Pflimlin, Pierre (n. 1907)



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Pool, Ithiel de Sola

The Comparative Study of Symbols

Stanford, Stanford University Press, 1952. Com Harold D. Laswell e David Lerner.

Contemporary Political Science. Toward Empirical Theory



Nova York, MacGraw-Hill, 1967.
P
opper, Karl Raimund (1902-1994)
Nasce em Viena, onde se forma no ambiente neopositivista do Círculo de Viena. Doutorado em 1928. Professor em Christchurch na Nova Zelândia, de 1937 a 1945. Professor na London School of Economics and Political Science desde 1945. Defende a necessidade de instauração de uma sociedade aberta que tanto é uma sociedade abstracta, isto é, aquela onde as anteriores relações face to face das sociedades fechadas, deu lugar a relação impessoal com indivíduos anónimos que apenas desempenham papéis, como uma instituição artificial e convencional. Neste sentido, combate o totalitarismo e o historicismo, defendendo, contra a utopia, o gradualismo reformista, o racionalismo crítico, o individualismo metodológico e aquilo que alguns qualificam como utilitarismo negativo, isto é, que os governos não devem ter como objectivo o aumento da felicidade global, mas antes a redução do sofrimento conhecido.
Filósofo das luzes,24,161–Estado,119,824–Objectividade da ciência,11,91 39,235 - Valores,35,223

Logik der Forschung

(Viena, 1934  1935) (cfr. trad. fr., Paris, Librairie Payot, 1973; trad. port. O Realismo e o Objectivo da Ciência. Pós-escrito à Lógica da Descoberta Científica, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1987; e O Universo Aberto. Pós-escrito à Lógica da Descoberta Científica, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1988).

The Open Society and its Ennemies.

I  The Spell of Plato; II  The High Tide of Profecy: Hegel, Marx and the Aftermath (1945) (cfr. trad. port. de Milton Amado, A Sociedade Aberta e os seus Inimigos, 2 vols., São Paulo-Itataia, Universidade de São Paulo, 1987). O primeiro tomo incide sobre O Fascínio de Platão (o mito da origem e do destino, a sociologia descritiva de Platão, o programa político e o fundo do ataque). O segundo tomo é dedicado a Hegel, Marx e os respectivos seguidores, nomeadamente a sociologia do conhecimento.

The Poverty of Historicism

1944  1945) (cfr. trad. cast. Miseria del Historicismo, Madrid, Alianza Editorial, 1987).

Conjectures and Refutations. The Growth of Scientific Knowledge

(Londres, Routledge & Kegan Paul, 1963).

Auf der Suche Nach Einer Besseren Welt

(cfr. trad. port. de Teresa Curvelo, com revisão de João Carlos Espada, Em Busca de um Mundo Melhor, Lisboa, Editorial Fragmentos, 1989).
Bibliografia secundária:
Quintanilla, M. A., Idealismo y Filosofia de la Ciencia. Introducción a la Epistemologia de Karl R. Popper, 1973.Quinton, Anthony, «A Política sem Essência», in Crespigny, Anthony, Minogue, Kenneth R., Filosofia Política Contemporânea, trad. port., Brasília, Editora Universidade de Brasília, 1982, pp. 147 segs..Sorman, Guy, «Karl Popper. Un Génie dans la Banlieu de Londres», in Les Vrais Penseurs du XXème Siècle, 1989.
Popularismo
Populismo Em termos históricos, um modelo de legitimidade que, segundo R. Bendix, caracteriza os sistemas políticos nos quais a autoridade é exercida em função de um mandato confiado pelo povo e não em virtude de um direito possuído pelo príncipe. Em sentido pejorativo passou a abranger aquilo que Alexandre Herculano qualificou como o despotismo dos césares de multidões. Mais recentemente a expressão passou a qualificar as experiências políticas sul-americanas de Getúlio Vargas e de Péron. Acentua as virtudes carismáticas do chefe e a exaltação das características específicas da comunidade popular, com valorização da nação e eventual xenofobia, quando não da pureza étnica. Defesa do proteccionismo. Discursos igualitários e de defesa da justiça social. Relação com o autoritarismo das classes médias. Caso especial do poujadismo. A questão nasserista. O caso especial do nacional-populismo.

