Universidade estadual de campinas


ENFERMAGEM CAMPINEIRA: MEMÓRIAS E PERSONALIDADES DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM



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ENFERMAGEM CAMPINEIRA: MEMÓRIAS E PERSONALIDADES DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENFERMAGEM


Gislaine Cavalcante Raposo (Bolsista FAPESP) e Profa. Dra. Eliete Maria Silva (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Fundamentado na concepção de que na história, temos a oportunidade de verificar as mudanças e transformações ocorridas, esse estudo, por meio de depoimentos orais e análise de documentação, resgata uma parcela da memória da enfermagem campineira sob a ótica dos profissionais de enfermagem que atuaram na Regional Campinas da Associação Brasileira de Enfermagem. O documento mais antigo sobre essa Regional encontrado foi um ofício de 1970 e o mais recente datava de 1997. A leitura dos relatórios, livros atas e depoimentos evidenciaram as preocupações dos membros da associação, tais como: a importância do recrutamento de sócios nas Seções e Distritos, as reuniões tinham pouca participação dos associados, a falta de trabalho em grupo e de sede própria e as dificuldades em atingir os estudantes. De 1997 a 2003 nenhum documento foi encontrado. Em 2003 começaram as discussões para a reativação da ABEn em Campinas, fato esse concretizado em 2007. O conteúdo apreendido com a análise dos resultados, evidenciou posicionamentos e sentimentos dos profissionais da enfermagem que atuaram na ABEn Campinas, nos permitindo compreender a recorrência de algumas dificuldades e questões do trabalho associativo, e o conhecimento de um passado recente da profissão na realidade campineira.

Enfermagem - História da enfermagem - Associação

B0103

AS TERAPIAS ALTERNATIVAS/ COMPLEMENTARES SOB O OLHAR DOS ENFERMEIROS DOS CENTROS DE SAÚDE DE CAMPINAS


Natália Amorim Ramos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Eliete Maria Silva (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Observamos a inserção de práticas Terapêuticas Alternativas Complementares (TAC), que visam a atenção à saúde do indivíduo, na prevenção, tratamento ou cura, tomando-o como corpo, mente e espírito e não partes isoladas. Em Campinas há o uso das práticas integrativas. O enfermeiro tem papel relevante junto à comunidade, orientando e esclarecendo quanto ao uso dessas práticas, por estar em contato direto com a população. O presente estudo contribui sobre o conhecimento e uso destas práticas por enfermeiros na rede básica de saúde de Campinas, visto que, não localizamos estudos nessa ótica. Realizamos entrevistas com 10 enfermeiros, sendo cinco praticantes de TAC e cinco não praticantes. A maioria dos enfermeiros teve conhecimento das TAC através da Secretaria de Saúde do Município, todos já as utilizaram alguma vez na vida, relatam que surtiu efeito e as indicam para os pacientes. Os enfermeiros que atuam diretamente com as TAC tem uma melhor fundamentação teórica e conhecimento sobre os objetivos das mesmas, identificando a necessidade de um olhar holístico para o individuo, a busca de autonomia e a necessidade de estudo e divulgação nesse campo de pesquisa. Os enfermeiros que não tem atuação com as TAC tem conhecimento básico a respeito, não tem interesse em aprofundar no assunto, porém identificam os seus benefícios, vendo o seu uso como melhora na qualidade de vida.

Terapias alternativas - Prática profissional - Saúde integral

B0104

HIPOGLICEMIA E CONTROLE DO DIABETES NA ÓTICA DO PACIENTE NA ATENÇÃO BÁSICA


Patrícia Cristiane Hirata (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Eliete Maria Silva (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O Diabetes Mellitus exige comportamentos especiais de autocuidado para que a glicemia seja mantida dentro dos parâmetros de normalidade. Embora o controle metabólico adequado esteja associado a uma menor incidência de complicações crônicas, o risco relativo de hipoglicemia aumenta, podendo ser um fator limitante na realização do tratamento. Objetivos: analisar as percepções de diabéticos sobre a hipoglicemia e sua relação com os cuidados e a tomada de medicamentos no contexto familiar e social. Metodologia: pesquisa exploratória e descritiva, realizada com 16 usuários do Centro de Saúde de Sousas e análise de discurso como método de análise. Resultados: um número significativo de usuários desconhece o seu tipo de diabetes, não reconhece o exame de hemoglobina glicosilada como parâmetro para controle, já necessitou de ajuda durante um episódio de hipoglicemia não relatando influência na tomada do medicamento e menciona a alimentação como principal cuidado com o diabetes. Considerações: foi relevante o desconhecimento pelos usuários das consequências de uma glicemia alterada e de outros comportamentos de autocuidado além da alimentação, demonstrando pouca autonomia em relação ao seu tratamento, denotando a complexidade envolvida no controle do DM e possíveis falhas no acompanhamento da equipe de saúde.

Hipoglicemia - Diabetes mellitus - Cuidados de saúde

B0105

AVALIAÇÃO DA MELHORA DA QUALIDADE DE VIDA EM PACIENTES SUBMETIDOS À CIRURGIA DE FOBI-CAPELLA


Lucas Fiore (Bolsista PIBIC/CNPq), Adriana C. Russo, Caio Fiore e Prof. Dr. Elinton Adami Chaim (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A cirurgia bariátrica tem sido indicada no tratamento da obesidade mórbida, tanto para a redução como para a manutenção do peso ideal. O objetivo deste estudo foi investigar se existe melhora na qualidade de vida dos pacientes submetidos à cirurgia de Fobi-Capella (By-pass gástrico associado à Y de Roux) . Trata-se de um estudo transversal, com coleta de dados primários, desenvolvido no Ambulatório de Gastrocirurgia do Hospital das Clínicas da Unicamp. Foram entrevistados 105 pacientes em pós-operatório mediante a aplicação dos questionários BAROS e SF-36, ambos validados cientificamente. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética da Unicamp, seguindo todos os procedimentos necessários. No tocante à caracterização da população, verificou-se prevalência do sexo feminino. Para fins de análise foram selecionados os pacientes com mais de 6 meses de cirurgia e verificou-se melhora da auto-estima da maioria do seguimento estudado, com maior capacidade na participação de atividades e melhor relacionamento social. Todos referiram que a própria saúde é no mínimo boa após a cirurgia. Conclui-se que os entrevistados submetidos à cirurgia de Fobi-Capella apresentaram melhora na qualidade de vida.

Cirurgia bariátrica - Qualidade de vida - Obesidade

B0106



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