Universidade estadual de campinas


SURTO DE CAXUMBA EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS: APECTOS CLÍNICOS E EPIDEMIOLÓGICOS



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SURTO DE CAXUMBA EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS: APECTOS CLÍNICOS E EPIDEMIOLÓGICOS


Ana Flávia Bernardes de Sousa (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Edison Bueno (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A Parotidite Infecciosa, vulgo Caxumba, manifesta-se por edema nas glândulas salivares, especialmente na parótida, febre e cefaléia. Importantes complicações ocorrem com relativa freqüência, como a orquite no sexo masculino. A notificação não ser obrigatória e a transmissão na fase assintomática justificam a reincidência dos surtos, afetando majoritariamente escolares e universitários, como no nosso objeto de estudo; a infecção mostra-se mais severa na idade adulta. A vacina SCR (sarampo, caxumba e rubéola), com os três vírus na forma não infectante, é administrada em duas doses nos primeiros anos de vida desde 2004, novo calendário vacinal. O bloqueio de susceptíveis é utilizado no combate ao surto, mas torna-se parcialmente eficiente devido ao período de transmissibilidade. Há maior segurança e eficácia na imunização prévia da população. Efeitos colaterais são raros e mínimos; apenas atentar para as contra-indicações. O surto do ano de 2007 na cidade de Campinas se configurou em ambiente universitário com um total de 156 casos, estabelecido a partir da notificação de três casos atendidos na rede pública de saúde no mês de março; bloqueio vacinal nos Campus iniciado em 29/03/2007. Falhas primárias (ausência ou vacinação incorreta) são as principais causas das ocorrências de surtos. A cobertura vacinal completa torna-se o objetivo principal do nosso projeto.

Caxumba - Vacinação - Surtos em comunidades

B0099

RESSIGNIFICAÇÕES DE PAPÉIS EXERCIDOS NA FAMÍLIA TAIS COMO RELATADAS POR HOMENS SOB CUIDADOS ESPECIAIS NO PÓS-CIRÚRGICO POR NEOPLASIA DE BEXIGA URINÁRIA E/OU DE PRÓSTATA - UM ESTUDO CLÍNICO-QUALITATIVO


Lucas Augusto Monteiro de C. Trigo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Egberto Ribeiro Turato (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Esta pesquisa considerou as vivências do tratamento clínico em homens portadores de neoplasia de bexiga e/ou de próstata, que exige procedimentos cirúrgicos invasivos e que trazem mudanças nas condições cotidianas desses pacientes, com vivências emocionais e psicossociais peculiares. Somam-se estigmas no âmbito sócio-familiar devido ao uso de fraldas e sondas, bem como o risco da impotência sexual. Foi proposta uma discussão de ressignificações dos papéis então exercidos em seu grupo familiar, tal como foram relatadas por pacientes que sofreram cistectomia e/ou prostatectomia, em atendimento nos serviços de urologia do Hospital das Clínicas da Unicamp, com o objetivo de conhecer o que novas experiências de vida representam psicologicamente para esses sujeitos. Partiu-se da hipótese de que, no pós-operatório, há exposição de vulnerabilidades e fragilidades pessoais, antes ocultadas por preconceitos psicoculturais da sociedade machista. Usou-se o método clínico-qualitativo, com emprego da entrevista semidirigida de questões abertas e amostra por saturação. No tratamento dos dados, através de análise qualitativa do conteúdo, emergiram as seguintes categorias: apreço à atenção adicional e esclarecimentos por parte do profissional da saúde, receio quanto à perda do controle urinário, temores e tristeza quanto ao risco de impotência sexual, desenvolvimento de novas formas de alcançar o prazer e a satisfação sexual.

Pesquisa qualitativa - Neoplasia de bexiga e próstata - Aspectos psicológicos

B0100

REVISÃO DE CASOS DE ESCLERODERMIA LOCALIZADA NO AMBULATÓRIO DE COLAGENOSES DO HC - UNICAMP


Israel Emiliano Pacheco (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Elemir Macedo de Souza (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A esclerodermia localizada (EL) é uma doença de etiologia não muito bem esclarecida, caracterizada por acúmulo de colágeno nos tecidos mais superficiais do corpo, e que afeta mais indivíduos do sexo feminino. Pode ser dividida em 7 categorias: em Placa, em Gotas, Linear, Segmentar, Disseminada, Profunda e Panesclerótica da Infância. Alguns subtipos podem acometer, além da pele, tecido subcutâneo, fáscia e músculos, com seqüelas mais graves. É uma doença de progressão lenta, cujas lesões na pele tendem a permanecer por anos. O tratamento abranda o curso da doença, mas geralmente permanecem seqüelas, como a hiperpigmentação. O presente estudo busca avaliar a incidência de casos de esclerodermia localizada no ambulatório de colagenoses do Hospital de Clínicas da Unicamp, comparando com o esperado pela literatura, e por meio da análise dos prontuários dos pacientes, traçar associações entre características individuais da manifestação clínica da doença e parâmetros como tempo de evolução e resposta ao tratamento.

Esclerodermia localizada - Hospitais universitários - Colagenoses

B0101

AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE RASTREAMENTO DE ESTREPTOCOCO DO GRUPO B NA GESTAÇÃO


Tássia Regina Yamanari (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Eliana Martorano Amaral (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
No CAISM (Centro de Atendimento Integral à Saúde da Mulher)/UNICAMP, em 2007, iniciou-se a triagem rotineira pré-natal para estreptococo do grupo B (EGB) em gestantes entre 35-37 semanas, seguindo recomendações internacionais. O resultado da cultura é indicado para orientar profilaxia intra-parto naquelas colonizadas (cultura positiva), mantendo-se uso de antibiótico orientado por fatores de risco, como já havia sido implantado, para as parturientes sem resultado de cultura. O objetivo do projeto era avaliar o processo de implementação do programa de triagem de colonização por EGB materna para orientar profilaxia periparto. Para isso, fizemos estudo de corte transversal de todas as gestantes com 34 semanas ou mais em acompanhamento pré-natal no CAISM e dos casos de infecção neonatal por EGB, ocorridos entre março de 2007 a junho de 2008. Foram identificadas 2.574 gestantes que realizaram consulta de pré-natal no Caism acima de 34 semanas, de março/2007 a junho/2008. Entre essas, apenas 547 gestantes (21,2%) realizaram coleta de cultura para EGB. Não foi observada tendência de aumento das coletas de EGB durante o período estudado de implantação do programa. O percentual médio de amostras positivas foi 9%. Os dados indicam necessidade de implantação de estratégias para aumentar a adesão dos serviços ao protocolo estabelecido. Os dados sobre evolução dos casos de sepse neonatal e adequação de conduta nas gestantes colonizadas estão sendo coletados e serão apresentados posteriormente.

Estreptococo grupo B - Gestação - Rastreamento pré-natal

B0102



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