Almeida, C. Mendes, Beyond Populism, Albany, State University of New York Press, 1976. Canovan, Margaret, Populism, Londres, Junction Books, 1981. Germani, Gino, Authoritarianism, Fascism and National Populism, New Brunswick, Transaction Books, 1978. Riker, William H., Liberalism Against Populism, São Francisco, W. H. Freeman, 1982. Wieviorka, Michel, La Démocratie à l’Épreuve. Nationalisme, Populisme, Ethnicité, Paris, Éditions La Découverte, 1993.


Populismo Russo Neste ambiente eslavófilo, destacou-se, no último quartel do século XIX, o chamado populismo, defensor de uma espécie de socialismo agrário. Um desenvolvimento doutrinário que, na senda de Herzen, defendia a passagem do tradicional mir ao socialismo, queimando-se a etapa da fase capitalista. Os populistas, ditos norodniki em russo, assumem-se como os defensores do narodnichestevo, nome dado pelos historiadores ao grupo. A tendência manifesta-se particularmente a partir de 1874 quando se deu a chamada peregrinação ao povo levada a cabo pelos cavalheiros das cidades que se assumiram como autênticos missionários. Era o delírio pelo povo como objecto distante, numa reedição pré-ecológica de uma espécie de primitivos actuais, por parte da intelligentzia russa. Com efeito, há na Rússia uma ideia de povo portador de um destino quase divino, que se revela no milenarismo pan-eslavista e que vai ser continuada pelos bolcheviques, onde o proletariado se asume como o reino dos pobres a quem a terra é prometida. Aliás, o terrorismo dos nihilistas talvez apenas tivesse a ilusão de ser um choque para fazer sair o povo da apatia. Como afirma Jean Servier: em 1905 como em 1917, a Revolução russa recordar-se-á de Bakunine e da sua mística revolucionária, porque trouxe ao socialismo doutrinário um élan messiânico novo, a noção que um povo eleito devia ser o portador da revolução na Europa. Neste sincretismo, destaca-se a obra do príncipe Piotr Kropotkine (1842-1920), onde é marcante a influência de Proudhon. Trata-se de um anarquismo que se volta fundamentalmente contra o centralismo tentando delinear uma espécie de anarcocomunalismo. Como ele confessava, na Sibéria perdi toda a fé na disciplina do Estado. Assume-se contra o livre-cambismo, que terá dividido a humanidade em fábricas nacionais, cada uma com a sua especialidade, saudando a nova corrente que leva as nações civilizadas a ensaiar no seu interior todas as indústrias e a encontrar vantagens em fabricar tudo o que dantes recebiam dos restantes países. Insurge-se também contra o darwinismo, que tão marcantemente influenciou o marxismo russo, criticando especialmente a teoria da luta pela vida, apelando, em alternativa, à cooperação e ao autogoverno da solidariedade espontânea. Tendo regressado em 1917 à Rússia, depois de saudar Kerenski, acaba por criticar acerbamente os bolcheviques. Veja-se a Carta aos Operários de Todo o Mundo, onde, dirigindo-se a Lenine, observa: por mais que me esforce, não posso compreender que nenhum dos homens que o rodeiam lhe tenha dito que as decisões que estão a ser tomadas, lembram os tempos obscuros da Idade Média e das cruzadas. Se tais métodos são agora tolerados, não nos será difícil pensar que um dia, não muito distante, será usada a tortura como na Idade Média. Também nestes finais do século XIX importa destacar o labor do eslavófilo de esquerda Vladimir Soloviev (1853-1900), autor de A Grande Controvérsia e a Política Cristã, de 1883, onde defende que a Rússia deve mostrar que não representa somente o Oriente, mas que é na realidade a Terceira Roma, a qual não exclui a primeira, antes reconcilia as duas. Assim, critica o anterior erro de Pedro, Grande, de ter transformado a Rússia num puro reino ocidental, denunciando também o anti-semitismo dominante no czarado de Alexandre III. Em A Questão Nacional na Rússia vai distinguir nacionalismo e nacionalidade, criticando o primeiro por conduzir ao egoísmo nacional. Para ele, a eslavofilia conduziu não à ideia cristã, mas a um patriotismo ideológico que faz da nação um