Universidade estadual de campinas


ESTUDO DA FASE FARÍNGEA DA DEGLUTIÇÃO EM PACIENTES COM DOENÇA DE MACHADO JOSEPH



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ESTUDO DA FASE FARÍNGEA DA DEGLUTIÇÃO EM PACIENTES COM DOENÇA DE MACHADO JOSEPH


Deborah Garcia Machado (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Lúcia Figueiredo Mourão (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A Doença de Machado-Joseph (DMJ), é uma ataxia hereditária rara, causada por uma mutação genética, caracterizada dentre outros sintomas, por dificuldade de fala e deglutição. O objetivo deste projeto foi caracterizar a fase faríngea da deglutição de 19 indivíduos com a DMJ, por meio da videoendoscopia da deglutição. O grupo de participantes foi composto por 19 pacientes com DMJ, com idade entre 12 e 67 anos, que são acompanhados no ambulatório de neurogenética no Hospital das Clínicas da UNICAMP. Os alimentos foram oferecidos nas quantidades de 3, 5 e 10ml e ¼ de biscoito maisena, nas consistências de líquido, néctar, mel e pudim. Os aspectos da deglutição analisados foram: refluxo nasal, escape anterior e posterior, penetração alta e baixa, aspiração, estase em dorso de língua, valécula, parede posterior da faringe, seio piriforme direito e esquerdo, esfíncter esofágico superior, deglutições múltiplas, presença e ausência de clareamento e número de deglutições necessárias para que ocorra o clareamento. Foi possível constatar que o aumento do volume (exceto para líquido) e da viscosidade, ocasiona piora na deglutição, aumentando a ocorrência de estases e penetrações. Tal fato pode estar relacionado à alteração oral (comprometimento no controle motor oral, ocasionando menor eficiência no mecanismo de bomba propulsora) e faríngea, resultante da presença de estases e dificuldades no clareamento.

Disfagia - Avaliação videoendoscópica - Machado Joseph

B0143

O DESENVOLVIMENTO DA LINGUAGEM NA VOZ DE ADOLESCENTES E JOVENS ADULTOS COM SÍNDROME DE DOWN


Janaina Francisco (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lucia Helena Reily (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A síndrome de Down é definida como um acidente genético causado pela existência de um cromossomo adicional ao par 21. Este cromossomo adicional é responsável por alterações biológicas como hipotonia muscular e atraso no desenvolvimento da linguagem. A terapia fonoaudiológica tem como objetivo, entre outros, favorecer o desenvolvimento da linguagem de sujeitos com síndrome de Down. Este estudo teve como objetivo estudar o desenvolvimento da linguagem em sujeitos com síndrome de Down, a partir de seus relatos sobre o tema e conhecer a opinião deles e de seus responsáveis sobre o trabalho fonoaudiológico realizado, na tentativa de aprofundar este tema. Os resultados evidenciam o desenvolvimento da linguagem dos adolescentes e jovens adultos com síndrome de Down, embora poucos se lembraram especificamente do que fizeram na terapia fonoaudiológica.. As atividades de interação dos sujeitos com síndrome de Down demonstram a sua capacidade de uso de novas tecnologias de comunicação (celular, MSN e ORKUT na internet) e que as dificuldades relacionadas à síndrome podem ser superadas a partir de um bom trabalho terapêutico com apoio da família. As mães de adolescentes e jovens adultos com síndrome de Down consideram a terapia fonoaudiológica de grande importância para o desenvolvimento da linguagem de seus filhos. Verifica-se a contribuição do trabalho fonoaudiológico para o desenvolvimento da linguagem em sujeitos com síndrome de Down.

Fonoaudiologia - Linguagem - Síndrome de Down

B0144

PRANCHAS DE COMUNICAÇÃO SUPLEMENTAR E ALTERNATIVA DO PONTO DE VISTA DO USUÁRIO, DA FAMÍLIA E DOS PROFISSIONAIS DA ÁREA DE FONOAUDIOLOGIA


Josué Huang (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lucia Helena Reily (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Este estudo pretende abordar a comunicação suplementar e alternativa (CSA), como é usada pelos profissionais da área de Fonoaudiologia, pelos usuários e seus familiares. O objetivo é conhecer os vários pontos de vista para traçar o processo de introdução e apropriação da prancha do CSA e do PCS do paciente, e como está sendo atualmente o uso desse sistema de linguagem no dia-a-dia, de acordo com os respectivos pontos de vista. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semi-estruturadas para mostrar a dimensão dos conhecimentos de CSA do ponto de vista de fonoaudiólogos, da família e do usuário. A entrevista focalizou: o significado que é atribuído a CSA; as resistências iniciais na introdução da CSA; o que o usuário vê primeiro (a legenda ou imagem); o uso do alfabeto na comunicação; a criação de novos símbolos quando o léxico da prancha não dá conta; reflexões gerais sobre os interlocutores; a formação nos cursos de Fonoaudiologia e a CSA. A contribuição maior deste trabalho é a de dar voz ao usuário, já que a CSA promove a possibilidade inclusive de o deficiente não falante defender seus direitos e participar de discussões na sociedade. Há poucos relatos sobre como os próprios usuários vêem os sistemas dos quais se apropriaram, intermediados por profissionais de Fonoaudiologia e terapia ocupacional, contando também com o apoio da família, daí a relevância deste estudo.

Fonoaudiologia - Paralisia Cerebral - Comunicação alternativa

B0145

AVALIAÇÃO DOS FATORES ÍNTRINSECOS À QUEDA EM MULHERES COM OSTEOPOROSE NA PÓS - MENOPAUSA


Mariana Mari Oshima (Bolsista SAE/UNICAMP), Raimunda Beserra da Silva e Profa. Dra. Lúcia Helena Simões da Costa Paiva (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Mulheres com osteoporose são mais propensas a sofrer fraturas ósseas, e este evento pode ser acelerado pela ocorrência de quedas. Objetivos: Avaliar a prevalência de quedas e os fatores musculoesqueléticas associados a ela em mulheres na pós-menopausa com e sem osteoporose. Sujeitos e métodos: Foi realizado um estudo de corte transversal analítico com 266 mulheres na pós-menopausa que freqüentam o Ambulatório de Menopausa do CAISM/UNICAMP. A coleta de dados, os exames e questionários foram aplicados em 266 mulheres (133 do grupo de osteoporose e 133 sem osteoporose). Correlacionou-se a ocorrência de quedas com a força muscular da coluna lombar, dos membros inferiores e flexibilidade. Resultados: a prevalência de quedas foi significativamente maior no grupo de mulheres com osteoporose quando comparada ao grupo controle, 51% e 29% respectivamente. Mulheres com osteoporose apresentaram risco ajustado 1,98 vez maior de quedas e 3,29 vezes maior de quedas recorrentes que o grupo controle. Conclusões: A prevalência de quedas foi maior no grupo com osteoporose, o aumento da força da coluna lombar diminui o risco de quedas e a presença de osteoporose aumenta o risco das mesmas. No grupo com osteoporose, foram observados comprometimento da força dos membros inferiores, maior flexibilidade de extensão do tronco e menor força da coluna lombar.

Queda - Osteoporose - Pós-menopausa

B0146



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