Universidade estadual de campinas


AVALIAÇÃO HISTOLÓGICA DA TRAQUÉIA APÓS TRAQUEO-OCLUSÃO EM MODELO EXPERIMENTAL DE FETOS DE RATOS



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AVALIAÇÃO HISTOLÓGICA DA TRAQUÉIA APÓS TRAQUEO-OCLUSÃO EM MODELO EXPERIMENTAL DE FETOS DE RATOS


Carolina Teixeira de Resende Barreto (Bolsista PIBIC/CNPq), Frances Lilian Lanhellas Gonçalves, Augusto Frederico Schmidt e Prof. Dr. Lourenço Sbragia Neto (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Introdução: A traquéia faz parte do sistema respiratório dos animais. A traqueo-oclusão fetal (TO) é um procedimento utilizado para reverter os efeitos deletérios da hérnia diafragmática congênita sobre os pulmões, porém ao mesmo tempo pode ser prejudicial à traquéia, podendo levar a comorbidades. Este trabalho pretende avaliar as modificações histológicas causadas pela TO no epitélio e na cartilagem traqueal. Metodologia: Estudo experimental em fetos de ratas Sprague-Dawley, divididos em dois grupos, controle externo e TO, sendo este submetido à cirurgia com 18,5 dias de gestação, clipando o órgão para oclusão, formando assim as tríades: TO, controle e sham. O material foi coletado com 19,5; 20,5 e 21,5 dias de gestação. As amostras foram processadas histologicamente e analisadas para verificar mudanças durante o período gestacional e entre os diferentes tratamentos. Resultados: Em todas as idades, os grupos isogênicos estavam em grande quantidade, sendo que a presença de lacunas aumentou com a idade gestacional, assim como a cartilagem hialina, na qual vários pequenos hemianéis deram origem a um anel com maior espessura. O epitélio no grupo que sofreu TO apresentou-se menos preservado. Conclusão: O procedimento de TO interfere na morfologia traqueal, porém não afeta seu desenvolvimento.

Traqueo-oclusão - Embriogênese - Traquéia

B0139

EFEITO DO NITROFEN NA FASE FINAL DA EMBRIOGÊNESE DA MUSCULATURA DO DIAFRAGMA EM RATOS SPRAGUE DAWLEY


Fabio Santana de Oliveira (Bolsista SAE/UNICAMP), Augusto Frederico Schmidt, Frances Lilian Lanhelas Gonçalves, Luís Antônio Violin Dias Pereira e Prof. Dr. Lourenço Sbragia Neto (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A hérnia diafragmática congênita (HDC) é uma malformação que ocorre em aproximadamente 1 a cada 3000 nascidos vivos, com mortalidade de 62%. Neste defeito há uma falha na formação do diafragma com passagem dos órgãos abdominais para o tórax, levando a hipoplasia e hipertensão pulmonares. A HDC pode ser induzida em ratos administrando-se o herbicida nitrofen no nono dia de gestação (termo = 22 dias). A embriogênese do diafragma e a migração das células precursoras de miócitos não estão completamente esclarecidas. O objetivo deste trabalho foi estudar o desenvolvimento e a musculação do diafragma normal e com HDC. Ratas Sprague-Dawley grávidas foram divididas em três grupos: controle externo, expostas ao óleo de oliva e expostas ao nitrofen. Foram formados quatro grupos fetais: controle externo (CE), óleo de oliva (OO), nitrofen sem HDC (N-) e nitrofen com HDC (N+). Os fetosf foram coletados nos dias gestacionais 18,5, 19,5, 20,5 e 21,5 com XX fetos por grupo em cada dia gestacional. Os fetos foram dissecados, os diafragmas fotografados junto a uma escala milimetrada e acondicionados em formol para análise morfométrica e imunohistoquímica para cabeça pesada de miosina. a relação área do defeito:área diafragmática a termo foi de 0,28. A área da hérnia diafragmática aumentou progressivamente.

