Universidade estadual de campinas


CONSTRUÇÃO E AVALIAÇÃO DE UM MODELO IN VITRO DOS EFEITOS CITOTÓXICOS DA ATAXINA-3 EXPANDIDA



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CONSTRUÇÃO E AVALIAÇÃO DE UM MODELO IN VITRO DOS EFEITOS CITOTÓXICOS DA ATAXINA-3 EXPANDIDA


Antônio Fernando Rolim Marques (Bolsista IC CNPq), Camila M. Lopes e Profa. Dra. Iscia Teresinha Lopes Cendes (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A ataxia espinocerebelar do tipo 3 (SCA3, Doença de Machado-Joseph) é a principal ataxia de origem autossômica dominante. Origina-se de uma mutação no gene MJD1, que resulta na expansão e erro de enovelamento da ataxina-3, propiciando a sua aglutinação. As inclusões nucleares e citoplasmáticas resultantes são sucedidas por disfunção neuronal e, eventualmente, morte celular por apoptose. O atual modelo in vitro da doença é deficiente, pois expressa uma ataxina-3 truncada. Buscamos criar um modelo in vitro fidedigno da SCA3 para o estudo molecular da fisiopatogenia e para testar possíveis intervenções terapêuticas, utilizando a proteína completa. Para tanto, transfectaremos, culturas de células de neuroblastoma de camundongos, das quais já padronizamos o meio e o tempo de repique, com plasmídeos contendo o gene expandido da ataxina-3, e avaliaremos a formação de agregados, por Western Blot, e a mortalidade celular, por meio da marcação com Hoechst 33258, cujo método já padronizamos, comparando-as com um grupo controle expressando a proteína normal e com um grupo baseado no modelo atual. Os plasmídeos contendo os genes da ataxina-3 normal e expandida serão cedidos pelo professor Henry Paulson, da University of Michigan, esperamos dessa forma poder contribuir para o avanço do conhecimento na área das doenças causadas pela expansão de poliglutaminas.

Interferência por RNA - Cultura de células - Neurônios

B0127

URODINÂMICA DO TRATO URINÁRIO ALTO EM CRIANÇAS COM HIDRONEFROSE PERSISTENTE


Sheila Tatsumi Kimura (Bolsista PIBIC/CNPq), Marcio Miranda, Patricia Pegolo e Prof. Dr. Joaquim Murray Bustorff Silva (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Introdução: A dilatação do trato urinário superior (hidronefrose) pode existir sem a presença de obstrução. Os métodos diagnósticos dinâmicos são dependentes da função renal e da resposta ao diurético e, portanto podem suscitar diagnósticos equivocados. O teste de Whitaker, ou urodinâmica do trato urinário alto (UTUA), apesar de invasivo, pode ser o único capaz de impedir uma cirurgia desnecessária. Este método é amplamente difundido para adultos e, em nosso serviço, tem sido aplicado em pacientes pediátricos com sucesso. Objetivo: Avaliar os resultados da Urodinâmica do trato urinário alto (UTUA) em crianças com uropatia obstrutiva pós-operatória. Pacientes e Métodos: Foi feito um estudo retrospectivo, compreendendo um período de onze anos, com crianças portadoras de hidronefrose que haviam sido operadas, mas que persistiam com hidronefrose e infecção urinária recorrente. Estas crianças foram submetidas à UTUA sob anestesia geral para avaliação de obstrução e decisão quanto à reabordagem cirúrgica ou não. A UTUA foi realizada por punção da pelve renal sob radioscopia ou via estoma realizado previamente. Realizou-se a infusão de solução salina com azul de metileno mais contraste iodado, sob pressão constante de 40 cm de água aferindo-se a pressão do sistema repleto. Os resultados foram considerados obstrutivos quando a coluna de água manteve-se estável e acima de 20 cm de água; indeterminados entre 15 e 19 cm de água e não obstrutivos, abaixo de 15 cm de água. Resultados: Os dados obtidos até então nos fornecem evidência que a UTUA é uma poderosa arma diagnóstica quando utilizada seletivamente e principalmente na presença de déficit funcional.

