Pflimlin, Pierre (n. 1907)



Descargar 4.19 Mb.
Página11/20
Fecha de conversión09.05.2019
Tamaño4.19 Mb.
1   ...   7   8   9   10   11   12   13   14   ...   20
Pilsudski, Josef (1867-1935) Nacionalista polaco. Deportado para a Sibéria entre 1887 e 1892. Funda o Partido Socialista Polaco em 1897 e dirige a revista Robotnik, o trabalhador suspensa em 1900. Assume a luta armada a partir de 1905, assaltando bancos e esquadras da polícia. Organiza um exército polaco na Galícia austríaca que se junta aos impérios centrais durante a Grande Guerra, mas que apenas entra em combate no território polaco contra os russos. Preso pelos alemães de Julho a Novembro de 1917. Como chefe de Estado e comandante das forças armadas polacas, vence a guerra russo-polaca de 1919-1920. Consegue, pelo tratado de Riga aumentar o território polaco, com partes da Lituânia, Bileo-rússia e Ucrânia. Resigna em 1923, desiludido com o parlamentarismo e a corrupção e sofrendo os efeitos da inflação. Promove golpe de Estado de 1926. Recusa ser presidente mas assume as funções de chefe do governo em 1826-1828 e em 1930. Com a subida de Hitler ao poder propõe à França uma guerra preventiva contra a Alemanha.
Na Polónia, durante a Grande Guerra, enquanto um grupo de polacos, liderado por Pilsudski se aliou aos austro-húngaros, outro grupo, liderado pelos nacionais-democratas, colaborou com a Rússia, em troca de posterior autonomia. Contudo, em 5 de Novembro de 1916, os Impérios Centrais admitem a criação de um reino independente na zona polaca até então dependente da Rússia. Pilsudski, entretanto aliado aos nacionais-democratas, é preso pelos alemães, enquanto os antigos aliados dos russos instalam em Paris um Comité Nacional Polaco. Assim, com o apoio dos nacionais-democratas, em 10 de Novembro de 1918, Pilsudski toma o poder em Varsóvia, realizando-se eleições, logo em Janeiro de 1919, donde resulta uma Dieta que vai eleger Pilsudski como presidente. É com esta estrutura de poder que vai decorrer a guerra russo-polaca que termina com o Tratado de Riga de 18 de Março de 1921, quase ao mesmo tempo que surgia uma Constituição democrática, em 17 de Março de 1921. Entretanto, em Maio de 1923, Pilsudski demite-se, nem sequer continuando como chefe das forças armadas. Mas, em 16 de Maio de 1926, vai voltar ao poder através de um golpe de Estado. Morre em 1935, mas os respectivos sucessores mantêm o regime autoritário.
Pimenta, Alfredo Augusto Lopes (1882-1950) Teórico político e historiador português. De origens anarquistas, passa para o republicanismo. Depois da instauração da república, adere ao partido evolucionista. Evoluindo, acaba por ser um destacado doutrinador monárquico. Esta passagem para o monarquista deu-se logo após o golpe de 14 de Maio de 1915, que derrubou o governo de Pimenta de Castro, aliás apoiado pelos evolucionistas. Converte-se depois ao catolicismo. Professor no Liceu Passos Manuel em Lisboa. Chega a propor uma conciliação entre as teses de Auguste Comte e o neotomismo. Assume-se como salazarista e elogia o fascismo e o nazismo. Depois da II Guerra Mundial, faz uma denúncia das perseguições aos nazis, insinuando a existência de campos de concentração entre os aliados.

Factos Sociais

Porto, Livraria Cardon, 1908.

Estudos Sociológicos

1913.

Política portuguesa. Elementos para uma Solução da Crise Nacional



Coimbra, Livraria Moura Marques, 1913.

Estudos Filosóficos e Críticos

Coimbra, Imprensa da Universidade, 1930.

Novos Estudos Filosóficos e Críticos

Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 1935.

A Evolução de um Pensamento. Autobiografia Filosófica

Coimbra, Biblioteca da Universidade de Coimbra, 1935.

Testamento Político de Mussolini

Lisboa, Edições Ressurgimento, 1949.