Diafragma - Embriogênese - Hérnia diafragmática congênita

B0140

EVOLUÇÃO DA EXPRESSÃO DO VEGF NO DESENVOLVIMENTO PULMONAR EM MODELO EXPERIMENTAL DE HÉRNIA DIAFRAGMÁTICA CONGÊNITA


Maidane Luisi Pereira Costa Maia (Bolsista PIBIC/CNPq), Augusto Frederico Schmidt, Azize Cristina C. Nassr, Patrick Vianna, Luís Antonio Violin Dias Pereira e Prof. Dr. Lourenço Sbragia Neto (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A Hérnia Diafragmática Congênita (HDC) é um defeito da formação do músculo diafragma que afeta cerca de 1:2500 nascidos vivos com altos índices de mortalidade fetal e neonatal decorrentes da hipoplasia e da hipertensão pulmonares. Este defeito pode ser induzido experimentalmente em ratas grávidas administrando o herbicida nitrofen. Na histologia do pulmão da HDC tanto a alveolarização quanto a vascularização estão alteradas. O VEGF (Vascular Endothelial Growth Factor) e seus receptores têm importante função no desenvolvimento vascular pulmonar. Contudo, não se sabe como esses receptores variam ao longo do desenvolvimento pulmonar em fetos com HDC. Por meio de análise imunohistoquímica, analisamos a expressão dos receptores do VEGF durante três fases do desenvolvimento pulmonar fetal normal e com HDC. A imunomarcação dos receptores VEGFR-1 e VEGFR-2 tendeu a se manter estável nos grupos controle externo e óleo de oliva. Nos fetos expostos ao nitrofen, a imunomarcação do grupo sem HDC mostrou aumento de VEGFR-1 e queda progressiva de VEGFR-2. Já no grupo com HDC houve aumento significativo da imunomarcação tanto de VEGFR-1 quanto de VEGFR-2. A alteração do VEGF e de seus receptores pode estar envolvida na fisiopatologia da hipertensão pulmonar da HDC.

Hérnia diafragmática congênita - VEGF - Desenvolvimento pulmonar

B0141

ESTUDO DA FASE FARÍNGEA DA DEGLUTIÇÃO EM PACIENTES COM ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA QUE APRESENTAM IMOBILIDADE DE LÍNGUA


Camila Belinato Rocha (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Lúcia Figueiredo Mourão (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O Trabalho teve por objetivo estudar a fase faríngea da deglutição em pacientes com Esclerose Lateral Amiotrófica com imobilidade de língua. A avaliação da deglutição foi realizada por meio do exame videoendoscópico em sete pacientes com a doença, encaminhados pelo setor de neuromuscular do Hospital das Clínicas da Unicamp. Para a realização do exame os pacientes deglutiram as consistências de líquido (1-50 cP), mel (351-1750 cP) e pudim (>1750cP) (ADA, 2002), obtidas com água, espessante e corante alimentar, e o sólido que correspondeu ao oferecimento de uma bolacha tipo maisena. As consistências foram oferecidas com o uso de seringa nas quantidades de 3, 5 e 10ml, conforme a capacidade de deglutição do paciente. Os parâmetros analisados foram: presença de escape (anterior e posterior), estase (valécula, seio piriforme e esfíncter esofágico superior), clareamento, aspiração, penetração e tempo de transito oral, nas diferentes consistências e volumes. Os resultados observados mostram maior dificuldade desses pacientes para deglutição de sólidos, sendo que foi possível testar essa consistência em um único paciente; também foi observado que a dificuldade dos pacientes aumenta com o aumento do volume do bolo alimentar oferecido, havendo aumento de alterações da fase faríngea da deglutição; observou-se maior facilidade na deglutição da consistência de mel, havendo menor número de alterações na fase faríngea da deglutição e maior número de pacientes que puderam ser testados.

Deglutição - Esclerose lateral amiotrófica - Disfagia

B0142



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