Urodinâmica - Hidronefrose - Cirurgia pediátrica

B0128

AVALIAÇÃO RETROSPECTIVA DAS CAUSAS DE RECIDIVA APÓS CORREÇAO CIRÚRGICA DO REFLUXO GASTROESOFÁGICO


Thaísa Balestrero Thiele (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Joaquim Murray Bustorff Silva (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Objetivos – Estudo retrospectivo visando avaliar a evolução pós operatória de pacientes neuropatas submetidos a cirurgia para correção de refluxo gastro-esofágico. Resultados – Foram analisados os dados de 77 pacientes operados entre os anos de 2000 e 2005. Os resultados preliminares aqui apresentados referem-se a 39 pacientes com idades que variaram de 15 dias a 20 anos. Vinte e cinco apresentavam paralisia espástica, dois eram hipotônicos e em doze o tipo de paralisia cerebral não era especificado. Todos foram submetidos a cirurgia de fundoplicatura à Nissen acompanhada de gastrostomia, sendo 14 por via aberta e 25 por via laparoscópica. Doze pacientes apresentaram complicações no PO imediato sendo que dois dele evoluíram para óbito. Entre os 39 pacientes que puderam ser acompanhados por pelo menos 2 anos os resultados observados foram: quinze pacientes (38,5%) se encontravam bem e sem medicações; seis (15,4%) se encontravam assintomáticos mas referiam uso de medicações anti-refluxo; onze (28,2%) apresentaram persistência ou recidiva dos sintomas sendo que 3 tiveram que ser re-operados. Ocorreram sete óbitos (17,9%) sendo que em três a causa estava possívelmente relacionada a complicações decorrentes de aspiração crônica. São discutidos os possíveis fatores de risco associados com evolução insatisfatória.

Paralisia cerebral - Refluxo gastroesofágico - Cirurgia pediátrica

B0129

TESTE IN VIVO DA AÇÃO ANTITUMORAL DE UMA SERIE DE NOVAS IMIDAS SINTÉTICAS


Danielle de Cássia Rodrigues Dias (Bolsista SAE/UNICAMP), Gilberto Carlos Franchi Junior, Valdir Cechinel Filho, Fátima de Campos Buzzi, Alexandre Eduardo Nowill e Prof. Dr. José Andrés Yunes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
As propriedades antiinflamatória, imunossupressora e antiangionênica da Talidomida tem despertado interesse na síntese de novos compostos baseados em sua estrutura, visando o aprimoramento de suas propriedades farmacocinéticas e a redução de seus efeitos teratogênicos. O presente estudo avaliou os efeitos citotóxicos de 14 imidas sintéticas, análogas da talidomida contra células tumorais em cultura e in vivo. As imidas foram sintetizadas por colaboradores da química da UNIVALI. Para o ensaio de citotoxicidade, a taxa de proliferação celular foi avaliada pelo método de redução de MTT, que é um método colorimétrico. A avaliação de indução de apoptose foi realizada pela marcação das células com Anexina V-FITIC e posterior leitura em citômetro de fluxo. No estudo de citotoxicidade, observamos que algumas imidas inibiram a proliferação celular de modo dose-dependente. Dentre as imidas estudadas, a ClDCM, mostrou-se mais potente, apresentando valores de IC50 de 25,2 μM para a linhagem PC3. Quanto aos estudos de apoptose, as imidas mostraram indução de apoptose em linhagem celular, PC3. Testes preliminares de toxicidade foram realizados pela injeção intraperitoneal de 50 mg/kg da imida ressuspendida em carboximetilcelulose em camundongos NOD/Scid. Nenhum efeito tóxico foi observado.

Câncer - Imidas - Próstata

B0130



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