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A IMPORTÂNCIA DA MICRONECROSE TUMORAL NA AVALIAÇÃO LONGITUDINAL DOS MENINGEOMAS



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A IMPORTÂNCIA DA MICRONECROSE TUMORAL NA AVALIAÇÃO LONGITUDINAL DOS MENINGEOMAS


Paola Keese Montanhesi (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Antonio Guilherme Borges Neto (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
Estudo prospectivo observacional de portadores de meningeomas operados no Hospital das Clínicas da Unicamp e na Santa Casa de Misericórdia de Limeira, no período de janeiro de 2005 a dezembro de 2008. Meningeomas são tumores do Sistema Nervoso Central que se desenvolvem aderidos à dura-máter. São insidiosos e sua incidência é maior entre 50 e 70 anos e no sexo masculino. Em geral são benignos (1-3% são agressivos, evoluindo com recorrência e metástases) e seu tratamento ideal é a ressecção completa. O objetivo desse estudo foi identificar variáveis associadas a comportamento agressivo, recidiva e malignização, que definem mau prognóstico. A população em estudo inclui pacientes acima de 20 anos, de ambos os sexos, com diagnóstico histológico de meningeoma benigno, atípico ou anaplásico. Exclui pacientes abaixo de 20 anos ou previamente operados para ressecção de meningeoma. Da amostra selecionada foram avaliados: dados epidemiológicos, história clínica, localização e tamanho da neoplasia, grau de ressecção, anátomo-patológico (critérios da OMS), imunohistoquímica (Ki67, p53, Receptores de Estrógeno e Progesterona), imagem pré e pós-operatória (Tomografia Computadorizada e Ressonância Magnética) e seguimento clínico. Os dados foram analisados estatisticamente, com significância das associações para valores de p< 0,05. O estudo foi importante para corroborar com os conhecimentos disponíveis na literatura até o momento.

Meningeoma - Necrose - Prognóstico

B0083

AVALIAÇÃO DAS MAMOGRAFIAS E ULTRA-SONOGRAFIAS REALIZADAS EM MULHERES MENOPAUSADAS ASSINTOMÁTICAS ATENDIDAS NO CAISM – UNICAMP. ESTUDO RETROSPECTIVO


Christian Henrique de Andrade Freitas (Bolsista SAE/UNICAMP), Orlando José de Almeida, Rodrigo Menezes Jales, Emílio Marussi e Profa. Dra. Beatriz Regina Álvares (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
A mamografia (MG) de rastreamento tem como objetivo a detecção precoce do câncer mamário em mulheres assintomáticas. Em 2003, o American College of Radiology (ACR) desenvolveu a classificação BI-RADS (Breast Imaging and Reporting Data System) para padronizar a terminologia do relatório mamográfico, os achados radiológicos e as recomendações a serem tomadas. Na categoria 1 da classificação BI-RADS, não se observam anormalidades nas mamas, nas quais os achados mamográficos são negativos para malignidade. Entretanto, em casos de mamas densas ou heterogeneamente densas é sugerido exame de ultra-som mamário (USM) complementar, pois a densidade do tecido mamário reduz a sensibilidade da MG, podendo nestas situações ser detectadas anormalidades ao US não visibilizadas nas MG. O presente estudo, objetiva avaliar as MG de 88 mulheres menopausadas assintomáticas, classificadas como BI-RADS 1, atendidas no Ambulatório de Menopausa do CAISM, entre os anos 2002 e 2006, a fim de determinar o percentual de pacientes que realizaram USM de acordo com as diferentes densidades do tecido mamário avaliadas nas MG; as principais alterações encontradas nos USM, bem como descrever o perfil clínico destas pacientes. Os resultados preliminares deste estudo serão apresentados, incluindo 60 casos até o presente momento.

Mamografia - Mulheres menopausadas - Ultrassonografia mamária

B0084

VIVÊNCIAS DE ALUNOS DO CURSO DE FONOAUDIOLOGIA NA SITUAÇÃO DE ESTÁGIO CLÍNICO


Sandra Regina Zaccariotto (Bolsista PIBIC/CNPq) e Profa. Dra. Bernadete Balanin Almeida Mello (Orientadora), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
O início da aprendizagem em estágio clínico é uma fase em que o aluno colocará em prática todo o seu conhecimento, sendo este uma experiência que provavelmente favorecerá o aparecimento de reações emocionais que irão variar de intensidade e duração. Neste estudo, o objetivo foi observar a vivência dos alunos do 3º ano de Fonoaudiologia na situação de estágio clínico. O método utilizado baseou-se numa abordagem qualitativa construtivo-interpretativo, considerando o fenômeno estudado e a expressão dos sujeitos envolvidos. Foram entrevistados, individualmente, 23 alunos do curso de graduação em Fonoaudiologia da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) no ano de 2008. Seguiu-se um roteiro de entrevista semi-estruturada com 7 questões abertas. As entrevistas foram gravadas e transcritas na íntegra para a análise das respostas obtidas. Os alunos demonstraram sentimentos de medo, ansiedade e insegurança em relação aos primeiros atendimentos e também no que diz respeito à associação da teoria com a prática. Segundo o relato dos alunos, as experiências vivenciadas no início foram se modificando no transcorrer do estágio, pois parece que a prática clínica favoreceu o aparecimento de reações como segurança, confiança e determinação ao concluir a experiência de estágio no 3º ano.

Estágio clínico em fonoaudiolo - Prática clínica - Relação aluno-paciente

B0085

VERIFICAÇÃO DAS ALTERAÇÕES DA FUNÇÃO HEPÁTICA EM PACIENTES COM GLICOGENOSES TIPO I E TIPO III


Erika Kapitzky Martins (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Carlos Eduardo Steiner (Orientador), Faculdade de Ciências Médicas - FCM, UNICAMP
As glicogenoses tipo I e III fazem parte de um grupo de doenças metabólicas hereditárias do metabolismo dos carboidratos e são causadas, respectivamente, pela deficiência enzimática da glicose-6-fosfatase e da enzima desramificadora do glicogênio. A primeira é uma enzima hepática sendo que as principais manifestações da doença se referem a alterações metabólicas do fígado, tendo hipoglicemia como uma das primeiras manifestações. Além disso, indivíduos com essa condição apresentam hepatomegalia, hiperuricemia, acidose lática, elevados níveis de triglicérides e colesterol. A glicogenose tipo III possui quadro clínico semelhante ao tipo I e inclui manifestações musculares, podendo ter início tardio e sintomas mais leves. Não há aumento de lactato e do ácido úrico nessa forma. O tratamento é feito pela associação com uma dieta associada a medicamentos. A terapia nutricional consiste na parte mais importante do tratamento e tende a prevenir a hipoglicemia, normalizar os níveis de lipídios e estabilizar as alterações metabólicas. Com o objetivo de caracterizar as alterações laboratoriais envolvendo a função hepática em pacientes com glicogenoses tipo I e III, comparando-as antes e após o início do tratamento nutricional, foram analisados prontuários dos pacientes do Hospital das Clínicas da Unicamp. Os resultados foram avaliados com uma análise estatística com variáveis simples dos dados colhidos.

Função hepática - Glicogenose - Von Gierke

B0086



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