Pflimlin, Pierre (n. 1907)



Descargar 4.19 Mb.
Página10/20
Fecha de conversión09.05.2019
Tamaño4.19 Mb.
1   ...   6   7   8   9   10   11   12   13   ...   20

Peters, Guy

Can Governments Go Bankrupt?

Nova York, Basic Books, 1978. Com Richard Rose.

The Politics of Bureaucracy



4ª ed., Harlow, Longman, 1995.
Petition of Right de 1628. Constituições britânicas.
Petitjouan, A., La République des Bureaux, Paris, Papyrus, 1990.
Petracca, Mark P., The Politics of Interests. Interest Groups Transformed, Boulder, Westview Press, 1992.
Petrucci, Valentino, Socialismo Aristocratico. Saggio su Georges Sorel, Roma, Edizioni Scientifiche Italiane, 1984.
Peyrefitte, Alain, C’Était De Gaulle, Paris, Librairie Arthème Fayard,1994.


Peyrefitte
Pfaff, William

The Politcs of Hysteria. The Sources of Twentieth-Century Conflic

Nova York, 1964.

Barbarian Sentiments. How the American Century Ends



Nova York, Hill & Wang, 1989 [trad. fr. Le Réveil du Vieux Monde. Vers un Nouvel Ordre Internationale, Paris, Éditions Calmann-Lévy, 1989].

Phenomonologie (Zur) des Rechtes (1913-1953). Obra de Adolph Reinach.
Philip, Olivier, Le Problème de l’Union Européenne, Lausanne, Éditions La Baconnière, 1950.
Philippart, Eric, ed., Nationalismes et Frontières dans la Nouvelle Europe. L’Impact Croisé, Bruxelas, Centre Facultaire de Recherches Internationales de l’Université Libre de Bruxelles/Éditions Complèxe, 1993.
Philips, Anne, The Politics of Presence. Democracy and Group Representation, Oxford, Oxford University Press, 1995.
Philonenko, A., Essai sur la Philosophie de la Guerre, Paris, Librairie Vrin, 1976.
Physis, Nomos, Thesis. Se reassumirmos o conceito grego de natureza, poderemos distinguir, como ainda o continua a fazer Friedrich Hayek, entre a ordem mais próxima da natureza (physis), ou o justo por natureza, equivalente à idade de ouro da polis melhor, da boa sociedade ou do melhor regime político (politeia), e uma sucessão de ordens que lhe foram acrescentadas, desde a ordem surgida por convenção (nomos), à ordem resultante de uma decisão deliberada (thesis). Duas ordens que, aliás, têm algum paralelismo com a distinção entre o costume, resultante de uma certa evolução espontânea, e a legislação, provinda do construtivismo e procurando concretizar uma ordem nascida das intenções de um detentor do poder, através de um comando. Hayek considera que aquilo que mais se aproxima de nomos são as chamadas regras da conduta justa, as normas geradoras de uma espécie de ordem espontânea, as que estão na base do direito privado e que tornam possível aquilo que Adam Smith baptizou como a grande sociedade, ideia próxima do conceito de sociedade aberta, mais recentemente defendido por Karl Popper. Um género de ordem que, segundo o mesmo Hayek, o jurista estuda mas que ignora largamente o carácter, tal como é particularmente estudada pelo economista que, por sua vez, também é ignorante do carácter das regras de conduta sobre as quais repousa a ordem que ele estuda. Uma ordem que David Hume, Adam Smith e Montesquieu consideraram poder ser estudada por uma ciência da legislação (la scienza della legislazione de Gaetano Filangieri) que, na altura, muitos proclamavam como sinónimo dos princípios da política. Já a thesis tem a ver com as chamadas regras de organização, próximas das normas de direito público, que definem o modelo orgânico dos aparelhos de poder, o qual marca o ritmo dos constitucionalistas, mobilizados pelo estabelecimento das regras do jogo do Estado de Direito. Aliás, só no século II da nossa era, é que a expressão physis passou a corresponder ao naturalis e thesis, ao positivus. E foi a escolástica peninsular dos séculos XVI e XVII que considerou a expressão naturalis como um termo técnico para designar os fenómenos sociais que não eram deliberadamente moldados pela vontade humana. Se as primeiras normas (physis ou naturalis) são regras independentes de qualquer objectivo, que concorrem para formar uma ordem espontânea, já as segundas (thesis ou positivus, donde deriva o ius in civitate positum) estão ordenadas para um determinado fim. Mas Hayek, não deixa de assinalar uma terceira ordem, integrada por fenómenos que, apesar de resultarem da acção humana, não são deliberadamente construídos, nem resultado de prévias intenções humanas. Esta terceira ordem, apesar de cultivada sobre a natureza, é assim diferente da ordem confeccionada, construída ou exógena, por convenção ou deliberação, equivalendo àquilo que os gregos deram o nome de kosmos: uma ordem espontânea, amadurecida e não fabricada, endógena e auto-gerada pelo tempo. Esta perspectiva de Hayek filia-se, aliás, nas teses do moralismo escocês, desencadeador do chamado liberalismo ético. Por exemplo, Adam Ferguson (1723-1816), em An Essay on the History of Civil Society, de 1767, refere os fenómenos resultantes da acção do homem, mas não da sua intenção. E Adam Smith (1723-1790) fala numa ordem comandada por uma espécie de mão invisível, onde o homem através de meios não desejados por ele, nem projectados por ninguém, é levado a promover resultados que, de maneira nenhuma, fazem parte das suas intenções.
Philosophie (Ideen zu einer) der Natur, 1797 Schelling precede Hegel na consideração de um espírito objectivo, e não apenas pessoal e subjectivo, entendendo a natureza como algo de não morto, como algo que não tem apenas de ser visto negativamente, como limite à acção do homem. A natureza é o espírito que devém e o homem, o olho pelo qual a natureza a si mesmo se contempla, sendo, assim, entendida, não como mero produto, mas sim como o sujeito que produz. Neste sentido, admite a existência de uma alma do mundo (Weltseele) que se torna extrínseca, primeiro, no mundo vegetal e animal, e, depois, no mundo do espírito. Do mesmo modo, refere a existência de uma alma do povo (Volksseele) que, primeiro, é inconsciente, e, depois, se transforma em consciente, segregando tanto o social como o político.
Phronesis Segundo Aristóteles, a phronesis é a sabedoria prática. Um esforço de reflexão, uma ciência que não se limita ao conhecimento, dado que pretende melhorar a acção do homem. Tem como objectivo descrever claramente os fenómenos da acção humana, principalmente pelo exame dialéctico das opiniões dos homens sobre esses fenómenos e não apenas descobrir os princípios imutáveis da acção humana e as causas. Isto é, considera que, a partir da opinião (doxa) é possível atingir o conhecimento (episteme). Para Gadamer, a phronesis, está entre o logos e o ethos. Prudência.
Physei, nomos, thesei,46,293

