MUC5AC, MUC6) e CDx2 em EB; analisar e comparar a expressão imunoistoquímica destas proteínas em dois períodos (pré e pós-cirúrgico); e correlacionar estes achados com os aspectos histológicos (processo inflamatório, displasia de baixo ou alto grau e/ou adenocarcinoma) e com o quadro clínico. Foram estudados cerca de 40 pacientes com DRGE submetidos a tratamento cirúrgico, acompanhados por, pelo menos 3 anos, com diagnóstico endoscópico e histológico de esôfago de Barrett.

Esôfago de Barrett - Imunoistoquímica - DRGE

B0149

PREVALÊNCIA DE ANORMALIDADES RELACIONADAS À MASSA CORPORAL E PERFIS LIPÍDICO E GLICÊMICO EM MULHERES SUBMETIDAS A TRATAMENTO PARA CARCINOMA INVASOR DA MAMA NO CENTRO DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA MULHER DA UNICAMP


Mariana Paro Alli (Bolsista FAPESP), Fátima Böttcher Luiz, Paola Keese Montanhesi e Prof. Dr. Luís Otávio Zanatta Sarian (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A obesidade é um dos fatores associados ao câncer de mama, em tese devido à sua relação com a produção de hormônios esteróides. Contudo, aspectos relacionados à obesidade, como os perfis lipídico e glicêmico, não têm seus papéis definidos em relação ao câncer de mama. Objetivos: Avaliar a associação das anormalidades lipídicas e glicêmicas com o estágio ao diagnóstico e as complicações cirúrgicas em mulheres com câncer de mama. Sujeitos e métodos: Foram coletados dados de prontuários de 99 pacientes com diagnóstico de câncer de mama no período entre 1996 e 2008. Através de análise de covariância (CANOVA), foram analisadas as associações entre os valores de colesterol total, HDL colesterol, glicemia de jejum, triglicérides e IMC com estágio ao diagnóstico e complicações pós-cirúrgicas. Resultados: O estágio ao diagnóstico e as complicações cirúrgicas não estiveram relacionados ao IMC, colesterol total, colesterol HDL e glicemia de jejum. Contudo, o número de complicações pós operatórias esteve significativamente associado com maior concentração de triglicérides (p=0.03).

Câncer de mama - Obesidade - Fatores de risco

B0150



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