Universidade estadual de campinas


IDENTIFICAÇAO DE FATORES PRÉ. PERI E NEONATAIS EM INDIVIDUOS COM AUTISMO



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IDENTIFICAÇAO DE FATORES PRÉ. PERI E NEONATAIS EM INDIVIDUOS COM AUTISMO


Flávia Modelli Vianna (Bolsista SAE/UNICAMP) e Prof. Dr. Carlos Eduardo Steiner (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Autismo é a mais freqüente das síndromes neurológicas designadas como distúrbios abrangentes do desenvolvimento (DAD) e caracteriza-se por apresentar sintomas em três núcleos: déficit de comunicação, interações sociais anormais e interesses e comportamentos repetitivos ou restritos. Suas causas são pouco entendidas, sendo provável que tanto fatores genéticos como ambientais contribuam etiologicamente. Uma vez que a etiologia do autismo é pouco esclarecida, estando envolvidos diversos fatores ambientais, propõe-se um estudo que analise a associação de tais fatores com o diagnostico de autismo, objetivando a identificação de fatores de risco pré, peri e neonatais, realizado através de entrevistas às mães de autistas diagnosticados. Os fatores selecionados foram: idades materna e paterna, imigração materna, doenças crônicas ou agudas e uso de medicamentos e sangramento durante a gravidez, gravidez múltipla, tipo de parto (natural, cesárea), condições de nascimento e doenças nos primeiros seis meses de vida. Os questionários foram respondidos pelas mães de 20 alunos selecionados de acordo com critérios de inclusão e exclusão matriculados na Associação para o Desenvolvimento dos Autistas em Campinas (ADACAMP). Os resultados estão sendo analisados, tendendo à compatibilidade com o observado na literatura.

Autismo - Etiologia - Desenvolvimento infantil

B0087

CARACTERIZAÇÃO MICROBIOLÓGICA E TESTES DE SUSCEPTIBILIDADE AOS ANTIMICROBIANOS DE UMA COLEÇÃO DE CEPAS-PADRÃO E DE AMOSTRAS CLÍNICAS DE BACTÉRIAS NÃO FERMENTADORAS EMERGENTES EM FIBROSE CÍSTICA E INFECÇÃO HOSPITALAR


Cibele Zanardi Esteves (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Carlos Emilio Levy (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Bactérias Gram negativas não fermentadoras são potenciais patógenos em infecções hospitalares e em infecções crônicas do trato respiratório de pacientes com fibrose cística. A caracterização de muitas destas bactérias de importância clínica por métodos manuais e automatizados é dificultada pela escassez de dados na literatura, limitada experiência laboratorial, sendo muitas vezes necessário recorrer a métodos moleculares. Foram utilizadas 50 cepas-padrão de bactérias não fermentadoras da BCCM/LMG Bacteria Collection. Estas cepas foram caracterizadas bioquimicamente utilizando 33 testes convencionais e submetidas a testes de sensibilidade pelo método de Disco-Difusão e pelo Etest®. Os testes úteis para a discriminação entre Gênero e Espécie variaram de acordo com a cepa-padrão testada, assim como houve grande variabilidade de resultados de sensibilidade. As cepas-padrão foram submetidas também à identificação automatizada através do Vitek II ® e a maioria delas não conseguiu ser identificada corretamente em nível de Gênero e Espécie como por exemplo Pandoraea spp, Inquilinus spp, Cupriavidus spp. Nossos resultados confirmam os dados da literatura quanto a limitação dos recursos para caracterização destes agentes, bem como os escassos recursos terapêuticos.

