Universidade estadual de campinas


A LEUCEMIA PARA O ADOLESCENTE: UMA QUESTÃO DUPLAMENTE DELICADA



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A LEUCEMIA PARA O ADOLESCENTE: UMA QUESTÃO DUPLAMENTE DELICADA


Aline Arioli Gothardo (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Claudinei José Gomes Campos (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A adolescência é uma fase difícil por natureza e só tende a ser mais problematizada com a presença de uma doença como a leucemia, agravada pela hospitalização. Assim sendo, este projeto tem como objetivo analisar como os adolescentes hospitalizados vivenciam a leucemia e também compreender qual o impacto que esta doença tem para os mesmos. A metodologia utilizada foi a qualitativa, especificamente o método clínico-qualitativo. A população do estudo foi composta por adolescentes com leucemia, com faixa etária de 12 a 18 anos, que recebem tratamento específico no Centro Infantil Boldrini - Campinas - SP. A técnica para coleta de dados foi a entrevista com roteiro de perguntas semi–estruturadas. A técnica para análise de dados foi a análise de conteúdo temática. Como resultados obtivemos duas categorias elencadas preliminarmente: o medo de alteração da auto-imagem e o medo da solidão, pelas constantes separações dos pais, familiares e amigos. Concluímos que a leucemia é vivenciada pelos adolescentes de uma maneira angustiante e que as características naturais de mudanças ocorridas no âmbito biopsicossocial, neste período, podem ser potencializadas negativamente pela doença. Desta forma, os profissionais da saúde devem compreender essas necessidades e oferecer uma assistência adequada aos aspectos biopsicossociais apresentados.

Adolescente - Adolescente hospitalizado - Leucemia linfocítica aguda

B0095

HÁBITO DE FUMAR E GRAU DE DEPENDÊNCIA A NICOTINA EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS DA ÁREA DE SAÚDE


Júlia Domiciana Franco de Campos (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Claudinei José Gomes Campos (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O tabagismo entre jovens vem aumentando consideravelmente com o passar dos anos, tornando-se um problema de saúde pública preocupante. O tabagismo entre estudantes da área de saúde também pode ser notado, demonstrando que o conhecimento cognitivo de seus malefícios não inibe sua disseminação. Este estudo teve como objetivos caracterizar a prevalência do uso de tabaco em estudantes na área da saúde; descrever o perfil e hábitos do consumo de tabaco pelos estudantes e caracterizar o grau de dependência à nicotina de estudantes fumantes. O estudo tem caráter quantitativo, utilizando-se como instrumento o Teste de Fargestron e um questionário adaptado de História Tabagística aplicado a estudantes dos cursos de Medicina, Enfermagem, Fonoaudiologia e Farmácia de uma universidade estadual do interior paulista. Resultados preliminares apontaram 2 fumantes entre os 131 entrevistados de fumantes, onde todos os fumantes caracterizaram-se com muito baixo grau de dependência à nicotina e com inicio do hábito de fumar entre 15 e 16 anos. Concluímos que apesar de baixa prevalência e baixo grau de dependência à nicotina, o hábito de fumar se instala de maneira precoce, apontando para a necessidade de implementar medidas educativas que alcancem os estudantes do ensino fundamental e médio.

Tabagismo - Dependência a nicotina - Hábito de fumar

B0096

IMPORTÂNCIA DA RELAÇÃO INTERPESSOAL ENTRE ENFERMEIROS E FAMILIARES DE CRIANÇAS INTERNADAS EM HOSPITAIS


Rose Murakami (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Claudinei José Gomes Campos (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O relacionamento interpessoal entre pais e enfermeiro na assistência à criança hospitalizada é fundamental para o processo de tratamento do paciente, contribuindo para sua recuperação e qualidade de vida. O objetivo da pesquisa foi identificar como o relacionamento interpessoal entre o enfermeiro e o familiar da criança internada poderia minimizar o sofrimento proporcionado pela enfermidade, promover a facilitação da realização de procedimentos hospitalares e contribuir para a recuperação da criança. A amostra foi composta por oito enfermeiros da assistência direta a criança hospitalizada. O método utilizado foi o clínico-qualitativo, com coleta de dados feita por meio de entrevistas com roteiro de perguntas semi-estruturadas. Os dados foram interpretados por meio da técnica de análise de conteúdo temático. De um modo geral os sujeitos entrevistados afirmaram que o estado emocional da criança influencia na evolução do seu quadro clínico e que a presença do acompanhante causa impacto positivo, oferecendo uma sensação de segurança e familiaridade. A criação de um ambiente de acolhimento ao acompanhante e parceria com o enfermeiro, no atendimento a criança, pode proporcionar um pilar de sustentação e clima emocional positivo para o desenvolvimento do cuidado de enfermagem. O oferecimento de educação em saúde ao acompanhante para o apoio na continuação do cuidado domiciliar pós-alta também é fator relevante.

Criança hospitalizada - Assistência à criança - Cuidados de enfermagem

B0097

LEVANTAMENTO DE DADOS SOBRE PACIENTES SUBMETIDOS À ELETROCONVULSOTERAPIA NO HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNICAMP


Maitê Cruvinel Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq), Renata Cruz Soares Azevedo, Amilton Junior Santos, Rosana Ramos de Freitas, Tiago S. Andrade e Prof. Dr. Cláudio Eduardo Muller Banzato (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A eletroconvulsoterapia (ECT) é uma alternativa terapêutica em transtornos mentais graves. Esta pesquisa objetiva delinear o perfil sócio-demográfico e psiquiátrico dos pacientes submetidos à ECT no HC-Unicamp, além de investigar efeitos indesejáveis e resposta terapêutica. Foi realizada revisão de 167 prontuários e os dados foram compilados para análise estatística pelo programa SSPS. As principais hipóteses diagnósticas não excludentes foram Depressão, Esquizofrenia e Transtorno Bipolar em, respectivamente, 71%, 32,8% e 17,9% dos casos. 95,7% dos pacientes estavam em uso de psicofármacos. Houve intercorrências durante o procedimento em 71,8% dos casos: convulsão incompleta (45,6% dos casos), arritmia transitória (21%), convulsão prolongada (14%) e pico hipertensivo (12,3%). No período imediato à ECT houve intercorrências em 54,4%: confusão mental (24%), amnésia (17%), cefaléia (16,6%) e alteração no sono (8,7%) e tardias em 4,6%: confusão mental (7,7%) e amnésia (5,3%). A resposta foi de melhora em 90.9% dos casos, sem alteração em 7,7% e piora em 1,8%. Os dados sugerem que a incidência de complicações foi moderada e a resposta ao tratamento foi positiva na maioria dos casos, reforçando a importância deste método terapêutico no tratamento de pacientes com transtorno mental grave.

Eletroconvulsoterapia - Casuística - Evolução

B0098



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