objecto de idolatria, através daquilo que designa por filosofia mecanicista. Contudo, em 1896 converteu-se ao catolicismo e publicou Trois Entretiens e Récit sur l'Antichrist. Depois dele, Viatcheslav Ivanov (1866-1949) no ensaio A Ideia Russa, de 1907, analisa o contraste entre o povo e a intelligentzia e fala na ideia da Terceira Roma como o sonho da missão universal do povo russo. Nikolai Fiudorov é um dos últimos expoentes desta eslavofilia, onde o apocaliptismo é levado ao extremo, prevendo-se um próximo fim dos tempos, com a chegada do Anti-Cristo. Mas o julgamento final não seria fatal dado que os homens poderiam unir-se numa causa comum, a da ressurreição, capaz de vencer a natureza, organizar a vida cósmica, ultrapassar a morte e ressuscitar os cadáveres. Adepto da ligação da teoria à prática, odiava o capitalismo e propunha que os homens deveriam deixar de combater entre eles para combaterem em comum contra as forças elementares da natureza. Estas teses tiveram um certo acolhimento por algumas alas bolcheviques e, de certa maneira, estão presentes nas teologias da revolução que também pretendem fazer uma simbiose entre o cristianismo e a revolução marxista, não desdenhando da violência terrorista, como acontece na América Latina contemporânea. Numa posição contrária a este ciclo do pensamento russo, o padre jesuíta russo Ivan S. Gagrine, tradutor de Tchaadaev para francês, em La Russie sera-t-elle catholique?, de 1856, atacava os eslavófilos por quererem estabelecer a mais completa uniformidade religiosa, política e nacional, dado que na sua política exterior, querem fundir todos os cristãos ortodoxos, de qualquer nacionalidade, e todos os eslavos de qualquer nacionalidade, num grande império eslavo e ortodoxo. Por seu lado, Besançon, fiel ao cepticismo racionalista francês, considera que os eslavófilos tiveram de importar o nacionalismo, apagando as etiquetas de importação. E nacionalizar o nacionalismo alemão, a tal ponto que este pareça jorrar das profundidades da nação russa, como uma formação indígena, portadora de valor. Como o nacionalismo se posiciona, opondo-se, é necessário poder opor a Rússia à Alemanha e ao Ocidente europeu, servindo-se dos argumentos alemães e ocidentais, mas virados contra o ocidente, e sem fazer qualquer referência à sua fonte real. O que falta absolutamente aos eslavófilos são as referências e as citações. Para o mesmo autor, o eslavofilismo alimenta-se de uma má consciência interna à Europa, que esta contempla projectada no muro russo, enquanto a Rússia não a atira para a Europa, a não ser na medida em que foi conquistada por essa má consciência e, nessa medida, europeizada. Daí que a visão eslavófila da Europa seduza facilmente a Rússia e seduza também a Europa, ela própria totalmente disposta a tomar a sério o persa moscovita e o hurão a quem ensina, em Paris ou Gotinga, os rudimentos da filosofia. Acontece apenas que o eslavofilismo, tendo-se tornado teologia, eis que conserva o carácter de seita e de seita dualista, com os seus ódios e as suas exclusões. A cristandade russa, em que entrou, o eslavofilismo fá-la gritar, como uma massa de calceteiro, contra os seus inimigos particulares: a verdadeira herança do eslavofilismo não é de valores, mas de contra-valores, entre os quais enumera, o desprezo pelo direito como contrato, o desprezo pelo liberalismo, o desprezo pelo ocidente, o horror pelo capitalismo.
Populorum Progressio 967 Encíclica emitida em 20 de Março de 1967. A tese central: é do desenvolvimento que deve brotar a paz do mundo. Um desenvolvimento que não pode ser apenas económico, mas integral.
Populus majore imperatore,121,851
Porras, A. J.

Introducción a una Teoria del Estado Postsocial

Madrid, 1988.

Claus Offe y la Teoria del Estado Democrático

Madrid, 1990.
Porta, Sublime Nome dada à residência do grão-vizir de Istambul. Desde o século XVIII que passou a designar o Império Otomano no seu todo.
Portalis, Jean 1705-1807Um dos redactores do Código de Napoleão, ministro dos cultos e do interior.

