Maçonaria e a Mente Inconsciente



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Da Vinci possuía um especial amor pelos animais. O historiador Edward MacCurdy, citado no livro “Jaulas Vazias” de Tom Reagan, afirma: "a mera idéia de permitir o sofrimento desnecessário e, mais ainda, de matar, era abominável para ele". Segundo os relatos verificados por Regan, Leonardo adotou uma dieta vegetariana na infância, por razões éticas.

"Rei dos animais - é como o humano descreve a si mesmo - eu te chamaria Rei das Bestas, sendo tu a maior de todas - porque as ajudas só para que elas te dêem seus filhos, para o bem da tua goela, a qual transformaste num túmulo para todos os animais”. – Leonardo Da Vinci.

Leonardo, segundo alguns historiadores, teria sido maçom.


Da Vinci foi um grande pintor. Ele dominou, com sabedoria, o jogo de luz e sombra – suas pinturas partem da “realidade”, mas estimulam a imaginação do observador. Entre suas principais obras, encontramos “A Última Ceia”, “A Gioconda”, “Auto-Retrato”, etc. Na obra de arte “A Última Ceia” ou “O Cenáculo” (que foi uma criação de três anos de trabalho, de 1495 a 1497), Leonardo coloca na tela o momento em que Jesus Cristo anuncia haver um traidor entre os presentes. A “Última Ceia” é uma pintura de Leonardo da Vinci para seu protetor, o Duque Lodovico Sforza. Representa a cena da última ceia de Jesus com os apóstolos, antes de ser preso e crucificado como descreve a Bíblia. Ao contrário de muitas outras pinturas, nunca foi possuída particularmente porque não pode ser removida do seu local de origem. Foi executada numa parede do Convento de Santa Maria delle Grazie, em Milão, com mais de nove metros de comprimento e quatro metros e vinte centímetros de altura. Essa criação está em Milão, no Louvre, em Windsor, e na Academia de Veneza e na Albertina de Viena. Até 1506, realizou trabalhos principalmente em Florença e tudo indica que nesta época tenha pintado sua obra mais famosa: a bela e enigmática “La Gioconda” – ou “Mona Lisa” (Museu do Louvre, Paris, França). Há teorias que a “Mona Lisa” seja um auto-retrato, mas com feições femininas, explicando assim o sorriso ambíguo. No entanto, a idéia mais aceita é que o retrato ilustra a esposa do comprador, Francesco Bartolomeo del Giocondo - daí o nome “La Gioconda”. Leonardo não punha nomes nos seus quadros. O nome “Mona Lisa” foi dado à pintura por Giorgio Vasari, quase três décadas após a morte do pintor. Entre 1506 e 1516, viveu entre Milão e Roma. Em 1516, foi convidado pelo rei Francisco I, da França, para trabalhar. Francisco I, começou a coleção do Museu do Louvre, e comprou vários quadros italianos, inclusive a “Mona Lisa”.

Trabalhou para o rei Francisco I, e morreu na França, em Cloux, em 02 de maio de 1519.


O Homem Vitruviano (1492), desenho de Leonardo, das proporções da forma humana, baseia-se em uma célebre passagem do arquiteto romano Vitruvius, em que ele expõe a figura humana deitada de barriga para cima, com braços, mãos e pernas abertas, colocada em um círculo e um quadrado (formas geométricas consideradas perfeitas), tendo o umbigo como centro do círculo. A cabeça é avaliada como sendo 1/10 da altura total. O “Homem Vitruviano” de Da Vinci, é baseado no terceiro volume da obra de Vitruvius, onde ele descreve as proporções do corpo humano. A descoberta do “Tratado de Vitruvius”, em 1420, influenciou fortemente os artistas do Renascimento, que retomavam o ideal antigo da proporção e equilíbrio das formas.

O desenho de Da Vinci foi inspirado na obra do arquiteto Marcus Vitruvius Pollio (70 a.C. – 25 a.C.), “De Archictetura”, aproximadamente em 40 a.C. (descoberta na Abadia de Monte Cassino, em 1420), que explica a relação entre simetria e perfeição. Marcus Vitruvius Pollio, foi um arquiteto, agrimensor, pesquisador e engenheiro romano que viveu no século I a.C. e deixou como legado sua obra em dez volumes, que constitui o único tratado europeu do período grego-romano que chegou aos nossos dias e serviu de fonte de inspiração a diversos textos sobre construções hidráulicas, hidrológicas e arquitetônicas, desde o Renascimento. Dedicou sua obra ao Imperador Augustus. Seus padrões de proporção e seus princípios de arquitetura: “utilitas, venustas e firmitas” (utilidade, beleza e solidez), inauguraram a base da Arquitetura Clássica. Sua obra foi traduzida para diversos idiomas, e foi considerada fundamental para a Arquitetura Clássica, até o século XIX. Para Vitruvius, as partes de uma construção deveriam guardar uma relação harmônica, similar às existentes nas proporções do corpo humano. O arquiteto era um estudioso da Arquitetura Grega, e seu tratado conservou a tradição clássica no traçado de edifícios públicos, e o que escreveu tinha uma inteligente avaliação humanista. Para ele, tudo o que o homem construía, deveria ter como escala o corpo humano, e como valores de referência as proporções humanas, e assim, Vitruvius preocupou-se também com o estudo das medidas humanas, e relacionou-as com a Arquitetura.

