Pflimlin, Pierre (n. 1907)



Descargar 4.19 Mb.
Página1/20
Fecha de conversión09.05.2019
Tamaño4.19 Mb.
  1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   20

José Adelino Maltez, Res Publica Letra P

Pflimlin, Pierre (n.1907) Dc membro do MRP e depois da UDF. Maire de Estrasburgo desde 1959.

Philip, André Militante do Movimento Europeu e socialista francês. Nos anos trinta, apesar de protestante, foi colaborador da revista Esprit, onde advogava as ideias de Henri de Man. Foi um dos precursores da CECA, propondo um modelo de aprovietamento das indústrias básicas europeias em 1949.


Pinay, Antoine

Pleven, René (n. 1901) Colaborador de De Gaulle durante a Resistência, passa, depois, a adepto da troisième force, sendo ministro da defesa e presidente do Conselho por algumas vezes, mas de forma episódica. Propôs em Outubro de 1950 a instauração da CED, que vai ser frustrada em 1954. Depois de 1958, alinha com a oposição centrista e europeia, aos governos gaullistas. Mas depois do Maio de 1968, apoia a V República, nomeadamente a candidatura presidencial de Pompidou. Entre 1969 e 1973, foi ministro da justiça dos governos de Chaban-Delmas e Pierre Messmer.
Poher, Alain
Político francês, antigo colaborador de Schuman. Foi presidente do Senado e candidato à presidência da república em 1969, contra Pompidou.
Pol Pot
Líder dos chamados khmers vermelhos, movimento de guerrilha comunista do Cambodja, inspirado no maoísmo, que instaurou um regime totalitário, depois de derrubar o regime pró-americano de Lon Nol.


Pompidou, Georges 1911-1974 Presidente da República Francesa entre 1969 e 1974. Professor de Letras, foi colaborador íntimo de Charles De Gaulle desde os anos quarenta, acabando por suceder-lhe em 1969. Responsável pela integração dos centristas no gaullismo, foi responsável pelo europeísmo francês que acabou com o veto à integração do UK na CEE, em Maio de 1971.
Pacchiani, C., ed., Filosofia Pratica e Scienza Politica, Albano e Pádua, Francisci, 1980.
Pacem in Terris Encíclica emitida em 11 de Abril de 1963.
Pacheco, António Faria Carneiro 1887-1957 António Faria Carneiro Pacheco. Professor de direito em Coimbra e Lisboa. Enquanto estudante, foi um dos combatentes monárquicos face à greve de 1907. Deputado durante o sidonismo. Ministro da instrução pública de 18 de Janeiro de 1936 a 28 de Agosto de 1940. Fundador da Mocidade Portuguesa. Embaixador no Vaticano e negociador da Concordata de 1940. Embaixador em Madrid.


Pacheco, Duarte 1899-1943 Engenheiro e professor universitário. Membro da União Liberal Republicana. Ministro da instrução pública de 18 de Abril a 10 de Novembro de 1928. Ministro das obras públicas e comunicações de 5 de Julho de 1932 a 18 de Janeiro de1936. Presidente da câmara municipal de Lisboa entre 1936 e 1938. Volta ao ministério das obras públicas de 25 de Maio de 1938 até à data da sua morte em 1943.

Pacifismo



Brock, Peter, A History of Pacifism, 3 vols., Princeton, Princeton, University Press, 1968-1972. Constantinescu-Gagdad, E., Études d’Histoire Pacifiste, 3 vols., Paris, 1924. Defrasne, Jean, Le Pacifisme, Paris, Presses Universitaires de France, 1983. Martin, David A., Pacifism. An Historical and Sociological Study, Londres, Routledge & Kegan Paul, 1965.
Pacifismo filantrópico e cosmopolita Depois do projecto de Saint-Simon e Thierry, de 1814, eis que o pacifismo filantrópico e cosmopolita, de matriz quaker, também vai grassando na Europa, promovendo uma série de congressos de sociedades de paz, entre 1843 e 1851. O movimento de constituição das sociedades de paz, apoiado pelos quakers, foi inspirado por um escrito de 1814, do norte-americano Noah Worcester, Revisão Solene da Prática da Guerra. Em 1816, depois de William Allen, ter fundado o jornal pacifista The Herald of Peace, o movimento propaga-se à Grã-Bretanha, Alemanha, Holanda e Suíça, onde era mais fácil a ligação a movimentos protestantes. Cinco anos depois, as sociedades de paz (peace societies) chegam a França e, na década de trinta, já se espalham por quase toda a Europa. Em 1843, em Londres, já surge o I Congresso internacional das sociedades de paz, presidido pelo deputado britânico Charles Hindley, tendo como co-organizadores uma sociedade americana e uma sociedade britânica da paz. Nele se propõe a solução dos conflitos internacionais por meio da arbitragem e a renúncia à guerra como meio político. Em 1848 é a vez do II Congresso, realizado em Bruxelas, onde o tema forte já é o desarmamento.
O III Congresso realiza-se em Paris, em Agosto de 1849, sob a presidência de Victor Hugo. Aqui, o movimento já perde o carácter confessional dos primeiros tempos, apesar da iniciativa continuar a pertencer dominantemente a protestantes ingleses, dos quais se destaca Elihu Burrit.
O IV ocorreu em Francoforte, em 1850, e o V e último em Londres, no ano de 1851. Segundo as conclusões deste último congresso, defende-se, em primeiro lugar, uma propaganda pacifista para dessarreigar do coração dos homens os ódios hereditários, os ciúmes políticos e comerciais, que têm sido causa de tantas guerras desastrosas; propõe-se o estabelecimento da arbitragem, como forma de superação de diferendos; insiste-se num processo de desarmamento pela liquidação dos exércitos permanentes; criticam-se os empréstimos para a compra de armas; defende-se o princípio segundo o qual os povos devem ter a liberdade de regular os seus interesses próprios, condenando-se toda e qualquer intervenção armada, ou ameaçadora dos governos nos negócios internos dos Estados estrangeiros; reprova-se o sistema de agressões e violências empregado pelos povos civilizados para com as tribos semi-selvagens; e termina mostrando simpatia pela grande ideia que originou a exposição universal dos produtos industriais Este misto de liberalismo, pacifismo e filantropia vai continuar a influenciar vários autores, desde o austríaco A.H.Fried (1864-1921), autor de Handbuch der Friedensbewegung, de 1905, ao alemão Walter Schucking (1875-1935), autor de Die Organisation der Welt, de 1909. Do mesmo teor é a proposta do sueco A. B. Nobel (1833-1896) que vai estar na origem do Prémio Nobel da paz. Por seu lado, o milionário Andrew Carnegie (1835-1919), cognominado com o epíteto de rei do aço, vai criar a Fundação Carnegie para a paz Internacional, em 1910, e a Church Peace Union, em Fevereiro de 1914. Esta última instituição, destinada a procurar saber como a religião pode assegurar a paz, vai depois dar origem a uma Conferência Mundial das Igrejas, em 1 de Agosto de

