Universidade estadual de campinas


MÉTODO DE RESILIÊNCIA NA PREPARAÇÃO DE CASAIS GRÁVIDOS PARA PARTOS SEM ANALGESIA



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MÉTODO DE RESILIÊNCIA NA PREPARAÇÃO DE CASAIS GRÁVIDOS PARA PARTOS SEM ANALGESIA


Priscila Trentin Zilli (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. José Hugo Sabatino (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Este projeto tem como objetivo diminuir as possíveis adversidades geralmente presentes durante o nascimento através do conhecimento da eficácia do método de resiliência utilizado através das formas de termo do parto, além de analisar as variáveis do questionário pós parto e correlacionar com variáveis do estado de saúde da mãe e do recém nascido dos casais grávidos que procuram espontaneamente o Grupo de Parto Alternativo (GPA) do Departamento de Tocoginecología da FCM da UNICAMP, para terem seus partos sem analgesia na Maternidade do Caism (Centro de Assistência Integral a Saúde da Mulher)-Este método utiliza os princípios e pilares da Resiliência, implementados por um grupo multidisciplinar da área da saúde com metodologia própria nos casais que freqüentam o citado grupo. Estes profissionais incentivam e trabalham os pilares da resiliência (empatia, iniciativa, humor, sentido de autonomia, consciência social e confiança). O método de avaliação dos benefícios será realizado através de questionário respondido pela parturiente, após o parto, com perguntas fechadas sobre as principais características acontecidas durante o processo de preparação, do nascimento e inicio da lactação materna. As conclusões nos permitirão conhecer as bondades do método para sua implementação em outros centros.

Resiliencia - Grávidos - Parto

B0131

CARACTERIZAÇÃO CLÍNICA E LABORATORIAL DOS PACIENTES COM PÚRPURA TROMBOCITOPÊNICA IMUNOLÓGICA ACOMPANHADOS PELO HEMOCENTRO DA UNICAMP


Mariana Bertoncelli Tanaka (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Joyce Maria Annichino Bizzacchi (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A Púrpura Trombocitopênica Imunológica (PTI) é caracterizada por destruição periférica de plaquetas, de etiologia idiopática ou secundária a outra doença. Como no Brasil não há estudos com casuística significativa de pacientes com PTI, nosso objetivo foi avaliar a resposta aos tratamentos propostos pela Associação Americana de Hematologia e caracterizá-los clinicamente. Foram selecionados 329 pacientes acompanhados no Hemocentro da Unicamp no período de 01/01/00 a 31/12/07. Critérios de inclusão foram: idade superior a 16 anos, adesão ao tratamento, realização de exames para elucidação etiológica (doença tiroideana, reumatológica, oncológica, anticorpos antifosfolípides, gestação, hepatite A, B e C, HIV, CMV). Resposta ao tratamento foi classificada como completa (RC) (plaquetas > 150.000/mL) ou parcial (50.000< plaquetas<100.000/mL). Foram incluídos 162 pacientes (41 homens/121 mulheres; 131 Caucasóides/30 Afrodescendentes; idade média de 41 anos), sendo 83 idiopáticos e 79 secundários. RC foi obtida com maior sucesso na PTI idiopática. Baseado no método Kaplan-Meyer, observou-se maior índice de refratariedade nos pacientes com PTI secundária a HIV, hepatite C e SAAF (9,6% versus 22,7%). Sexo feminino e etnia caucasóide estão mais associados a PTI. A resposta ao tratamento tem relação com a etiologia de base.

Púrpura - PTI - Trombocitopenia

B0132

FATORES DE RISCO E PROTEÇÃO NO ÂMBITO ESCOLAR E PREVALÊNCIA DE CONSUMO DE ÁLCOOL E TABACO EM ALUNOS DE 11 ANOS BRASILEIROS E ESPANHÓIS


Ana Carolina Gaban (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Katia Stancato (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Este estudo trata-se da parte brasileira de um inquérito multicêntrico com uma técnica de amostragem do tipo intencional comparando-se escolas públicas de áreas periféricas e centrais e escolas particulares. Será utilizado um questionário anônimo de autopreenchimento. A amostra é constituída por 750 estudantes de 682 escolas municipais, estaduais e particulares de Campinas, mais precisamente a prevalência e fatores de risco e proteção em relação ao uso do álcool e do tabaco, bem como comparar com os valores obtidos entre 721 estudantes da mesma idade, em Madrid, Espanha. Os fatores de risco e proteção considerados no questionário são uso ou não de cigarro ou álcool na família, questões relacionadas à adaptação à escola, acesso ou restrição aos produtos referidos, influência da publicidade, conhecimento a respeito das conseqüências do tabagismo e etilismo, bem como representações sociais do hábito de fumar ou beber, os quais são citados na literatura. Espera-se encontrar diferenças estatisticamente significativas no padrão de consumo entre estudantes brasileiros e espanhóis, as quais podem ser atribuídas a priori a diferenças entre as realidades sociais, financeiras e culturais dos dois países. Essas diferenças serão determinantes em propostas de abordagem do problema, uma vez que os futuros interventores basear-se-ão no princípio da resiliência.

Álcool - Tabaco - Escola

B0133

“AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS ESTUDANTES DA MORADIA ESTUDANTIL DA UNIVERSIDADE


Fabiana Losano da Silva Lima (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Katia Stancato (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A qualidade de vida de estudantes vem sendo abordada na literatura brasileira e mundial. Esta pesquisa busca a percepção da qualidade de vida de uma quantidade significativa de estudantes universitários. A análise dos resultados obtidos possibilitará a visualização dos aspectos saudáveis e dos não saudáveis da rotina dos estudantes. O objetivo deste estudo é avaliar a qualidade de vida dos estudantes que residem na Moradia Estudantil através da aplicação do Questionário WHOQOL Bref, da Organização Mundial da Saúde. Responderam o questionário 110 estudantes residentes na Moradia Estudantil, o equivalente a aproximadamente 12,2% dos moradores. A idade dos estudantes variou entre 20 e 30 anos. Todos os respondentes leram e assinaram o termo de consentimento livre após esclarecimento. Concluímos que a maioria dos estudantes da Moradia que responderam ao questionário avaliaram, em sua percepção, terem uma boa qualidade de vida boa ou aceitável. Corrobora com a percepção dos estudantes o resultado final da média transformada dos entrevistados, que em todos os Domínios do questionário ficou acima do percentil 50. Quanto aos fatores de infra-estrutura que são comuns a todos, como moradia e transporte, a maioria avalia-os como bons ou aceitáveis. O fato de a maioria relatar ter dinheiro suficiente para satisfazer suas necessidades também chama a atenção, uma vez que a avaliação sócio-econômica é um dos critérios para ingresso na Moradia. Uma possibilidade é que este dado ilustre que a Moradia vem cumprindo sua função e as respostas não seriam as mesmas se estes estudantes precisassem arcar com a despesa de aluguel e transporte.

Qualidade de vida - Estudantes universitários - Moradia estudantil

B0134



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