Terceiro Livro de Estudos Filosóficos e Críticos

Braga, 1958. – Positivismo e tomismo,28,181.
Brito, António José, «Alfredo Pimenta», in Logos, 4, cols. 145-151 e «O Pensamento de Alfredo Pimenta», in Revista Futuro Presente, Abril-Junho, 1985.Serrão, Joel, dir., Dicionário de História de Portugal, Lisboa, Iniciativas Editoriais, 1978, V, pp. 77-79.
Pimenta, Adriano Gomes Ferreira.

Ministro do trabalho de 20 a 22 de Novembro de 192o, não chegando a tomar posse.



Pimenta, Carlos, ed., Aposta no Homem, Lisboa, IPSD, 1986.
Pimentel, António de Serpa 1825-1900 Lente da Politécnica, na área da matemática. Amigo de Herculano. Ministro da fazenda no primeiro governo de Fontes, entre 2 de Agosto de 1872 e 5 de Março de 1877.; Ministro da fazenda de 29 de Janeiro de 1878 a 1 de Junho de 1879. Ministro dos negócios estrangeiros no governo de Fontes de 14 de Novembro de 1881 a 31 de Maio de 1883. Sucede a Fontes na chefia dos regeneradores, em 1877. Tem a oposição de Barjona de Freitas que promove a dissidência da Esquerda Dinástica, até 1890.Presidente do conselho de 14 de Janeiro a 14 de Outubro de 1890, acumulando a pasta da guerra. O governo toma posse depois do Ultimatum e reconcilia Barjona de Freitas com os regeneradores. Assina o Tratado de Londres em 20 de Agosto de 1890. Cai sob a pressão da Liga Liberal.
Questões de Política Positiva da Nacionalidade e do Governo Representativo (Coimbra, Imprensa da Universidade, 1881).

 Silva, Inocêncio Francisco, Dicionário Bibliográfico Português, Lisboa, 1977, tomo 1, p. 267, tomo VIII, p. 304, e tomo XXII, p. 357.


Pin-Chambly de La Charce, René Charles Humbert de la Tour du (1834-1924). Oficial, preso em 1870, com Albert de Mun, funda com ele em 1871 a obra dos círculos operários. Teórico do catolicismo social, critica o liberalismo porque à religião do Deus feito Homem, substituiu-se a religião do homem feito deus. Defende o corporativismo, uma organização social dirigida por conselhos mistos de sindicatos e organizações patronais. Funda em 1884, com o bispo de Genbra Mermillod, a União de Friburgo, centro internacional católico para o estudo das questões sociais. Influencia os teóricos da Action Française.

Vers une Ordre Social Chrétien. Jalons de Route (1907).

Aphorismes de Politique Sociale, 1909.
Pina, Adolfo César de Ministro do comércio e comunicações entre 5 e 11 de Junho de 1926, durante a Ditadura nacional.

Pina, Luís Maria da Câmara Oficial das forças armadas. Nomeado Chefe de Estado-Maior do Exército em Setembro de 1958, com a ascensão de Botelho Moniz a ministro da defesa. Antigo adido militar em Londres. Influencia a criação daquilo que virá a ser o Instituto de Defesa Nacional, introduzindo em Portugal as perspectivas da Escola Superior de Guerra do Brasil.

Pinder, J., Harrig, S., eds., European Political Parties, Londres, Allen & Unwin, 1969 [trad. cast. Partidos Políticos Europeos, Madrid, Ediciones Pegaso, 1969].
Pinheiro, D. António (1520?-1582) Bispo de Miranda e de Leiria, mestre da oratória política, destacando-se a Oração que fez e disse o doctor António pinheiro na salla dos paços da ribeyra, nas primeyras cortes que fez o muyto alto e muyto poderoso Rey Dom Sebastião (Lisboa, 1563).
Pinheiro, Bernardino (1837-1896) Republicano histórico português de marca federalista que defende expressamente uns Estados Unidos da Europa .

Ensaio sobre a Organização da Sociedade Universal , in O Instituto. Jornal Scientifico e Litterario, 11 (1863), pp. 25-29, 57-60, 89-93, 113-117 e 137-142, publicado por Martim de Albuquerque, A Paz Universal no Pensamento Político Português (in Estudos d Cultura Portuguesa, 1º vol., Lisboa, Imprensa Nacional/ Casa da Moeda, 1984, pp. 408-439
Pinkney, Robert, Democracy in the Third World, Boulder, Lynne Rienner, 1994.
Pinochet, Augusto Militar chileno. Autor de uma Geopolítica, na senda das teses do Estado de Segurança Nacional, onde define o poder como a força organizadora da vida social no sentido mais amplo que detém o Estado, compreendendo a organização da população para exercer a autoridade sobre o espaço e sobre a massa humana localizados no interior dos limites do Estado, tendo em vista pôr em prática a vontade do Estado.
Ver Estado de Segurança Nacional
Pinheiro, João Henriques Sidonista. Ministro dos abastecimentos no governo de José Relvas, de 26 de Janeiro a 27 de Fevereiro de 1919.

