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INFLUÊNCIA DOS POLIMORFISMOS A2920C DO GENE XPC E T30028C DO GENE XPF, RELACIONADOS COM O REPARO DE DNA



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INFLUÊNCIA DOS POLIMORFISMOS A2920C DO GENE XPC E T30028C DO GENE XPF, RELACIONADOS COM O REPARO DE DNA


Cristiane de Oliveira (Bolsista PIBIC/CNPq e FAPESP), Gustavo Jacob Lourenço, José Augusto Rink-Júnior, Aparecida Machado de Moraes e Profa. Dra. Carmen Silvia Passos Lima (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O melanoma maligno (MM) é o tumor de pele mais letal. O principal fator de risco é a exposição solar aos raios ultravioletas que danificam o DNA. Mecanismos de reparo do DNA são controlados por genes polimórficos. Polimorfismos nesses genes, como o A2920C do gene XPC e o T30028C do gene XPF, foram relacionados com o aumento do risco do MM em alguns estudos. Considerando que não está estabelecido se esses polimorfismos alteram o risco para o MM, estes foram os objetivos desse estudo. O DNA genômico de 69 pacientes com MM e 69 controles foi avaliado por meio da técnica PCR-RFLP. O significado estatístico foi calculado pelo teste de Fisher ou qui-quadrado. As determinações do risco de ocorrência de MM foram obtidas por meio das razões das chances. Foram observadas freqüências similares dos genótipos AC+CC do gene XPC (63,7% vs 55%; P= 0,38) e dos genótipos TC+CC (55% vs 46,3%; P= 0,39) do gene XPF em pacientes e controles. As freqüências dos genótipos combinados AC+CC + TC+CC também foram similares em pacientes e controles (69,7% vs 51,4%; P= 0,14). Os resultados desse estudo sugerem que os polimorfismos dos genes XPC e XPF parecem não influenciar o risco de ocorrência do MM. Entretanto, estudos adicionais com maior casuística, bem como estudos dos efeitos dos polimorfismos nas manifestações clínicas da doença, são necessários para obter conclusões consistentes sobre o assunto.

Melanoma maligno - Polimorfismos gênicos - Genes de reparo

B0091

POLIMORFISMOS DOS GENES GSTM1, GSTT1 E VEGF, ASSOCIADOS À ANGIOGENESE, NO RISCO DO MIELOMA MÚLTIPLO


Eliel Wagner Faber (Bolsista SAE/UNICAMP), Gustavo J. Lourenço, Manoela M. Ortega, Priscilla M. R. Silva, Carmino A. de Souza, Irene Lorand-Metze e Profa. Dra. Carmen Silvia Passos Lima (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A formação de novos vasos sanguíneos, angiogênese (AG), é etapa necessária para o desenvolvimento de tumores, incluindo o mieloma múltiplo (MM). As enzimas do sistema da glutationa-S-transferase (GST) e o fator de crescimento do endotélio vascular (VEGF) têm influencia na AG. Os genes GSTM1, GSTT1 e o VEGF são polimórficos em humanos. Os papéis desses genes na ocorrência do MM não se encontram esclarecidos o que estabelece o objetivo do nosso estudo. O DNA genômico de 117 pacientes e 150 controles foi analisado pelo método da reação em cadeia da polimerase (multiplex-PCR) e PCR e digestão enzimática para identificar os genótipos dos genes GSTM1, GSTT1 e C936T VEFG, respectivamente. Observamos que a freqüência da presença do gene GSTM1 foi maior em pacientes do que em controles (65,0% versus 52,0%, P= 0,02). Indivíduos com a presença do GSTM1 estiveram sob risco 1,78 vezes maior de ocorrência da doença do que os com a deleção do gene (IC 95%: 1,07–2,96). Freqüências similares dos genótipos dos genes GSTT1 e VEGF foram observadas em pacientes e controles. Indivíduos com os genótipos distintos dos genes estiveram sob riscos similares de ocorrência da doença. Concluímos que os polimorfismos do gene GSTT1 e VEGF C936T, combinados ou isolados, parecem não influenciar o risco de MM. Entretanto, aumento do risco da doença parece estar associada com a presença do gene GSTM1.

Mieloma múltiplo - VEGF - Polimorfismos

B0092

ASSOCIAÇÃO ENTRE MARCADORES DE INFLAMAÇÃO E MICROALBUMINÚRIA EM PACIENTES DIABÉTICOS


Claudia Serafim de Camargo (Bolsista PIBIC/CNPq), Susy Helena Afaz, Paula Virginia Bottini ( Co-orientadora) e Profa. Dra. Célia Regina Garlipp (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O último Censo Nacional de Diabetes mostrou que na população urbana brasileira, a prevalência média de diabetes é de 7,6% . Estima-se que são cerca de 10 milhões de pessoas com diabetes no Brasil entre as quais 330.000 (1/3) vão desenvolver nefropatia diabética. Esse estudo tem por objetivo avaliar uma possível associação entre marcadores de inflamação e microalbuminúria em pacientes diabéticos. A hipótese levantada é a de que poderia haver uma associação entre níveis de neopterina, proteína C reativa (PCR) e a presença de microalbuminúria em pacientes diabéticos insulino-dependentes. De cada indivíduo foram coletadas amostras de soro para dosagens de neopterina (ELISA) e proteína C reativa (nefelometria) e amostras de urina, submetidas à dosagem de microalbuminúria (nefelometria). A dosagem de microalbuminúria apresentou alterações em 43% das amostras de urina, enquanto que a PCR mostrou elevação em 28% e a neopterina em 20% dos indivíduos analisados. Trinta e oito porcento dos indivíduos com microalbuminúria apresentaram níveis alterados de neopterina e em 31% desses mesmos pacientes foram observados níveis elevados de PCR.

Neopterina - Microalbuminúria - Inflamação

B0093

EMISSÕES OTOACÚSTICAS E HÁBITOS AUDITIVOS DE ADOLESCENTES QUE FAZEM USO DE EQUIPAMENTOS SONOROS PORTÁTEIS INDIVIDUAIS


Izabella dos Santos (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Christiane Marques do Couto (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Som em alta intensidade faz parte do lazer de adolescentes. Eles estão expostos a altos níveis de pressão sonora, podendo gerar um problema auditivo futuro. Assim, avaliou-se os hábitos auditivos dos adolescentes; e verificou-se a preocupação e os cuidados destes em relação a sua audição. Verificou-se, de acordo com a literatura, como os exames de EOA auxiliariam no diagnostico precoce de alterações auditivas. Para avaliar os hábitos auditivos, foi aplicado um questionário a 14 adolescentes, com idade entre 17 e 18 anos. Todos eles responderam que fazem uso de dispositivos eletrônicos individuais em média por 2h20min por dia, normalmente na escola ou no ônibus, em alta intensidade. Destes, 50% referiu sintomas durante e após o uso desses equipamentos, como zumbido e dores no pavilhão auricular. Os adolescentes possuíam outros hábitos como frequentar discotecas, academias de ginástica e ensaios de bandas. Questionou-se se os adolescentes tinham medo de perder a audição e 57% dos adolescentes afirmou que possui este medo. É possível concluir que eles estão expostos a alta intensidade sonora, tem medo de perder a audição, mas não mudam seus hábitos. Assim, as EOA possibilitariam a detecção de uma lesão auditiva precoce, auxiliando na conscientização e prevenindo um problema auditivo futuro nestes adolescentes.

Emissões otoacústicas - Hábitos auditivos - Equipamentos sonoros portáteis

B0094



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