Pflimlin, Pierre (n. 1907)


Pantouflage Panunzio, Sergio



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Pantouflage
Panunzio, Sergio Teórico do Estado do período fascista. Começa como militante da extrema-esquerda do partido socialista, defendendo o sindicalismo revolucionário soreliano, colaborando na revista semanal Avanguardia Socialista de 1902, dirigida por Arturo Labriola.

1920

Principio e Diritto di Nazionalità




Roma, 1920.

1925

Lo Stato Fascista




Bolonha, Cappelli, 1925.

1929

Il Sentimento dello Stato




Roma, Libreria del Littorio, 1929.

1933

Popolo, Nazione, Stato. Esame Giuridico




Florença, Edizioni La Nuova Italia, 1933.

1937

Teoria Generale dello Stato Fascista




Milão, CEDAM, 1937.



Papel social Conceito sociológico, utilizado por analogia com o papel desempenhado por um figurante numa peça de teatro. Cada pessoa ocupa um determinado status ou cargo da sociedade, pelo qual desempenha uma certa função. Paapel é a maneira como cada um desempenha de facto as exigências relativas à posição que ocupa. É o aspecto dinâmico desse cargo. Utilizando a síntese de Badie e Gerstlé, diremos que o papel é a conduta que deve esperar-se de um determinado indivíduo numa sociedade, tendo em vita o cargo que ele ocupa. O complexo de deveres e direitos que tem um indivíduo face à posição ou status que ocupa na sociedade. Se atendermos ao conceito de estrutura, corresponde aos modos de acção estabelecidos para os indivíduos pelas normas sociais, organizando-se num sistema coerente que constitui a estrutura social (S. F. Nadel).
Papini, Giovanni Escritor italiano. Começa por colaborar com Enrico Corradini. Funda a revista Leonardo. Aí faz uma severe crítica à democracia, em nome de uma via aristocrática. Considera que a democracia reflecte sentimentos baixos, ideias vazias, fórmulas debilitantes e aspirações bestializantes. Um dos mais activos defensores da entrada da Itália na Grande Guerra em 1915.

Ver Corradini


Papisca, A., Introduzione allo Studio delle Relazioni Internazionali, Turim, Giappicheli, 1973.
Parada, Padre António Carvalho de (1595-1655) Natural do Sardoal. Antes de 1640 foi procurador do Clero na Corte de Madrid. Um dos juristas da Restauração. Doutor em teologia e guarda mor da Torre do Tombo.

Arte de Reynar

Bucelas, Paulo Craesbeeck, 1643.


Paradigme (le) Perdu. La Nature Humaine, 1972. Analisa a semelhança entre as sociedades animais e as sociedades humanas. Retomando alguma das teses de Teilhard de Chardin, nomeadamente da lei da complexidade crescente da evolução das organizações, salienta a existencia de um processo de hominização, mas não deixxa de assinalar que tal como as sociedades animais, também as sociedades humanas são organizações vivas, ecossistemas, alimentadas pela energia e caractrizadas pela existência de um território e por relações de domination/ soumission, tendo a marcá-las um sistema de signos. A homonização é um processo complexo que leva a mutaões genéticas e a alterações ecológicas. É uma morfogéneses complexa e multidimensional que se desenrola através de uma sucessão de ecossistemas cada vez mais complexos.

*

Paradigma Modelo abstracto ou tipo ideal configurado por referência a um objecto real. Raymond Boudon considera que um modelo ou paradigma corresponde àquilo que nas ciências sociais equivale às teorias das ciências físicas. Podem ser conceituais (definição de vocábulos), formais (regras de sintaxe) ou teóricos. Os pardigmas conceituais e formais constituem quadros de referência, enquanto os teóricos são teorias desenvolvidas num sector da realidade e aplicadas por analogia a outros sectores.


Paradigma (Kuhn) Para Thomas Kuhn, o paradigma é o conjunto de crenças, de valores reconhecidos e de técnicas comuns aos membros de um determinado grupo científico. O paradigma para este autor tem cinco grupos de elementos: elementos lógico-formais (generalizações simbólicas que funcionam em parte como leis, em parte como definição de alguns símbolos que elas integram); elementos metafísicos ( os modelos que fornecem a uma comunidade científica, as analogias ou metáforas preferidas ou permissíveis); elementos axiológicos (valores, como coerência interna ou externa, simplicidade ou plausibilidade das teorias); elementos técnicos (exemplares, as soluções concretas dos problemas que os estudantes encontram, expressando-se através de manuais); elementos sociológicos (a adesão de uma comunidade de cientistas). Kuhn
Paradoxo Etimologicamente é um composto de contra mais opinião. ,24,155
Parakh, Bhikhu, Hannah Arendt and the Search for a New Political Philosophy, Atlantic Highlands, Humanities Press International, 1981.
Parasita Do grego parasitos, o que se alimenta ao lado ou à custa de outro. Diz-se de todo aquele que recebe algo do conjunto social, sem nada lhe dar, em termos de serviço.

