Universidade estadual de campinas


CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS, EPIDEMIOLÓGICAS E TRANSMISSÃO VERTICAL EM GESTANTES PORTADORAS DE HEPATITE B



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CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS, EPIDEMIOLÓGICAS E TRANSMISSÃO VERTICAL EM GESTANTES PORTADORAS DE HEPATITE B


Michelle da Silva Rocha (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Helaine Maria Besteti Pires Mayer Milane (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A hepatite B é uma doença infecciosa de origem viral que está entre as principais infecções que apresentam transmissão vertical e que são passíveis de prevenção. A transmissão vertical (TV) representa a principal via de disseminação do VHB, o que reforça a importância da triagem pré-natal (PN) para que seja realizada adequada imunoprofilaxia neonatal. Essas medidas podem não ser totalmente eficazes em pacientes com alta carga viral (presença do HbeAg). O objetivo desse trabalho foi analisar as características clínicas, epidemiológicas e a TV em gestantes portadoras de hepatite B, através de um estudo observacional retrospectivo. Foi realizado um levantamento informatizado das pacientes que realizaram PN no CAISM e, a partir dessa lista, foi realizado o levantamento sorológico e identificação das HbSAg positivo. Para esses casos foi realizado um levantamento de dados clínicos, epidemiológicos, laboratoriais e da infecção neonatal, além da realização das medidas imunoprofiláticas nos recém-nascidos (RNs). Até fevereiro de 2009 foram analisadas 3058 sorologias, das quais 21 apresentaram HbSAg positivo durante PN, entre 2000 a 05/2005 ( proporção de casos de 0,7%), sendo a maioria não portadora do HbeAg, fator mais importante na TV. Com a finalização dos dados e busca ativa dos RNs esperamos estudar de maneira mais adequada os fatores associados à TV.

Hepatite B - Gestação - Transmissão vertical

B0119

PRESENÇA DE TOXOPLASMOSE AGUDA E AVALIAÇÃO DA TRANSMISSÃO VERTICAL EM GESTANTES ATENDIDAS NO CAISM/UNICAMP NO PERÍODO DE 2005 A 2008


Thaís Helena Moreira Passos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Helaine Maria Besteti Pires Mayer Milane (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A toxoplasmose é uma doença que pode ser transmitida verticalmente e pode levar a sequelas para a criança. Os testes sorológicos são sensíveis e há dificuldade em determinação da infecção aguda. Este estudo observacional retrospectivo teve como objetivo analisar a proporção de casos de provável infecção recente nas gestantes atendidas no Pré-Natal do CAISM/UNICAMP entre 01/2005 e 12/2008, correlacionando os diferentes métodos diagnósticos laboratoriais e a infecção fetal. Na avaliação parcial de 1732 pacientes, 970 fizeram sorologia no serviço: identificamos 24 casos suspeitos de infecção recente (2,47%  IgM+ ou suspeito e IgG+). Destes, apenas 16 realizaram teste de avidez, sendo que em 12 foi afastada infecção aguda, em 10 casos a idade gestacional era avançada, não podendo ser afastada infecção recente; 2 fizeram profilaxia com espiramicina e os dados dos outro 8 casos estão em confirmação. Dos 12 restantes, 4 casos apresentaram avidez baixa (suspeita de infecção recente), com manutenção da profilaxia e 1 apresentou soroconversão; 2 realizaram punção com PCR negativo, e o outro evoluiu para óbito intrauterino por agenesia renal. Concluímos que há ainda dificuldade no diagnóstico de infecção aguda, mas ainda necessitamos de mais dados para melhor correlacionar os métodos diagnósticos laboratoriais com suspeita de infecção recente na mãe e a infecção fetal.

Toxoplasmose - Gestação - Transmissão vertical

B0120

AVALIAÇÃO DO CONTEÚDO DE HEMOGLOBINA DOS RETICULÓCITOS EM PACIENTES COM ANEMIA RENAL E SUA RELAÇÃO COM NÍVEIS DE ERITROPOETINA E ATIVIDADE INFLAMATÓRIA


Lucas Plotegher (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Helena Zerlotti Wolf Grotto (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A anemia é uma condição freqüentemente encontrada em pacientes portadores de doença renal crônica (DRC) em diversos estadios. Esse quadro é causado por uma deficiência relativa de eritropoetina (EPO) devido à destruição das células intersticiais peritubulares. A eritropoiese ferro-deficiente no paciente renal nem sempre é facilmente detectada. O conteúdo de Hb dos reticulócitos (Ret-He) tem sido proposto como um bom indicador da deficiência precoce de ferro e foi observado anteriormente que pode apresentar valores reduzidos nos pacientes renais. Assim, esse trabalho tem como objetivo avaliar a possível participação de dois fatores no grau de hemoglobinização dos reticulócitos em pacientes renais: atividade inflamatória (determinação da Proteína C-Reativa) e nível de EPO. O trabalho está em andamento e os resultados apresentados são preliminares. Foram analisados até o momento 136 pacientes com DRC, sendo que 35 homens e 31 mulheres apresentaram anemia. Desses 66 indivíduos 30 mostraram valores de ferro sérico, saturação de transferrina e/ou receptor solúvel da transferrina compatíveis com eritropoiese deficiente de ferro. A mediana dos valores de Ret-He no grupo renal foi de 35,8 pg (22,0- 45,5) e do grupo controle (n=26) foi 35,8 pg (32,5-37,7). A casuística ainda não está completa e as determinações laboratorias estão em andamento, o que não nos permite fazer uma análise dos dados nesse momento.

Eritropoiese - Metabolismo do ferro - Reticulócitos

B0121

SAÚDE AUDITIVA DE ALUNOS DO ENSINO INFANTIL


Marina Padovan (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Helenice Yemi Nakamura (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Para que ocorra o pleno desenvolvimento da linguagem oral e escrita é importante a integridade do sistema auditivo e uma boa relação sinal-ruído no ambiente escolar. Uma vez que deve ser preservada a inteligibilidade de fala não interferindo na troca de conhecimentos. O estudo teve como objetivos conhecer os conceitos que as crianças tem sobre a audição; trocar informações sobre o tema de forma lúdica e estruturada e observar o ambiente acústico da escola pesquisada. Os sujeitos do estudo são crianças da educação infantil de uma Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) localizada no Distrito de Barão Geraldo, Campinas- SP. Foi realizada entrevista coletiva seguida da proposta a confecção de um desenho para avaliar o conceito das crianças sobre o tema. Na seqüência houve a intervenção sobre conceitos e cuidados da audição. Para conhecer o ambiente acústico foi utilizado um decibilímetro (897 - Simpson). Dos sujeitos avaliados, 72% referem que ouvimos com o ouvido, com um caracol, com tudo o que temos na cabeça demonstrando o conhecimento que possuem sobre a audição. É estabelecido como nível de conforto acústico de salas de aula 40 e 50 dB(A) (ABNT 10.152), encontramos na escola de 55 a 65dB sem crianças e com crianças de 76 a 82dB. Os resultados obtidos estão acima do permitido o que pode comprometer a saúde no ambiente escolar.

Audição - Educação infantil - Promoção da saúde

B0122



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