De l'Usage et de l'Abus de l'Esprit Philosophique pendant le XVIIIe Siècle, 1810.


Portela, Agnelo Ministro da marinha de 28 de Agosto de 1927 a 18 de Abril de 1928.
Portela, Raul Lelo Ministro da justiça de 30 de Agosto a 19 de Outubro de 1921.

Portelli, Hughes, Les Régimes Politiques Occidentaux, Paris, Éditions Hachette, 1991.
Porter, Bruce, War and the Rise of the State. The Military. Foundations of Modern Politics, Glencoe, The Free Press of Glencoe, 1993.
Porto, António Carlos Coelho de Vasconcelos (1855-1924) Oficial de engenharia Ministro da guerra de João Franco (de 19 de Maio de 1906 a 4 de Fevereiro de 1908). Considerado o travesseiro militar de Franco (Raul Brandão, Memórias, p. 227) Eleito deputado em 5 de Abril de 1908 (apenas três deputados franquistas, sob o governo de Ferreira do Amaral). Volta a ser eleito deputado em 28 de Agosto de 1910, entrando em dissidência com os deputados franquistas de Lisboa. Integra então o chamado bloco conservador, com José Luciano, Campos Henriques e Jacinto Cândido, opondo-se ao governo de Teixeira de Sousa.
Porto, F. F. Silva (1817-1890) Francisco Ferreira da Silva Porto. Comerciante. Explorador africano.
Portocarrero, J. C. Da C. A. C. João Cardoso da Cunha Araújo e Castro Portocarrero. Juiz do Supremo Tribunal de Justiça. Ministro da justiça no governo de Sabrosa, de 18 de Abril a 26 de Novembro de 1839.
Portugal arquipélago minifundiário,82,549
Portugal país ocupado pelo estrangeiro SILVA,ª,69,458
Portugal- precocidade do Estado,82,545
Portugal, Domingos Antunes (séc. XVII ) Autor que reflecte claramente as teses de Bodin sobre a soberania, considerando‑a como summa et perpetua legibusque soluta potestas competens in res in persona suae ditionis vel inibi existentes.

Tractatus de Donationibus Jurium et Bonorum Regiae Coronae



1699.
Portugal, D. Pedro de Almeida 1754-1813 D. Pedro de Almeida Portugal. 3º Marquês de Alorna. Conde de Assumar. Comandante da Legião Portuguesa, criada por Napoleão. Condenado por traição à pátria, foi apenas reabilitado dez anos depois de morrer.
Portugal, T. A. Villa-Nova 1754-1839 Tomás António Villa-Nova Portugal. Magistrado, desembargador do paço, no Rio de Janeiro. Administrador da Casa de Bragança. Ministro do reino de D. João VI nomeado em 21 de Junho de 1817 até Fevereiro de 1821. Assumiu interinamente a marinha até Fevereiro de 1818. De 29 de Novembro de 1817 até à mesma data, de Fevereiro de 1818, foi também interinamente ministro da fazenda, da guerra e dos negócios estrangeiros, sendo o único ministro em funções junto de D. João VI, no Rio de Janeiro. Por ter referendado a lei antimaçónica de 30 de Março de 1818, foi alvo de uma lenda negra.
Portugal Contemporâneo, 1881 Uma perspectiva impressionista da história da implantação do liberalismo em Portugal da autoria de Joaquim Pedro de Oliveira Martins. Há uma segunda edição de 1883 e uma terceira de 1895, com alterações e aditamentos do autor. O primeiro tomo, abrange o período que vai de 1826 a 1834, em três partes, sobre a Carta Constitucional, o reinado de D. Miguel e a guerra civil. Logo no prefácio da primeira edição, salienta que os radicais hão-se condená-lo como herético, os conservadores repeli-lo como inoportuno, os ultramontanos fulminá-lo como perverso. Com efeito, como se reconhece no prefácio da segunda edição, o autor entende que a História se deve escrever, como quem escreve um drama, salientando a fraqueza dos caracteres, a apatia ou a loucura das populações, o desvairamento dos chefes, onde aparece um homem de manto e coroa com as mãos atadas pelos políticos de espadim e farda.


