Universidade estadual de campinas


ANTES DA CENA: A VISUALIDADE DAS DIDASCÁLIAS NO MELODRAMA



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ANTES DA CENA: A VISUALIDADE DAS DIDASCÁLIAS NO MELODRAMA


Kelly Cristina Cheretti (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Claudia Mariza Braga (Orientadora), Instituto de Artes - IA, UNICAMP
Projeto interdisciplinar na área de Artes Cênicas, que se propõe a uma análise comparativa das didascálias (ou rubricas), tendo em vista a detecção das indicações visuais ali contidas. Seu desenvolvimento explica-se pela constatação de que o “espetáculo ocular” do século XIX prenunciaria as transformações na relação texto-imagem que caracterizam os dias atuais e cujas origens não foram ainda suficientemente estabelecidas ou discutidas. Nesse sentido, a metodologia de trabalho será, além da pesquisa bibliográfica, o estudo comparativo das fontes primárias relativas ao objeto em estudo, utilizando-se para recorte, em princípio, obras dramáticas de Pixérécourt, D’Ennery e Bouchardy encenadas no Brasil. De modo a proceder a verificação da hipótese levantada, prevê-se a conclusão do presente projeto através do cruzamento dos dados obtidos no estudo comparativo.

Teatro - Melodrama - Didascálias

A0011

DO GROTESCO E DO SUBLIME: O PERSONAGEM CÔMICO DO MELODRAMA


Moira Torres de Mello Junqueira (Bolsista SAE/UNICAMP) e Profa. Dra. Claudia Mariza Braga (Orientadora), Instituto de Artes - IA, UNICAMP
Análise da comicidade e do riso dentro das obras de estrutura melodramática atentando-se para sua funcionalidade. Percepção da convivência do grotesco dentro do sublime, junção que o teatro popular tantas vezes proporcionou e que nunca mereceu, dentro de estudos científicos, reflexões mais aprofundadas. Verificação da popularidade do gênero e sua permanência em diversificadas formas cênicas nacionais da atualidade. A função do escapismo e da quebra de tensão, a partir de Bergson e Freud e também a forma bakhtiniana de harmonizar o mundo através do riso, observados no gênero melodramático, são o objeto de interesse do presente trabalho, cujo objetivo principal é o estudo das formas de comicidade dentro do melodrama e sua relação com a sociedade moderna.

Teatro - Melodrama - Cômico

A0012

A CANÇÃO E A VOZ DE CAETANO VELOSO NO CINEMA BRASILEIRO (1994-2007)


André Checchia Antonietti (Bolsista FAPESP) e Prof. Dr. Claudiney Rodrigues Carrasco (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP
A inserção das canções compostas e/ou interpretadas por Caetano Veloso em trilhas musicais da Retomada do Cinema Nacional (1994) foram mapeadas a partir dos conceitos de Articulação Filmica. Foram analisados oito filmes, com base em seu desempenho e relevância. Os filmes analisados foram: O Quatrilho; Tieta do Agreste; Orfeu; Lisbela e o Prisioneiro; Meu tio matou um cara; 2 filhos de Francisco; O Coronel e o Lobisomem; e Ó Paí Ó. A partir das canções analisadas pudemos concluir que a inserção da canção no cinema brasileiro foi influenciada pelo cinema americano e suas estratégias de trilha musical; pela sonoplastia musical das radionovelas, do teatro de revista, da telenovela; e pelas primeiras convenções formadas no cinema dos anos 30, 40 e 50 no Brasil. Todos esses modelos coexistem e tornam mais rica e interessante a canção no cinema brasileiro.

Caetano Veloso - Articulação fílmica - Trilha sonora

A0013

A MÚSICA DE ANTONIO PINTO NOS FILMES DA RETOMADA


Samuel Henrique Pedrozo Ferrari (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Claudiney Rodrigues Carrasco (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP
Neste trabalho, a partir da análise da filmografia, foram desenvolvidas tabelas com o mapeamento da música dos filmes e um artigo sobre a música de Antonio Pinto nos filmes da retomada do cinema brasileiro. As fontes de investigação deste trabalho são basicamente os filmes de Walter Salles, Fernando Meirelles, Heitor Dhalia, Paulo Morelli e Helvécio Ratton, que possuem trilha do compositor Antonio Pinto, e os CDs das trilhas sonora dos mesmos. As tabelas foram confeccionadas a partir do mapeamento de entradas e saídas de musica, leitmotivs e suas recorrências, instrumentação da música de cada filme, bem como o uso de canções inseridas na narrativa. Essas tabelas possibilitam a observação tanto de dados qualitativos (procedimentos relacionados ao conceito de contraponto audiovisual) quanto quantitativos (números de recorrências motívicas e proporção música / silêncio).

Trilha sonora - Cinema - Antonio Pinto

A0014

TRILHA SONORA COMO COMPLEMENTO DA NARRAÇÃO FÍLMICA


Weber Pereira Marely (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Claudiney Rodrigues Carrasco (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP
A trilha musical como auxiliador da narrativa fílmica é um trabalho que estuda como se da a participação da musica em filmes, uma linguagem que consolidou sua importância desde os início do cinema, quando não havia sons, com exceção da trilha musical, e toda a narrativa era conduzida através da relação entre a música e a imagem em movimento. Neste trabalho foram analisados o compositor John Stephan Zamecnick e seu livro de partituras “Sam Fox Moving Picture Music”, e o compositor e maestro John Willians, com a trilha do filme “Jurassic Park”. Foram analisados aspectos composicionais e também de orquestração e instrumentação. Foram encontrados elementos musicais com características similares entre as musicas de períodos tão distintos, elementos estes que ajudam a explicar como a trilha interage com a imagem em movimento, e consolida seu papel de importância na narrativa fílmica.

Trilha sonora - Cinema - John Willians

A0015

VAMOS MUSICALIZAR!!!ESTUDANDO OS MÉTODOS DE MUSICALIZAÇÃO NAS ESCOLAS DE ENSINO FUNDAMENTAL


Cristiane de Paula Milesi Polonio (Bolsista PIBIC/CNPq) e Prof. Dr. Edmundo Pacheco Hora (Orientador), Instituto de Artes - IA, UNICAMP
Este projeto é um estudo dos principais pedagogos musicais, suas linhas de pesquisa e metodologia. Além da avaliação de como são usados, tendo como amostragem escolas de ensino fundamental no distrito de Sousas, em Campinas. O contato com a música é essencial nos primeiros anos de vida, pois desenvolve o raciocínio, a concentração e a própria inteligência. Mas, será que as escolas têm consciência disto? Será que existem profissionais qualificados para lecionar? Não visamos resolver todos os problemas na área de educação musical, mas observar como tem sido feita e provocar uma discussão a respeito. A primeira etapa baseou-se numa revisão bibliográfica, buscando resgatar métodos dos grandes pedagogos musicais, entre eles, Emile Jaques Dalcroze, Carl Orff, Edgar Willems, Violeta Hemsy Gainza e Murray
Schaeffer. Na segunda etapa, foi realizada dentro de quatro escolas de ensino fundamental em Sousas. Esta pesquisa se compõe de observações de aulas de música e conversas com professores e coordenadores a respeito das mesmas. Por fim, os dados das pesquisas foram analisados em conjunto com os métodos da primeira etapa. Existem problemas por falta de informação a respeito dos benefícios da música, mas está acontecendo uma melhora no país como um todo. É necessário que esta discussão se perpetue.

Musicalização infantil - Educação musical - Educadores musicais

A0016



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