Pintado, Valentim Xavier Economista. Um dos tecnocratas do marcelismo, quando exerce as funções de Secretário de Estado do Comércio. Depois de 1974, destaca-se como fundador do CDS, consultor da EFTA e director da secção económica da Universidade Católica.
Pintasilgo, Maria de Lurdes n. 1930 Engenheira química. Militante do Graal, freira sem hábito. Colabora com o grupo CUF de 1954 a 1960 no respectivo departamento de planeamento. Procuradora à Câmara Corporativa de 1969 a 1974. Funda o Gabinete de Estudos e Planeamento do Ministério das Corporações em 1970. Secretária de estado da segurança social no I governo provisório. Ministra dos assuntos sociais nos II e III governos provisórios. Embaixadora na UNESCO de 1975 a 1979. Membro do conselho executivo da mesma organização de 1976 a 1980. Primeira ministra do V Governo Constitucional em 1979. Consultora de Ramalho Eanes entre 1981 e 1985. Candidata a presidente da república em 1976. Defende o aprofundamento da democracia.
Pintasilgo, Governo de Maria de Lurdes Pintasilgo (1979). O chamado III Governo Presidencial, formalmente o V Governo Constitucional, de 31 de Julho de 1979 a 27 de Dezembro do mesmo ano. Cem dias de governo, com três ministros coordenadores: para a economia e plano, para a área social e para a área cultural.
Era a seguinte a composição do gabinete:

Primeiro Ministro: Maria de Lurdes Pintasilgo

Adjunto para a Administração Interna: Tenente Coronel Costa Brás

Coordenação Cultural, Cultura e Ciência: Adérito de Oliveira Sedas Nunes

Defesa Nacional: Tenente-Coronel José Alberto Loureiro dos Santos

Finanças: António Luciano Pacheco de Sousa Franco (ex-PSD)

Coordenação Económica e Plano: Carlos Jorge Mendes Correia Gago (futuro PRD)

Justiça: Pedro de Lemos e Sousa Macedo

Negócios Estrangeiros: João Carlos Lopes Cardoso de Freitas Cruz (vem do anterior gabinete de Mota Pinto)

Agricultura e Pescas: Joaquim da Silva Lourenço (ex-PSD)

Indústria: Fernando Henriques Marques Videira

Comércio e Turismo: Acácio Manuel Pereira Magro

Trabalho: Jorge de Carvalho Sá Borges (ex-PSD)

Educação: Luís Eugénio Caldas Veiga da Cunha

Assuntos Sociais e Coordenação Social: Alfredo Bruto da Costa

Transportes e Comunicações: Frederico Alberto Monteiro da Silva

Comunicação Social: Major João António de Figueiredo

Habitação e Obras Públicas: Mário Azevedo


Entre os Secretários de Estado: Adjunto, Teresa Santa Clara Gomes; Silva Peneda (futuro PSD) na Administração Regional e Local; Joaquim Ferreira do Amaral (futuro PSD) nas Indústrias Extractivas e Transformadoras; Correia de Campos (futuro PS) na Saúde
Pinto, Álvaro Vieira (1909-1987) Doutor em filosofia em 1950, com uma tese sobre a dinâmica da cosmologia em Platão. Um dos fundadores do Instituto Superior de Estudos Brasileiros, extinto em 1964. Começando como neotomista, e depois de uma fase existencialista, adere ao marxismo.

Ideologia e Desenvolvimento Nacional

Rio de Janeiro, Instituto Superior de Estudos Brasileiros, 1956

Consciência ee Realidade Nacional

Rio de Janeiro, Instituto Superior de Estudos Brasileiros, 1956.

