Universidade estadual de campinas


ANÁLISE MORFOMÉTRICA DOS VENTRÍCULOS LATERAIS DO CÉREBRO HUMANO: COMPARAÇÃO ENTRE CONTROLES E PACIENTES COM EPILEPSIA DO LOBO TEMPORAL MESIAL



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ANÁLISE MORFOMÉTRICA DOS VENTRÍCULOS LATERAIS DO CÉREBRO HUMANO: COMPARAÇÃO ENTRE CONTROLES E PACIENTES COM EPILEPSIA DO LOBO TEMPORAL MESIAL


Luciane Lie Ikeda (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Fernando Cendes (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A epilepsia é um dos problemas neurológicos mais prevalentes: estima-se que um por cento da população mundial tenha epilepsia aos 20 anos de idade. Essa se define por uma descarga ocasional, anormal, localizada na substância cinzenta, que é acompanhada de alterações perceptíveis para o paciente ou para um observador. Após levantamentos bibliográficos, percebemos uma relação de assimetrias ventriculares com patologias do sistema nervoso central, mas pouca abordagem das mesmas com epilepsia. Nesse trabalho utilizaremos um programa de segmentação semi-automática de imagens em ressonância magnética. Após a segmentação de cada imagem utilizando um software, iremos comparar o lado esquerdo e direito dos ventrículos laterais, em forma, volume e intensidade de contraste para medição de assimetrias não patológicas. Posteriormente obteremos valores de média, mediana e desvios padrão, que servirão como valores de referência para estudos de doenças cerebrais, podendo resultar em parâmetros de controle para patologias neurológicas. Em uma segunda etapa, segmentaremos os grupos patológicos. Após a obtenção de um gráfico dos grupos controles e patológicos, faremos uma análise comparativa. Podemos assim obter possíveis parâmetros anatômicos dos ventrículos laterais, podendo auxiliar no critério diagnóstico para epilepsia do lobo temporal mesial.

Ventrículos laterais - Epilepsia do lobo temporal - Morfometria

B0111

ANÁLISE DA EXPRESSÃO DOS GENES FAK E ARHGAP21 EM MIELODISPLASIA


Bruna Fernandes Mendes Silva (Bolsista PIBIC/CNPq), João Agostinho Machado Neto, Mariana Lazarini, Fabiola Traina e Prof. Dr. Fernando Ferreira Costa (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
As síndromes mielodisplásicas (SMDs) são distúrbios clonais da medula óssea caracterizados por hematopoiese ineficaz e risco de evolução para leucemia mielóide aguda (LMA). As classificações usadas atualmente para SMDs são: FAB, WHO e IPSS, que identificam pacientes de baixo risco e alto risco, com diferente sobrevida e risco de evolução para LMA. O mecanismo fisiopatológico responsável pela progressão de doença e transformação leucêmica das SMDs ainda não é totalmente esclarecido. Alterações na expressão de proteínas envolvidas em vias de sinalização celular que participam do controle da apoptose e proliferação celular podem contribuir para a leucemogênese. Já se sabe que alterações na expressão da proteína FAK (Focal Adhesion Kinase) estão diretamente relacionadas a processos como motilidade celular, capacidade de invasão, proliferação e apoptose. O gene ARHGAP21 também está hiperexpresso nas células de leucemia, e a proteína ARHGAP21 associa-se com a FAK. Neste projeto, foi realizada a investigação da expressão gênica de FAK e ARHGAP21 em células hematopoiéticas de indivíduos normais e de pacientes com diagnóstico de SMD, através da técnica de RT-PCR em tempo real. Foi observado que em pacientes com SMD de baixo risco há uma tendência no aumento da expressão de FAK em relação aos doadores normais, ao passo que a expressão de ARHGAP21 em pacientes com SMD está aumentada.

