Universidade estadual de campinas


SAÚDE AUDITIVA: ATUAÇÃO EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE



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SAÚDE AUDITIVA: ATUAÇÃO EM UMA UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE


Rogers Danilo Katsuki Bonaldo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Helenice Yemi Nakamura (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A perda auditiva pode debilitar a qualidade de vida dos sujeitos. Ações em saúde são estratégias que permitem aos sujeitos adquirirem as informações de forma significativa, ampliando e norteando suas escolhas, possibilitando-lhes ser agente de saúde. Este trabalho versa sobre uma experiência educativa em saúde auditiva no interior de SP, em um Centro de Saúde (CS), pautada nas políticas de promoção da saúde e política nacional de atenção à saúde auditiva de 2004. Entrevistamos 50 sujeitos, de ambos os sexos, com média de idade de 42,5 anos, a maioria do sexo feminino (68%). Destes, 42% referiram exposição tanto no trabalho como no lazer a agentes potencialmente prejudiciais à audição. Através do método da analise do conteúdo das falas dos sujeitos em relação às concepções de saúde e audição, percebemos que o entendimento do conceito saúde é ampliado, caracterizando-se como bio-pisco-social; a audição foi entendida como um sentido importante para a comunicação e para vida, situando-se na esfera social e afetiva dos sujeitos, também foi enfatizado a importância do cuidado com esse sentido. O trabalho permitiu o fluxo natural das informações entre os saberes popular e acadêmico. Dessa maneira, oportunizou-se discutir dúvidas e crenças sobre o assunto, proporcionando a co-construção (influência recíproca entre quem pergunta e quem responde) do conhecimento sobre saúde auditiva.

Atenção à saúde - Audição - Promoção de saúde

B0123

TRANSPORTE INTERINSTITUCIONAL NEONATAL: VISÃO DO ENFERMEIRO


Natalia de Godoy Ferro (Bolsista PIBIC/CNPq), Elenice Valentim Carmona e Profa. Dra. Ianê Nogueira do Vale (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O objetivo deste estudo é descrever as condições de transporte neonatal interinstitucional, em duas unidades de terapia intensiva neonatais, de dois hospitais-escola da região metropolitana de Campinas. Métodos: estudo descritivo, realizado com todos os enfermeiros que foram entrevistados no período de novembro e dezembro de 2008 e responderam questionário contendo questões fechadas e abertas. Para análise dos dados utilizou-se técnicas da estatística descritiva (freqüência absoluta e relativa). Para as questões abertas, análise de conteúdo. Resultados: A maioria entrevistada é mulher com experiência na área. Quanto ao veículo, há adequação da maioria dos itens, sugerindo necessidade de manutenção mais rigorosa para evitar falhas e melhora da iluminação. Material de oxigenoterapia: estão presentes, com exceção do ventilador mecânico com umidificador. Monitorização: A maioria afirma não haver monitor cardíaco nem fitas para controle glicêmico. Suporte: deixa dúvidas em relação a alguns itens. Composição da equipe: adequada, embora necessite de treinamento específico. Conclusões: de acordo com os resultados obtidos e recomendações da literatura, há necessidade de investir no preparo da equipe e na manutenção do veículo.

Transporte neonatal - Enfermagem - Neonatologia

B0124

SOBREVIDA DO RECEPTOR DE FÍGADO DE ACORDO COM ÍNDICE DE RISCO DO DOADOR (IRD): ANÁLISE PROSPECTIVA DE DOADORES CADAVÉRICOS OPO-HC-UNICAMP E DE SEUS RECEPTORES


Patrícia Kajikawa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Ilka de Fátima Santana Ferreira Boin (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A fim de diminuir a mortalidade durante a fila de espera por um fígado de doador cadavérico, equipes de transplantes aceitam doadores em condições não ideais, chamados marginais. Em 2006, foi publicado um índice de risco do doador (IRD) baseado em dados como idade, raça, altura, causa da morte encefálica, ocorrência ou não de parada cardiorespiratória, bipartição do órgão e tempo de isquemia. O escore possibilita uma análise objetiva e padronizada do doador, bem como possível relação com sobrevida do receptor. Com os transplantes realizados no HC-Unicamp no período de abril de 2008 a abril de 2009, coletamos dados dos doadores, e receptores foram seguidos por pelo menos 3 meses com o objetivo de avaliar estatisticamente a sobrevida do receptor de acordo com IRD em nosso Serviço. Como resultado parcial da análise de 45 transplantes, temos que: 9% dos transplantes tiveram doadores de baixo risco (IRD< 1,0), 80% dos doadores eram de risco intermediário (1,0< IRD< 2,0) e 11% de alto risco (IRD >2,0). Sobre a associação sobrevida do receptor e IRD, tivemos que a taxa de mortalidade do receptor de transplantes com doadores de baixo, intermediário e alto risco foi, respectivamente, 25%, 28% e 40%. Conclusão: também em nosso Serviço, IRD tem associação com sobrevida do receptor, podendo auxiliar na decisão de aceitar ou não um doador cadavérico.

Transplante hepático - Sobrevida - Receptor

B0125

COMPARAÇÃO DO TRATAMENTO DA HEMORRAGIA UTERINA DISFUNCIONAL COM SISTEMA INTRAUTERINO LIBERADOR DE LEVONORGESTREL E ÁCIDO TRANEXÂMICO


Kelly Cristine Hirose Marques Pereira (Bolsista SAE/UNICAMP), Mirian Nobrega e Profa. Dra. Ilza Maria Urbano Monteiro (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A menorragia é uma queixa clínica que tem se tornado mais freqüente nas últimas décadas e um diagnóstico importante é a hemorragia uterina disfuncional. O estudo visa avaliar e comparar a eficácia e os efeitos colaterais do ácido tranexâmico (Transamim®) e o sistema intrauterino liberador de levonorgestrel (Mirena®). Foram selecionadas 20 pacientes para participarem da pesquisa, de uma média de oito pacientes atendidas no ambulatório de menorragia toda segunda de manhã. Foram randomizadas nove pacientes para uso do Mirena®, e 11 pacientes para usar o Transamim®. Três das oito pacientes já em uso do Transamim® relataram melhora do sangramento. Cinco das sete pacientes em acompanhamento com o Mirena® relataram melhora do sangramento. Os efeitos colaterais relatados foram semelhantes em ambos os grupos. Como ainda não há o número suficiente de pacientes para análise do estudo, e as pacientes se encontram em momentos diferentes de seguimento, uma avaliação mais completa do estudo é dificultada, e só poderá ser feita quando de fato completarem o número de pacientes requisitado.

Menorragia - Ácido tranexâmico - Mirena

B0126



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