Parati, 2º Conde de 1820-1884 D. João Inácio Francisco Paula de Noronha. Grande proprietário. Par do reino desde 1850. Governador civil de Lisboa em 1860. Grão-mestre do Grande Oriente Lusitano II de 1859 a 1869. Grão-mestre do Grande Oriente Lusitano Unido de 1869 a 1881, depois da unificação com a Confederação Maçónica Portuguesa.
Parent, J., Le Modèle Suèdois, Paris, Éditions Calmann-Lévy, 1970.
Parentesco e política Relações entre o parentesco e o político. A passagem do parentesco biológico ao parentesco mental, como forma de representação. As teses de Evans-Pritchard e Mayer Fortes (do parentesco ao político, leadership, hierarquia e aparelho de poder). Os clãs e as tribos. A passagem do composto ao conjunto, pela coordenação dos vários elementos integrantes. Parentesco antes da política,74,497

Fortes, Mayer, Evans-Pritchard, ...*, African Political Systems, Oxford, Oxford University Press, 1940 [trad. port. Sistemas Políticos Africanos, Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian, 1981].


Parenti, Michael

1992

Make-Believe Media. The Politics of Entertainmen




Nova York, Saint Martin’s Press, 1992.

1993

Inventing Reality. The Politics of News Media




2ª ed., Nova York, Saint Martin’s Press, 1993.



Pareto,Vilfredo Frederigo Damaso, Marquês de (1848-1923) Nasce em Paris, filho de um aristocrata italiano exilado e só reabilitado em 1858. Estuda em Turim, obtendo o título de engenheiro em 1870. Com engenheiro, exerce funções executivas nos caminhos de ferro italianos e numa sociedade metalúrgica. Tem uma intensa actividade política, assumindo-se como liberal e pacifista e chegando a candidatar-se a deputado, sem conseguir ser eleito. A partir de 1888 passa a consultor, desilude-se com a intervenção política e dedica-se à investigação. Contacta e entusiasma-se com as teses da economia pura de Léon Walras, com quem se relaciona a partir de 1891. Professor de economia em Lausanne, de 1893 a 1907, onde sucede ao mesmo Walras. Continua as teses de Spencer e de Comte, defendendo uma teoria científica isenta de valores. Influenciado por Georges Sorel, principamente quando este em Rfléxions sur la Violence, considera que as elites burguesas estão corrompidas e decadentes. Apoia o fascismo e em 23 de Março de 1923 chega a ser nomeado senador por Mussolini, mas logo critica as restrições à liberdade de opinião e o sistema de ensino universitário. Esteve na base da teoria das elites. Considera que há homogeneidade na classe dirigente, que esta tem consciência de formar um grupo superior, é marcada por uma poderosa coesão e assume um sentido de conspiração, sabendo desenvolver adequadas estratégias para a defesa dos respectivos interesses.

1896

Curso de Economia Política




(1ª ed. it., 1896  1897) (cfr. 1ª ed. fr., 1909).

1902

Les Systèmes Socialistes




1902-1903.

1906

Manuale di Economia Politica




1906. Cfr. Manuel d’Économie Politique, Genebra, Droz, 1981.

1916

Trattato di Sociologia Generale




1ª ed. it., 1916. Cfr. Traité de Sociologie Générale, in Oeuvres Complètes, 23 vols., Genebra, Éditions Droz, tomo XII, 1968)

1921

Transformazioni della Democrazia




(Milão, Corbaccio, 1921) (cfr. Oeuvres Complètes, cit., tomo XIII, 1970).

Aron, Raymond, Les Étapes de la Pensée Sociologique, Paris, Éditions Gallimard, 1967, pp. 407 segs.. Denis, Henri, História do Pensamento Económico, trad. port., Livros Horizonte, 1973, pp. 550 e 626 ss..Freund, Julien, Pareto. La Théorie de l'Equilibre, Paris, Librairie Seghers, 1974.Bénoîst, Alain, Vu de Droite, trad. port. Nova Direita/Nova Cultura, Lisboa, Edições Afrodite-Fernando Ribeiro de Melo, pp. 288 segs..Bessa, António Marques, Quem Governa? Uma Análise Histórico-Política do Tema da Elite, Lisboa, ISCSP, 1993, pp. 193 segs..Busino, Giovanni, Introduction à une Histoire de la Sociologie de Pareto, Genebra, Éditions Droz, 1967.


