Universidade estadual de campinas


ESTUDO CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO COMPARATIVO DOS CASOS DE DENGUE EM SUMARÉ NOS ANOS 1997, 2002-2003, 2005 E 2006-2007



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ESTUDO CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO COMPARATIVO DOS CASOS DE DENGUE EM SUMARÉ NOS ANOS 1997, 2002-2003, 2005 E 2006-2007


Vinicius Citelli Ribeiro (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Francisco Hideo Aoki (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Objetivos: Evidenciar as alterações clínicas mais relevantes que norteiam o diagnóstico da dengue, observando sua prevalência nos casos da cidade de Sumaré e determinar as regiões de maior incidência nas epidemias entre os anos de 1997-2007. Metodologia: Será realizado um estudo individuado, observacional e longitudinal do tipo coorte retrospectivo com dados de fichas de notificação compulsória de pacientes positivos para DENGUE em Sumaré nos anos 1997, 2002-2003, 2005 e 2006-2007. Resultados e Conclusões: Análise parcial (3045 de aproximadamente 5000 casos). Quanto ao ano de ocorrência dos casos: 1997 (1,8%), 2002 (8,2%), 2003 (3,7%), 2005 (1,3%), 2006 (11%) e 2007 (preenchimento parcial) (74%). Quanto a prevalência dos sintomas: febre (97%), cefaléia (92,8%), mialgia (86%), prostração (84,1%), dor retro-orbitária (76,3%), náusea e vômitos (67,6%), artralgia (66,5%), exantema (40,8%) e diarréia (34,9%). Sete sintomas apresentam prevalência maior que 50%. Manifestações hemorrágicas apareceram em 11,9% dos casos. Registraram-se casos de 154 bairros de Sumaré. Os mais incidentes são: Jd. Nova Terra (8,1%), Jd. São Judas I e II (7,6%), Jd. Bom Retiro (7,5%), Pq. Das Nações (5,4%), Bandeirantes (5%) e Jd. Denadai (4,5%). Apenas seis bairros somam 38,1% dos casos.

Dengue - Epidemiologia - Epidemia

B0115

AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DA CLÍNICA AMPLIADA NA QUALIDADE DA ASSISTÊNCIA PRESTADA AOS USUÁRIOS DO CENTRO DE REFERÊNCIA E TREINAMENTO DE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E AIDS DE SÃO PAULO (CRT-DST-AIDS-SP) A PARTIR DA PERSPECTIVA DO USUÁRIO


Natália Baliani de Biagi (Bolsista FAPESP), Carlos Alberto Gama Pinto e Prof. Dr. Gastão Wagner de Souza Campos (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Em 2000, foi implantado o arranjo institucional de Equipes de Referência no Ambulatório do Centro de Referência e Treinamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis e Síndrome de Imunodeficiência Adquirida de São Paulo (CRT-DST-AIDS-SP), com a hipótese de que favoreceria a ampliação da clínica – reconhecendo-se de forma mais efetiva os componentes biológicos, subjetivos e sociais que interferem no processo saúde-doença-intervenção – e estimularia coeficientes de vínculo mais adequados entre as equipes de saúde e cada usuário concreto. Nossa proposta foi investigar o impacto dessa mudança sob a perspectiva do usuário, por meio da avaliação das características de satisfação com a atenção e o serviço, percepção de vínculo, de cuidado humanizado e de adesão ao tratamento e ganhos em autonomia na condução de seu projeto terapêutico. Para a obtenção de dados, aplicamos entrevista estruturada em 350 usuários na etapa quantitativa e analisamos as informações com o EpiInfo6. Para os dados qualitativos, foi realizado um grupo focal com 5 usuários. Este projeto contribui com um outro maior (Processo FAPESP 2006/61410-8), visto sua extensão e complexidade metodológica.

Clínica ampliada - Profissional de referência - Projeto terapêutico singular

B0116

ASSOCIAÇÃO ENTRE DISGENESIA GONADAL COM OU SEM FENÓTIPO DE SÍNDROME DE TURNER, PRESENÇA DE CROMOSSOMO Y E TUMOR GONADAL


Beatriz Amstalden Barros (Bolsista PIBIC/CNPq e FAPESP) e Prof. Dr. Gil Guerra Júnior (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A freqüência de tumores gonadais é maior em pacientes com gônadas disgenéticas e cromossomo Y (íntegro ou não). Objetivo: verificar a freqüência de tumores gonadais em pacientes com disgenesia gonadal com ou sem síndrome de Turner (ST) e presença de cromossomo Y. De 260 casos de ST diagnosticados, 6 apresentavam mosaicismo contendo Y íntegro, 20 casos cromossomo marcador, 3 casos cromossomo em anel de origem indefinida e 73 casos cariótipo 45,X e cromatina X negativa. Em 96 casos foi realizada pesquisa molecular com sondas específicas para seqüências de DNA do cromossomo Y (SRY, TSPY e DYZ3). Foram avaliados 9 casos de disgenesia gonadal pura XY (DGP XY), nos quais foi seqüenciado o gene SRY. Nos casos de ST com Y e de DGP XY realizou-se gonadectomia bilateral e estudo anatomopatológico. Dos 96 casos de ST avaliados para seqüências moleculares de Y, 10 foram positivos (5/20 com marcador, 2/3 com anel e 3/76 com 45,X). Estes, somados com os 6 de mosaicismo e Y integro totalizaram 16 casos. As 32 gônadas não apresentaram neoplasia gonadal. Dos 9 casos de DGP XY, 7 apresentaram alterações moleculares no SRY, 6 casos sem tumor, 1 com gonadoblastoma à direita, 1 bilateral e 1 com disgerminoma bilateral. Portanto, os tumores gonadais foram observados apenas nos casos de DGP XY (3/9) e não nos de ST com Y íntegro ou não (0/16).

Disgenesia gonadal - Cromossomo y - Gonadoblastoma

B0117

AVALIAÇÃO DOS FATORES ASSOCIADOS AO TRABALHO DE PARTO E VIA DE PARTO SOBRE A MORBIDADE MATERNA E PERINATAL DE GESTANTES INFECTADAS PELO HIV


Camila Sunaitis Donini (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Helaine Maria Besteti Pires Mayer Milane (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O objetivo desse trabalho foi avaliar a influência das características de trabalho de parto e parto na morbidade puerperal em gestantes HIV+ acompanhadas no CAISM entre 2000 e 2007; foi realizado estudo observacional e retrospectivo de 245 gestantes; foram avaliadas variáveis epidemiológicas, clínicas, obstétricas e de morbidade materna, a partir da revisão de prontuários e com os dados inseridos em um programa EPIINFO. A correlação entre morbidade puerperal e fatores associados ficou prejudicada pela baixa ocorrência de morbidade: 3 casos (1,2%) de ITU, 4 casos (1,6%) de infecção de ferida cirúrgica, 1 caso (0,4%) de pneumonia, 2 casos (0,8%) de endometrite e 1 caso (0,4%) de febre de sítio desconhecido. Apenas 5 pacientes necessitaram internação (2%), e 8 (3,3%) fizeram uso de antibioticoterapia ( 2 (0,81%) com cultura positiva). Todos os casos após cesárea, não havendo correlação com uso de TARV, contagem de CD4 ou complicações no parto. Observamos apenas casos leves sem nenhum caso de morbidade puerperal maior (sepse, anemia com necessidade de transfusão e morte). Os resultados obtidos permitem concluir que a freqüência de morbidade puerperal em mulheres HIV + é baixa, mesmo após parto cesárea.

Morbidade puerperal - HIV - Gestação

B0118



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