O desenho de Da Vinci é um pentagrama humano, com um corpo masculino desnudo dentro de um círculo – o umbigo do homem corresponde ao centro do círculo. Além do círculo, a figura também está contida exatamente dentro de um quadrado. O corpo está separado e simultaneamente em duas posições sobrepostas, com os braços inscritos num círculo e num quadrado. A cabeça é calculada como sendo um oitavo da altura total. O desenho e o texto também são conhecidos como “Cânones das Proporções”. O maior desafio era colocar a figura do homem dentro das formas geométricas. Vitruvius cometeu o erro de colocar o círculo e o quadrado com o centro no mesmo lugar, o que resultava num desenho do homem com proporções grotescas. Leonardo encontrou uma solução brilhante, apoiando as duas formas sobre a mesma base – depois desenhou o homem seguindo as proporções estabelecidas. Segundo Vitruvius, a construção de um Templo deveria se basear nas proporções do homem, consideradas “divinas”. O redescobrimento das proporções matemáticas do corpo humano, no século XV, por Leonardo e outros é considerado uma das grandes realizações que conduzem ao Renascimento italiano. O desenho também é considerado como um símbolo da simetria básica do corpo humano e, por extensão, para o Universo. A área total do círculo é a mesma do quadrado.

O desenho de Leonardo representa, o homem como uma Estrela de Cinco Pontas. Desde a Antigüidade, a Estrela de Cinco Pontas simboliza os corpos celestes menores que o Sol e a Lua. Ela é o símbolo do homem, microcosmo, e do Universo, macrocosmo.

A Estrela de Cinco Pontas, com a ponta para cima, representa o homem em sua espiritualidade, pois, nela se inscreve uma figura humana, com a cabeça ocupando a ponta superior e os membros superiores e inferiores ocupando as demais pontas. Ela também pode representar o planeta Vênus.

O homem deve buscar as suas próprias “medidas” para encontrar na sua “construção”, o Universo.
Proporções humanas, de Vitruvius (na época, desenhar o homem perfeito, era um grande desafio):

Face, do queixo ao topo da testa - 1/10 da altura do corpo;

Palma da mão, do pulso ao topo do dedo médio - 1/10 da altura do corpo;

Cabeça, do queixo ao topo - 1/8 da altura do corpo;

Base do pescoço às raízes do cabelo - 1/6 da altura do corpo;

Meio do peito ao topo da cabeça - 1/4 da altura do corpo;

Pé - 1/6 da altura do corpo;

Largura do peito - 1/4 da altura do corpo;

Largura da palma da mão - quatro dedos;

Largura dos braços abertos - altura do corpo;

Umbigo - centro exato do corpo;

Base do queixo à base das narinas - 1/3 da face;

Nariz, da base às sobrancelhas - 1/3 da face;

Orelha - 1/3 da face;

Testa - 1/3 da face.

O Homem Vitruviano, é arte em harmonia e proporção geométrica ideal, e simboliza o Infinito (o círculo) equilibrado sobre os quatro elementos da natureza: fogo, terra, ar e água (o quadrado), tendo o ser humano como medida.

Há mais de oitenta manuscritos sobre o “Da Arquitetura”, porém, poucos apresentam as ilustrações originais executadas pelo próprio Vitrúvio. Durante a Idade Média, Vitruvius ficou um pouco esquecido, pois os arquitetos não possuíam formação acadêmica, sendo a arquitetura considerada mais como artesanato, que deveria ser aprendida na prática. A mais importante influência deixada por Vitrúvio para a Idade Média é o estudo e descrição da Arquitetura.

Apêndice 2

HIPNOSE ERICKSONIANA
Uma vez perguntaram a Buda como ele fez para andar dois mil quilômetros. Ele respondeu que bastou dar o primeiro passo, os outros vieram a seguir, um depois do outro...

A hipnose moderna, ou hipnose ericksoniana, foi criada pelo Dr. Milton Erickson, famoso psiquiatra norte-americano (1901-1980), considerado o avô da Programação Neurolingüística, criada por John Grinder e Richard Bandler.Grinder e Bandler procuraram a essência da mudança nos melhores mestres que puderam encontrar. Por sua habilidade e crescente reputação, rapidamente conseguiram ser apresentados a alguns dos maiores exemplos de excelência humana do mundo, incluindo o Dr. Milton H. Erickson, M.D., fundador da “Sociedade Americana de Hipnose Clínica”, e amplamente reconhecido como o mais notável médico hipnoterapeuta do mundo.





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