Pareyson, Luigi (1918-1991) Professor italiano de filosofia em Turim e Pavia, marcado pelo existencialismo, procurando aquilo que qualifica como personalismo ontológico. Considera que os valores têm que ser históricos e não ideais supra‑históricos. Eles têm a marca da universalidade e da singularidade. São individuais porque expressão determinada e concreta dum agir; são universais porque conformes à lei que os inspirou e porque querem durar no tempo; já pelo seu carácter de exemplaridade, visam promover acções ulteriores, reflectindo sempre uma dialéctica de normatividade e de inventividade.

1940

La filosofia dell'Esistenza e C. Jaspers


1943

Studi sull'Esistenzialismo


1950

Fichte


1950

Esistenza e Persona







1969

L’Iniziativa Morale




Turim, Giappicheli, 1969

1975

Schelling


Parga, Manuel Jiménez

1960

Los Regímenes Políticos Contemporáneos. Teoria General del Regímen. Las Grandes Democracias con Tradición Democrática




Madrid, Editorial Tecnos

1961

Formas Constitucionales y Fuerzas Políticas




Madrid, Editorial Tecnos

1966

Las Monarquias Europeas en el Horizonte Español,




Madrid, Editorial Tecnos

1987

Los Regímenes Políticos Contemporáneos




Madrid, Editorial Tecnos

1993

La Ilusión Política. Hay que Reinventar la Democracia?




Madrid, Alianza Editorial


Pária Grupo consideardo como uma espécie de subcasta, por oposição à supracasta dos ascetas Casta
Parieu, Esquirou Um dos inspiradores da École Libre des Sciences Politiques. Ainda entende a ciência política à maneira do krausismo, como filosofia histórica, social e moral.

1870

Principes de la Science Politique




1870.


Paris (Cimeira europeia de 1972) A Cimeira de Paris, de Outubro de 1972, depois do primeiro alargamento, que, finalmente, contempla o Reino Unido, depois dos vetos gaullistas de 1963 e 1967, promete desde logo a instituição de uma União Europeia antes de 1980. Curiosamente, a fórmula assumia-se como um tertium genus diverso do modelo confederativo, defendido pelos franceses, e da inspiração mais federativa que continuava a inspirar os alemães. A palavra surgira de uma proposta de um jovem adjunto de Michel Jobert, chefe do gabinete do presidente Pompidou. Chamava-se ele Edouard Balladur e quando foi questionado quanto ao conteúdo da mesma, respondeu com um enigmático rien, mais c'est tout d'avantage.A quinta Cimeira Europeia, a primeira dos Nove, realizou-se em Paris, em Outubro de 1972. Aí se anuncia a criação de uma União Europeia, dentro de dez anos. Reuniu-se por iniciativa francesa. Nela se estabeleceu o princípio da CEE se apresentar face ao exterior como uma entidade distinta. Estabeleceram-se princípios gerais quanto à união económica e monetária, o lançamento de uma política regional, o desenvolvimento da política social e industrial, ceintífica, tecnológica, de ambiente e de energia, bem como a definição dos princípios de política externa relativamente aos países em vias de desenvolvimento, os países industrializados e os países da Europa do Leste. Previu-se também a criação de uma união europeia antes de 1980: Os Estados membros reiteram o seu propósito de basear o desenvolvimento da Comunidade na democracia, na liberdade de opinião, na livre circulação de pessoas e ideias, na participação dos povos por intermédio dos seus representantes, livremente eleitos; Os Estados membros estão decididos a reforçara Comunidade, estabelecendo uma União Económica e Monetária - garantia de estabilidade e crescimento, fundamento da sua solidariedade e base indispensável do progresso social - e remediando as disparidades regionais; A expansão económica, que não é um fim em si mesma, deverá atender prioritariamente à atenuação das disparidades das condições de vida. Essa expansão deverá traduzir-se num melhoramento da qualidade e do nível de vida...A Comunidade, consciente do problema que a persistência do subdesenvolvimento no mundo levanta, afirma a sua determinação de aumentar, no quadro de uma política global para os países em vias de desenvolvimento, o sue esforço de ajuda e cooperação com os povos mais desfavorecidos;A Comunidade reafirma o seu desejo de contribuir para o desnevolviemnto das trocas internacionais. tal propósito estende-se a todos os países sem excepção...;Os Estados membros da Comunidade, no interesse das relações de boa vizinhança que devem existir entre todos os países da Europa, qualquer que seja o seu regime político, afirmam a sua determinação de prosseguir, com os países do Leste do continente, nomeadamente por ocasião da conferência sobre segurança e cooperação na Europa, a sua política de détente e de paz e o estabelecimento, sobre bases sólidas, de uma vasta cooperação económica e huamana. Os Estados membros da Comunidade, elemento motor da construção europeia, afirmam a sua intenção de transformar, antes do termo do actual decénio, o conjunto das suas relações numa União Europeia Esta euforia resultante da ilusão do fim do gaullismo, ainda é instrumentalizada por Jean Monnet, que, no Verão de 1973, procura aproveitar a onda, propondo a instituição de um governo provisório europeu e de uma assembleia eleita por sufrágio universal.Segundo o projecto de Jean Monnet, os chefes de Estado ou de governo deveriam constituir-se em governo europeu provisório, a fim de vigiarem a aplicação do programa saído da Cimeira de Paris, de Dezembro de 1972. Para Monnet esses elementos deveriam reunir-se trimestralmente e dar instruções aos ministros que constituiriam o Conselho das Comunidades. Desta forma se evitariam novas transferências de soberania, conservando as instituições comunitárias os respectivos poderes.Contudo, o carácter provisório de tal governo apenas seria um regresso temporário aos métodos intergovernamentais a fim de superar-se uma época difícil. Neste sentido, Monnet propunha que o mesmo governo provisório adoptasse um projecto de União Europeia, com um governo europeu e uma assembleia europeia eleita por sufrágio universal.O projecto foi apresentado aos líderes britânico, alemão e francês. Heath deu o seu acordo e, embora rejeitando a expressão governo europeu, até proôs a respectiva reunião mensal. Brandt, apesar de apoiar o modelo, fez depender o seu apoio de uma iniciativa que, nesse sentido, viesse a ser tomada pelo presidente francês. Contudo, Pompidou apenas fez saber que estava interessado.Entretanto, numa conferência de imprensa de 27 de Setembro, o mesmo Pompidou sugeriu que os mais altos responsáveis se reunissem regularmente para se desenvolver a cooperação política entre os Nove. Em seguida, em 31 de Outubro, já depois da crise do Médio Oriente, considerando indispensável fazer prova da solidez da construção europeia bem como da sua capacidade de contribuir para regular problemas mundiais, eis que Pompidou parece seguir a sugestão de Monnet, anunciando que o governo francês propusera aos seus parceiros que fosse decidido o princípio... de encontros regulares entre apenas chefes de Estado e de governo, tendo como objectivo confrontar e harmonizar a respectiva atitude no quadro da cooperação política. Entretanto, nada dizia sobre a futura natureza da União europeia.Se a RFA imediatamente apoia a proposta francesa, já a Comissão e os pequenos Estados da CEE apresentam algumas reticências, temendo uma espécie de restauração do