Portugal na Balança da Europa, 1830

Portugal perante a Revolução da Hespanha, 1868 Folheto de Antero de Quental, subtitulado Considererações sobre o Futuro da Política Portuguesa no Ponto de Vista da Democracia Ibérica, publicado em 1868, depois de Isabel II ter sido derrubada por Prim. Aí se proclama que a nacionalidade não passava de uma forma passageira e artificial, de um facto do mundo político e como ele transitório e alterável, que ela não seria o símbolo único, a forma mais perfeita do sentimento nobre, o amor da Pátria. Propunha então que nas nossas actuais circunstâncias o único acto possível e lógico de verdadeiro patriotismo seria renegar a nacionalidade. Para ele as forças mais moças e inteligentes, os elementos mais generosos da nossa sociedade estão comprimidas, as asfixiadas por esta forma estreita da velha nacionalidade. Entre uma coisa e outra é necessário escolher. Ora eu sustento que, entre as realidades eternas da natureza humana, de um lado e, do outro, a criação artificiosa e antiquada da política, não há que hesitar. Se não é possível sermos justos, fortes, nobres, inteligentes senão deixando cair no abismo da história essa coisa a que se chamou nação portuguesa, caia a nação, mas sejamos aquilo que nos criou a natureza, sejamos inteligentes, nobres, fortes, justos, sejamos homens, muito embora deixemos de ser portugueses. Era então que ele advogava um iberismo espiritual, defensor de uma Espanha, não como uma nação, mas como um aglomerado de elementos justapostos, mas não fundidos, integrados numa república democrática e federalista. Neste sentido, as nacionalidades eram consideradas como coisa velha e caduca, como um obstáculo desgraçado, resto das hostilidades fatais de séculos bárbaros.Em 1869 ainda advogava que Portugal está na classe dos povos extintos, como a Grécia: tem ainda habitadores que mantêm uma nacionalidade in nomine; mas esta utopia, formada sobre os in-fólios dos cronicões, tem de se desmoronar por si mesma. É triste, mas é verdade.
Portugalensium rex,82,554
Posada, Adolfo (1860-1944) Professor espanhol, marcado pelo krausismo, mas aberto ao positivismo e ao evolucionismo. Considera o Estado como uma sociedade total e política, produto da história, contendo uma ou várias raças e uma ou várias línguas, com uma comunidade de interesses, que se expressa através de uma consciência colectiva.

Tratado de Derecho Político

2 vols., 1893-1894.

Teoria Social e Jurídica del Estado

1922.

La Crisis del Constitucionalismo



1925.

La Sociedad de las Naciónes y el Derecho Político

Madrid, 1925.

Hacia un Nuevo Derecho Politico

Madrid, Páez, 1931.

La Idea Pura de Estado

1933.

La Crisis del Estado y del Derecho



1934.

Les Fonctions Sociales de l’État

Paris, 1939.

pós-behaviorismo


positivismo

Positivismo conceitualista,29,186

Positivismo e ciência política,5,50

Positivismo legal,29,183

Positivismo –Sucedâneo da Filosofia,28,179
Positivismo, Método, para º A qualificação do novo método assumida pelo positivismo recebeu vários nomes. Primeiro, Comte utiliza a expressão ciência política. Segue-se a de física social. Acaba por ser consagrado o neologismo sociologia. No fim da vida, Comte ainda esboçou as designações de sociocratia e de sociolatria.
Positivismo. Corrente de pensamento fundada por Auguste Comte. ,27,173. Influencia particularmente a III República Francesa, com Léon Gambetta e Jules Férry. Destaca-se, na altura, Littré, que não aceita o modelo positivista posterior a 1845, propondo a via parlamentarista e um anticlericalismo moderado. Os positivistas são considerados os bolchevistas da classe média (José Murilo de Carvalho)). Contra Littré, surge Pierre Laffite, o chefe dos positivistas ortodoxos, que influencia particularmente os brasileiros Miguel de Lemos e Teixeira Mendes. Os ortodoxos não aceitavam lugares remunerados no Estado e no ensino superior.
Positivus,46,293
pós-modernidade
Pós-modernismo