Mielodisplasia - FAK - ARHGAP21

B0112

NEUROSSÍFILIS – PADRONIZAÇÃO DE TÉCNICA MOLECULAR – PCR PARA IDENTIFICAÇÃO DE PROCESSO INFECCIOSO EM SISTEMA NERVOSO CENTRAL EM PACIENTES COM DIAGNÓSTICO DE SÍFILIS ATRAVÉS DE EXAME CONFIRMATÓRIO – TPHA


Marina Koutsodontis Machado Alvim (Bolsista SAE/UNICAMP), Vanessa A. M. Hashimoto, Ângela Maria de Assis, Maria H. P. Pavan e Prof. Dr. Francisco Hideo Aoki (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A neurossífilis deve ser pesquisada em todo paciente com suspeita de infecção pelo Treponema pallidum. O exame mais utilizado é o VDRL no líquor que, apesar de bastante específico, não apresenta boa sensibilidade sendo comuns resultados falsos negativos, não permitindo o descarte da hipótese diagnóstica em resultados não reagentes. Assim, utiliza-se também o TPHA e dados inespecíficos (pleocitose, concentração protéica elevada e glicose diminuída) no LCR. Essas dificuldades diagnósticas incentivaram a busca de novos métodos, sendo o PCR uma técnica promissora devido sua alta sensibilidade e especificidade, principalmente em locais com poucos exemplares da bactéria, como o líquor. O objetivo principal é utilizar esta técnica no LCR de pacientes do HC-UNICAMP com suspeita de neurossífilis, comparando-o com os testes habitualmente utilizados (VDRL e TPHA) além de realizar um estudo clínico-epidemiológico-laboratorial de pacientes com neurolues. Até o momento, 109 amostras de LCR foram identificadas, sendo que destas, 59 pacientes foram submetidos a exames diagnósticos para sífilis, no líquor ou no sangue. Alterações liquóricas (celularidade ou proteínas elevadas) foram encontradas em 21 pacientes e somente 2 tinham TPHA e VDRL liquóricos reagentes, demonstrando a baixa sensibilidade dos testes convencionais. No momento a pesquisa do treponema pela técnica de PCR está sendo realizada nos LCR que apresentaram alterações.

Neurossífilis - Pcr - Líquor

B0113

CO-INFECÇÃO HIV/SÍFILIS : ESTUDO DE 282 PACIENTES DO HC-UNICAMP DE 1996 A 2006 E PADRONIZAÇÃO DE TÉCNICA DE PCR PARA SÍFILIS


Vanessa Akemi Moromizato Hashimoto (Bolsista PIBIC/CNPq), Maria Helena Postal Pavan, Marina K. M. Alvim e Prof. Dr. Francisco Hideo Aoki (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Introdução: A co-infecção sífilis e HIV é muito freqüente, ocorrendo cerca de 12 milhões de casos por ano. É incerto se a clínica, progressão, agressividade e a interpretação dos testes diagnósticos da sífilis são diferentes neste grupo. Objetivos: realizar uma análise clínico-epidemiológica-laboratorial da co-infecção sífilis/HIV e desenvolver um método de diagnóstico molecular da sífilis pela técnica de PCR no Brasil. Metodologia: Foram avaliados 249 pacientes maiores que 18 anos infectados pelo HIV e com o TPHA reagente, no período de 1996 a 2006. Resultados: 69,5% eram do sexo masculino, 71,8 % brancos, apenas 34,8% eram casados ou amasiados, idade média de 38 anos, 61,4% apresentavam VDRL=0 (grupo A), 21,4% apresentaram VDRL 1-4 (grupo B) e em 17,2% o VDRL>= 8 (grupo C). A média de CD4 e a porcentagem dos pacientes que receberam tratamento com Penicilina benzatina foram, respectivamente, no grupo A 260 cel/mm³ e 5,4%, no grupo B 258,5 cel/mm³ e 13,4% e no grupo C 315 cel/mm³ e 67,4%. (tirar CD4???) Discussão: O comportamento sorológico dos testes treponêmicos e não treponemicos nos co-infectados podem gerar dificuldades no diagnóstico e tratamento desses pacientes.

Sífilis - HIV - Testes treponêmicos

B0114



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