A Questão da Universidade

Rio de Janeiro, Editora Universitária, 1962.
Pinto, António Joaquim de Gouveia m. 1833 Formado em leis em 1805. Magistrado. Autor de um Manual de Apelação e Agravos, de 1813. Miguelista. orre em 10 de Outubro de 1833.

Os Caracteres da Monarquia. Expostos em rezumo, para o fim de mostrar ao mesmo tempo a preferencia, que ella merece entre as mais fórmas de Governo

Lisboa, Imprensa Régia, 1824. Cfr. reed., Lisboa, ro Domo, 1944, com pref. de Fernando Aguiar).



Demonstração dos direitos que competem ao Senhor D. Miguel sobre a successão da Coroa de Portugal

Lisboa, Impressão Régia, 1828.


Pinto, Adolfo Amaral Abranches Ministro do exército de 2 de Agosto de 1950 a 12 de Abril de 1954.
Pinto, Agostinho Albano da Silveira 1785-1852 Maçon. Bacharel em medicina desde 1813. Lente da faculdade de filosofia de Coimbra, de 1806 a 1814. Deputado de 1834 a 1852. Ministro da marinha e ultramar de Saldanha, entre 18 de Dezembro de 1847 e 29 de Março de 1848. I, 13-14
Pinto, Alfredo Vaz (n. 1905) Ministro de Estado do primeiro governo de Marcello Caetano, até Janeiro de 1970. Presidente do conselho de administração da TAP antes e depois do exercício dessas funções.
Pinto, Alberto Moura 1883-1960 Republicano histórico. Advogado. Membro do partido unionista, colega de Malva do Vale. Administrador do concelho de Arganil. Ministro da justiça de Sidónio Pais, de 12 de Dezembro de 1917 a 7 de Março de 1918. Autor da revisão da Lei da Separação. Depois do 28 de Maio, organiza movimentos contra a Ditadura, juntamente com Jaime Cortesão e Jaime Morais.
Pinto, Alexandre Alberto de Sousa. Ministro da instrução pública de 24 de Julho de 1933 a 29 de Junho de 1934.
Pinto, A. A. de Serpa (1780-1839) Alexandre Alberto de Serpa Pinto. Oficial do exército. Maçon. Deputado em 1823; 1834-1836 e 1838-1839.
Pinto, A. Serpa (1846-1900) Explorador africano. Oficial do exército. Nomeado, juntamente com Capelo e Ivens, para uma exploração africana. Afasta-se dos dois companheiros e conclui a travessia sozinho, atingindo o Zambeze e concluindo a travessia em Durban, em 19 de Março de 1879.
Pinto, Alfredo de Queirós Ribeiro Vaz Ministro da presidência de Marcello Caetano de 27 de Setembro de 1968 a 15 de Janeiro de 1970.
Pinto, Álvaro Vieira

Ideologia e Desenvolvimento Naciona

Rio de Janeiro, Instituto Superior de Estudos Brasileiros, 1956.

Consciência e Realidade Naciona



Rio de Janeiro, Instituto Superior de Estudos Brasileiros, 1960.
Pinto, Amílcar Barcínio. Ministro da guerra de 8 de Julho de 1929 a 15 de Janeiro de 1930.
Pinto, António Florêncio de Sousa Ministro da guerra no governo de Ávila, entre 5 de Março de 1877 e 29 de Janeiro de 1878.


Compartir con tus amigos:
1   ...   7   8   9   10   11   12   13   14   ...   20


La base de datos está protegida por derechos de autor ©psicolog.org 2019
enviar mensaje

    Página principal
Universidad nacional
Curriculum vitae
derechos humanos
ciencias sociales
salud mental
buenos aires
datos personales
Datos personales
psicoan lisis
distrito federal
Psicoan lisis
plata facultad
Proyecto educativo
psicol gicos
Corte interamericana
violencia familiar
psicol gicas
letras departamento
caracter sticas
consejo directivo
vitae datos
recursos humanos
general universitario
Programa nacional
diagn stico
educativo institucional
Datos generales
Escuela superior
trabajo social
Diagn stico
poblaciones vulnerables
datos generales
Pontificia universidad
nacional contra
Corte suprema
Universidad autonoma
salvador facultad
culum vitae
Caracter sticas
Amparo directo
Instituto superior
curriculum vitae
Reglamento interno
polit cnica
ciencias humanas
guayaquil facultad
desarrollo humano
desarrollo integral
redes sociales
personales nombre
aires facultad