Devigne, Robert, Recasting Conservatism. Oakeshott, Strauss and the Response to Postmodernism, New Haven, Yale University Press, 1994. Rennger, N. J., Political Theory, Modernity and Postmodernity, Oxford, Basil Blackwell Publishers, 1995. Seidman, Steven, The Postmodern Turn. New Perspectives in Social Theory, Cambridge, Cambridge University Press, 1994. Com Nicholson, Linda, Social Postmodernism. Beyond Identity Politics, Cambridge, Cambridge University Press, 1995. Santos, Boaventura Sousa, «Uma Cartografia Simbólica das Representações Sociais. Prolegómenos a uma Concepção Pós-Moderna do Direito», in Revista Crítica de Ciências Sociais, n.º 24, Coimbra, 1988. «Os Direitos Humanos na Pós-Modernidade», in Direito e Sociedade, n.º 4, 1989. Introdução a uma Ciência Pós-Moderna, Porto, Edições Afrontamento, 1989. Pelas Mãos de Alice. O Social e o Político na Pós-Modernidade, Porto, Edições Afrontamento, 1994. Touraine, Alain, Critique de la Modernité, Paris, Librairie Arthème Fayard, 1992 [trad. port. Crítica da Modernidade, Lisboa, Instituto Piaget, 1994]. White, Stephen K., Political Theory and Postmodernism, Cambridge, Cambridge University Press, 1990.


Pós-revolução Para Ortega y Gasset as revoluções são pós‑revolucionárias, porque uma revolução inteira é um processo dialéctico,em que a tese é dada por uma certa situação histórica, a antítese por uma ideologia que procura antepor‑se‑lhe, e, finalmente, a síntese, pela revolução em sentido restrito,em que se fundem numa unidade nova os elementos anteriores. É a diferença que separa a intenção dos resultados,a revolução da pós‑revolução.Com efeito,a Revolução francesa é mais Napoleão e Luís Filipe do que Robespierre ou Saint Just,tal como o liberalismo em Portugal é mais a moderação cartista do que o vintismo revolucionário. Foi o próprio Napoleão que declarou expressivamente:" a Revolução está encerrada; os seus princípios estão fixados na minha pessoa.O governo actual é o representante do povo soberano;não pode, pois, existir revolução contra o soberano". Do mesmo modo,Constant vale mais do que Rousseau.Era o primeiro que, aliás, a designava como "a nossa afortunada revolução", chamando‑lhe tal "mau grado os seus excessos,dado que me interesso só com os resultados".
Posse e poder Talleyrand observava que "um governo legítimo,seja monárquico ou republicano, hereditário ou electivo, aristocrático ou democrático, é sempre aquele cuja existência, forma ou modo de acção são consolidados e consagrados por uma longa sucessão de anos,e diria de bom grado por uma prescrição secular.A legitimidade da potência soberana resulta do antigo estado de posse,da mesma forma que para os particulares a legitimidade do direito da propriedade". Para Gama e Castro Já a legitimidade é, sobretudo, marcada pela "justiça da aquisição" e pela "diuturnidade da posse", sendo expressa nas leis fundamentais da Constituição histórica:"certas leis primordiaes e constitutivas da Monarchia, que o próprio Soberano não pode destruhir por que são ao mesmo tempo o fundamento por que he Rey, deixando de o ser desde esse momento em que o fes".
++

Possenti, Vittorio Professor italiano de filosofia política. Ensina em Milão e Veneza, aqui como catedrático de história da filosofia moral. Assume-se como um dos principais defensores do neotomismo na actualidade, promovendo uma crítica global à herança da modernidade, principalmente positivista.

La Buona Societá. Sulla Riconstruzione della Filosofia Politica

Milão, Vita e Pensiero, 1983. Cfr. trad. port. de Natércia Maria Mendonça, A Boa Sociedade. Sobre a Reconstrução da Filosofia Política, Lisboa, IDL  Instituto Adelino Amaro da Costa, 1986).

Una Filosofia per la Transizione. Metafisica, Persona e Politica in J. Maritain

Milão, Massimo, 1984.

Il Nichilismo Teoretico e la “Morte della Metafisica”

Roma, Armando, 1995.

Le Societá Liberali al Bivio. Lineamenti di Filosofia della Societá

Génova, Marietti, 1991.

Ottre l’Illuminismo. I Messagio Sociale Cristiano

Milão, Paoline, 1992.