Piaget, Jean (1896-1980) Psicólogo e pedagogo suíço. Estuda em Zurique e na Sorbonne. Professor na Sorbonne e em Genebra. A classificação sobre as ciências sociais e humanas: ciências históricas, ciências jurídicas, disciplinas filosóficas e ciências nomotéticas, as quais procurariam enunciar leis científicas e recorrer ao método de verificação que sujeitam os esquemas teóricos ao controlo dos factos da experiência.

Introduction a l’Épistemologie Génétique

Paris, PUF, 1950

Structuralisme

Paris, PUF, 1968

Psychologie et Épistemologie



Paris, Gonthier, 1970
Psychologie et Épistémologie, Paris, Gonthier, 1970.

Piçarra, Nuno, A Separação de Poderes como Doutrina e Princípio Constitucional. Um Contributo para o Estudo das suas Origens e Evolução, Lisboa, 1985.
Pickvence, C., Preteceille, E., eds., State Restructuring and Local Power, Loondres, Pinter Publishers, 1991.
Picó, J., Teorías sobre el Estado de Bienestar, Madrid, Siglo XXI, 1987.
Piedade Do lat. pietas, originário de pius. Uma disposição espiritual que leva a uma obrigação para com outrem, não por causa de um contrato ou de qualquer outra escolha voluntária do agente e que, neste sentido, contrasta com a justiça. Neste sentido, significa devoção e respeito para com aqueles que consideramos dignos de veneração. Pode também significar compaixão, dó e pena. Leibniz advoga a ligação entre o direito e a moral bem como o carácter omnicompreensivo da justiça, admitindo a existência de vários graus do bem: num primeiro grau, equivalente ao honeste vivere, temos aquilo que ele considera como a justiça universal, em relação com Deus e correspondente à piedade, abarcando todas as virtudes e tendo por fim a salvação. Num segundo grau, correspondente ao suum cuique tribuere, surge a justiça distributiva, em relação com a humanidade, correspondente à equitas e identificando-se com a caridade. Num terceiro grau, correspondente ao neminem laedere, temos o direito em sentido estrito, a relação com a sociedade política.  Compaixão; Leibniz; Pietismo.
Piemonte O reino do Piemonte que esteve na base da unificação italiana em 1861, tem origem no Grão-Ducado da Sabóia que, no século XVII, ainda constituía uma espécie de protectorado francês. A partir do ducado de Sabóia vai-se instituindo como que por agregação o Estado saboiano, com o condado de Nice, o ducado de Aosta, o principado de Oneglia, o marquesado de Monferrato e várias cidades piemontesas que levam o duque de Sabóia a intitular-se, já no século XVI, como Príncipe do Piemonte. Foi em 1559, pelo Tratado de Cateau-Cambrésis que o duque Emanuel Filibert voltou ao seu Estado, depois de se ter aliado ao Imperador na batalha de Saint Quentin. A partir de então instala-se em Turim, criando um exército local. No século XVII desenrola-se uma luta entre a facção pró-espanhola e a facção pró-francesa, com vitória desta última. Quando em 1675 sobe ao poder Victor Amadeu, a Sabóia era quase um protectorado francês, estando totalmente dependente de Luís XIV. Em 1690 e 1704, os territórios saboianos foram invadidos por franceses, mas em 1706, com a vitória na batalha de Turim, o norte de Itália livrou-se da ocupação das tropas franco-espanholas. Nos inícios do século XVIII retoma uma certa independência no contexto do equilíbrio europeu; pela Paz de Utrecht de 1713, Amadeu de Sabóia, além de receber o título de rei, obtém da Espanha a Sicília; entretanto, em 1720, faz uma troca com os Habsburgos austríacos, cedendo a Sicília e