Plano Fouchet.


Paris, Jean de 1250-1304 Dominicano. Intervém no confronto teórico entre o rei de França, Filipe o Belo, e o papa Bonifácio VIII. Adversário do poder temporal dos papas. Defende a separação entre a política e a teologia, considerando que a autoridade temporal é independente do poder da Igreja. Salienta que o Papa não pode ter um dominium, ou regência, sobre o mundo laico, aceitando a comunidade como fonte da autoridade política.

1303

Tractatus de regia potestate et papali









Leclercq, D., Jean de Paris et l'Écclesiologie du XIIIème Siècle, Paris, Librairie Vrin, 1942.


Parker, E., Les Dictatures de l’Intelligentsia, Paris, Presses Universitaires de France, 1987.
Parkin, S., Green Parties, Londres, Heretic Books, 1989.
Parlamentarismo
Parlamento Do francês parlement, de parler, falar, originário do latim parabolare, falar.
Parma Foi em 1545 que o Papa Paulo III criou o Ducado de Parma e Plasência, atribuindo-o ao seu filho natural Pier Luigi Farnese, mantendo-se na família até 1731; uma Isabel Farnese casa com Filipe V de Espanha e o ducado é atribuído ao filho do casal, Carlos; mas em 1735, quando Carlos se torna rei de Nápoles, Parma passa para os Habsburgos austríacos; em 1748, o ducado é atribuído ao segundo filho de Isabel Farnese, Fernando, que aí reina até 1802. É depois integrado no Reino de Itália, cujo titular é Napoleão, sendo considerado como o departamento de Taro; em 1814 é restaurado o Grão-Ducado, entretanto atribuído a Maria

Luiza que até permanece até à morte, em 1847


Parodi, Jean-Luc

1971

La Politique




Paris, Presses de la Fondation Nationale des Sciences Politiques/CEVIPOF

Ed.


1991

L’Hérédité en Politique




Paris, Éditions Oeconomica

+Jean-Luc Patriat.




Paróquia O horizonte do grupo está limitado ao que se vê,67,439. a visão paroquial, que limita o horizonte do grupo social ao que se vê.


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