Cattolicismo Modernitè. Balbo, Del Noce, Rodano

Milão, Ares, 1996.

Filosofia e Rivelazione

1999.
Bigotte-Chorão, Mário, «Reabilitação do "Reino dos Fins" e Defesa da Razão Prática. Algumas Contribuições de Vittorio Possenti para a Filosofia Política e para a Filosofia Jurídica», separata da Revista O Direito, ano 121º, 1989, pp. 225-231.
The Coming of Post-Industrial Society, 1973 Obra de Daniel Bell subtitulada A Venture in Social Forecasting. Considera-se que a sociedade pós-industrial é caracterizada por cinco dimensões: desenvolvimento de uma economia de serviços (1); predominância da classe dos especialistas e dos técnicos (2); importância do saber teórico como fonte de inovação e de elaboração da política na sociedade(3); possibilidade de um crescimento tecnológico autónomo (4); criação de uma nova tecnologia intelectual (5).
potência

potências

Potências médias,71,477

Potentia (Pouvoir) Aquilo que um homem pode fazer, aquilo que pertence ao domínio dos factos, um poder de facto, o poder referido às pessoas que comunicam e actuam em conjunto. Difere da potestas, daquilo que um homem tem a permissão de fazer, um poder que pertence ao mundo do direito, um poder de jure, o poder de uma pessoa para com a outra. A potentia equivale ao francês pouvoir, a mera acção, e a potestas, a puissance, algo de durável, de permanente. Como salienta Raymond Aron: on a la puissance de faire une chose et on exerce le pouvoir de la faire.

Espinosa


Esta diferença entre potentia e potestas, entre a capacidade de produzir as coisas e a força que produz as coisas em acto, ou entre o poder-ser e o ser, é assinalada por Espinosa, quando faz equivaler, à potentia, a força da multidão a constituir-se, salientando que só esta pode fundar a potestas. Pelo pacto social, a potentia gera a potestas, entendida esta como mera delegação da força.

Hobbes


Também Hobbes assinala que, pelo pacto social, a potentia, típica do estado de natureza, passa a potestas, a delegação da força. Se a potentia é mera força individual, já a potestas se assume como algo de supra-individual, como algo que faz parte do mundo do direito. No estado de natureza, a potestas, é um direito ilimitado, porque cada um tem tanto direito quanto o respectivo poder. Também a potestas, expressa pela soberania, constitui um direito ilimitado, mas supra-individual, assumindo-se como a maior força, como a mais alta autoridade humana. Se a potentia pertence aos indivíduos como átomos, já a potestas, típica de uma ordem artificial, constitui um todo e situa-se for a do indivíduo, pelo que o soberano tem toda a espécie de poder susceptível de como tal ser transferido.
Potentia absoluta dos reis SCOTUS,122,859
Potentia ou pouvoir é facto, dominium, entre duas pessoas,52,327
potestas
Potestas politica Segundo Suárez trata-se de um género de poder típico das comunidades perfeitas, daquelas que não são um simples corpus, mas antes um corpu mysthicum. A potestas politica é o mesmo que potestas jurisdictionis, potestas civilis, gubernatio politica, potestas suprema e principatus. É uma potestas que é suprema in suo ordine e que inclui a própria capacidade de fazer leis, algo que, no entanto, só é compreensível no quadro do jus gentium. Nas comunidades perfeitas, como a família, há apenas potestas dominativa ou potestas oeconomica.
Potestas, poder de representar o povo romano,81,537
Potestas,55,351

Potsdam, Conferência de (1945) Conferência dos quatro grandes vencedores da Segunda Guerra Mundial, realizada entre 17 de Julho a 1 de Agosto de 1945, já depois de Roosevelt, falecido no dia 12 de Abril, ter sido substituído por Harry Truman. É nela que se assume o neofeudalismo dos Estados directores, com uma enorme legião de Estados secundários, os quais vão ter de optar entre a anarquia ou o apoio a um dos grandes.
Pouillon, J. Antropólogo estruturalista. Considera existirem várias ordens na sociedade, sendo a ordem política aquela que, numa sociedade unificada prepondera sobre as outras. Salienta também a imbricação das crenças e do sistema político.

La Structure du Pouvoir chez les Hadjerai(Tchad)



In L'Homme, V, 4, 1964,



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