Bactérias não fermentadoras - Fibrose cística - Infecção hospitalar

B0088

ANÁLISE DA PREVALÊNCIA E INFLUÊNCIA DO POLIMORFISMO 894G/T DO GENE NOS3, CANDIDATO A MODIFICADOR DA FIBROSE CÍSTICA, NO QUADRO MICROBIOLÓGICO DE PACIENTES FIBROCÍSTICOS


Aline Roberta Bariani Marcelino (Bolsista PIBIC/CNPq), Cyntia A. A. Correia, Luciana C. Bonadia, Antônio F. Ribeiro, José D. Ribeiro e Profa. Dra. Carmen Silvia Bertuzzo (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
FC é uma doença autossômica recessiva provocada por mutações no gene CFTR e mesmo entre pacientes com genótipos iguais encontra-se quadros clínicos variáveis, sugerindo a ação de outros genes. NOS3, gene candidato a modificador participa da síntese de NO, gás que nas vias aéreas participa de processos de defesa e inflamatório. A presença do polimorfismo 894G/T, in vitro, leva à maior estabilidade enzimática e à maior produção de NO, dificultando ou impedindo a colonização do trato respiratório por P. aeruginosa. Este estudo investigou 53 pacientes fibrocísticos para identificar o polimorfismo 894G/T e associá-lo com o quadro microbiológico. A freqüência da variante alélica 894G foi de 0,75 (n=79) e de 0,25 (n=27) para 894T e as freqüências genotípicas estão de acordo com aquelas esperadas pelo equilíbrio de Hardy-Weinberg (2=0,48, p=0,79). A comparação do polimorfismo 894T com a colonização por P. aeruginosa mostrou que a variante G tem freqüência acentuada (f = 0,92) no grupo de pacientes não colonizados e entre os indivíduos G/T, 84% deles apresentam colonização crônica pela bactéria. Assim, em nossa amostra a presença da variante 894T não mostrou nenhum tipo de proteção do hospedeiro contra colonização bacteriana e a presença do alelo G em homozigose parece conferir certa resistência do paciente à colonização por P. aeruginosa.

Fibrose cística - Óxido nítrico - Modificador

B0089

POLIMORFISMOS DOS GENES GSTM1, GSTT1 E A4889G E T6235C DO GENE CYP1A1, RELACIONADOS AO METABOLISMO DE CARCINÓGENOS, NO RISCO DO CÂNCER DE LARINGE


Anderson Zanetti (Bolsista PIBIC/CNPq e FAPESP), Gustavo Jacob Lourenço, Carlos Takahiro Chone e Profa. Dra. Carmen Silvia Passos Lima (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O carcinoma epidermóide (CEC) de laringe está associado a agentes químicos presentes em bebidas alcoólicas e no tabaco. As glutationas s-transferases (GSTs) e o citocromo P450 CYP1A1 são enzimas que atuam na detoxificação e bioativação de carcinógenos, respectivamente. Os genes GSTM1 e GSTT1 podem estar deletados em indivíduos saudáveis. Já os alelos variantes G e C dos polimorfismos A4889G e T6235C do gene CYP1A1 produzem enzimas mais eficazes na ativação de carcinógenos. O objetivo do estudo foi o de avaliar se os polimorfismos gênicos influenciam o risco da doença. O DNA de 96 pacientes com CEC de laringe e de 190 controles foi avaliado pela reação em cadeia da polimerase (PCR) multiplex e PCR e digestão enzimática, respectivamente. As freqüências da deleção do gene GSTM1, GSTT1 e combinada dos genes e dos genótipos AG+GG do polimorfismo CYP1A1 A4889G foram similares em pacientes e controles. Indivíduos com os genótipos distintos estiveram sob risco similar de ocorrência da doença. Já o genótipo CYP1A1 6235TT foi maior em pacientes do que em controles (75,0% vs 62,1%; P= 0,007). Portadores do genótipo estiveram sob risco 2,4 vezes maior de apresentar o tumor do que os demais. Concluímos que portadores do genótipo CYP1A1 6235TT merecem receber orientações adicionais para prevenir a doença.

Câncer de laringe - GSTM1 e GSTT1 - CYP1A1

B0090



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