recebendo a Sardenha. Desde 1720, o grão-duque da Sabóia passa a assumir-se como Rei da Sardenha, destacando-se Carlos Emanuel III (1730-1773), um típico déspota iluminado, que alarga os seus domínios à Lombardia, Vítor Amadeu III (1773-1796) que se assume como inimigo da Revolução francesa e que em 1796 perde os territórios de Nice e da Sabóia. Em 1798 os territórios continentais do Piemonte são anexados pela França; Carlos Emanuel IV (1796-1802) já só governa a Sardenha; no reinado de Vitor Emanuel I (1802-1821) o reino, depois da Conferência de Viena de 1815 retoma as possessões continentais e vê acrescer os seus domínios com Génova; a partir de 1821, sob a regência de Carlos Alberto, rei de 1831 a 1849, estabiliza-se o modelo
Pierce, John C., Sullivan, J. L., eds., The Electorate Reconsidered, Newbury Park, Sage Publications, 1980.
Pierre, J., Bureaucracy in the Modern State. An Introduction to Comparative Public Administration, Brookfield, Edward Elgar, 1995.
Pierre-Caps, Stéphane, Nation et Peuples dans les Constitutions Modernes, 2 vols., Nancy, Presses Universitaires de Nancy, 1987.
Pierson, Cristopher, Socialism After Communism. The New Market Socialism, University Park, The Pennsylvania State University Press, 1995.
Pierson, Paul, Dismantling the Welfare State. Reagan, Thatcher and the Politics of Retrenchment, Cambridge, Cambridge University Press, 1994.
Pike, F., Stritch, T., eds., The New Corporatism, Notre Dame, University of Notre Dame Press, 1974.
Pietismo Movimento protestante alemão surgido nos finais do século XVIII. Influenciado por Jacob Bohme e Milton, tendo como principal propagador Klopstock (1724-1803). Pretende conciliar a razão, a fé e o coração.
PEIRCE,C.S.-Pragmatismo,40,246.

Pigou
Piloto automático


O Estado como. Michael Parkin, na linha neoliberal, considera que a intervenção do Estado na economia deve ser igual à de um piloto automático: há que desenvolver um conjunto de regras constitucionais e institucionais que desempenhem, relativamente à economia, o mesmo papel que nos aviões modernos é confiado conjuntamente aos mecanismos da pilotagem automática e aos processos electrónicos de condução em voo. Tal sistema não suprime o piloto, mas este não assume directamente os comandos, a menos que ocorra um acontecimento imprevisível, ou para cujo tratamento o sistema de condução automática não possa estar programado.
Pilotagem do futuro
Pilotar,41,260


Compartir con tus amigos:
1   ...   6   7   8   9   10   11   12   13   ...   20


La base de datos está protegida por derechos de autor ©psicolog.org 2019
enviar mensaje

    Página principal
Universidad nacional
Curriculum vitae
derechos humanos
ciencias sociales
salud mental
buenos aires
datos personales
Datos personales
psicoan lisis
distrito federal
Psicoan lisis
plata facultad
Proyecto educativo
psicol gicos
Corte interamericana
violencia familiar
psicol gicas
letras departamento
caracter sticas
consejo directivo
vitae datos
recursos humanos
general universitario
Programa nacional
diagn stico
educativo institucional
Datos generales
Escuela superior
trabajo social
Diagn stico
poblaciones vulnerables
datos generales
Pontificia universidad
nacional contra
Corte suprema
Universidad autonoma
salvador facultad
culum vitae
Caracter sticas
Amparo directo
Instituto superior
curriculum vitae
Reglamento interno
polit cnica
ciencias humanas
guayaquil facultad
desarrollo humano
desarrollo integral
redes sociales
personales nombre
aires facultad