1914.
Pacifismo republicano O posterior republicanismo, mais ou menos sustentado nas maçonarias, chegou a estruturar a reivindicação de uns Estados Unidos da Europa, invocando a ideia de pacifismo e de liberdade e tentando mobilizar o próprio princípio das nacionalidades, já depois da primavera dos povos de 1848. A corrente republicanista é tão heterogénea quanto os adversários que procurava combater. Se perante o belicismo da Prússia clama pelo pacifismo, não deixa de ser guerrilheiro com Garibaldi. A organização mais consequente que gerou foi a chamada Liga Internacional da Paz e da Liberdade, nascida 1867, que publicou o jornal Os Estados Unidos da Europa, dirigido por Charles Lemmonier. A organização, marcada pelas ideias de Mazzini, girava em torno dos chamados Congressos da Paz e da Liberdade que tiveram reuniões em Génova (1867), em Berna (1868) e em Lausanne (1869), mobilizando personalidades como Garibaldi e Victor Hugo.


Congresso de Génova (1867)

Congresso de Génova de 1867

Foi em Setembro de 1867 que reuniu em Génova o Congresso da Paz e da Liberdade sob a presidência de Garibaldi, com a participação de John Bright e John Stuart Mill, donde vai surgir a Liga Internacional da Paz e da Liberdade que tinha como divisa si vis pacem, para libertatem. Aí se proclamou, pouco depois de Bismarck ter invadido o Luxemburgo: Considerando que os grandes Estados da Europa se têm mostrado incapazes de conservar a paz, assim como de manter o desenvolvimento regular de todas as forças morais e materiais da sociedade moderna;Considerando mais que a existência e o aumento dos exércitos permanentes constituindo a guerra num estado latente, são incompatíveis com a liberdade e o bem-estar de todas as classes da sociedade e muito principalmente com a classe operária;O Congresso, desejoso de fundar a paz, a democracia e a liberdade:Decide:Que seja fundada uma liga da paz e da liberdade, verdadeira fundação cosmopolita;Que seja dever para cada membro desta liga o esclarecimento da opinião pública acerca da verdadeira natureza dos governos, executores da vontade geral, e acerca dos meios de extinguir a ignorância e os prejuízos que hoje alimentam as diferentes guerras;Que se envidem todos os esforços possíveis a fim de se operar a substituição dos exércitos permanentes pelas milícias nacionais;Que se ponha em plena evidência a situação das classes laboriosas e deserdadas, a fim de que o bem estar individual e geral venha a consolidar a liberdade política dos cidadãos;Além disto instituirá o congresso ainda um centro permanente, cujo órgão será um jornal franco-alemão, debaixo do seguinte título: Os Estados Unidos da Europa
Les États Unis de l'Europe (1867)

É a partir deste movimento que emerge o jornal Les États Unis de l'Europe que vem a ser dirigido por Charles Lemmonier. Em 1867, apenas são publicados dois números de divulgação, em Novembro e Dezembro de 1867; volta a ser publicado em Janeiro de 1869 (em Berna), mas sofre nova interrupção de nove meses, até que, em 1870, se instala em Génova. O segundo Congresso decorre em Berna, em Setembro de 1868. Reafirmando-se os princípios anteriores, acrescenta-se a ideia da separação absoluta entre o Estado e a Igreja e propõe-se a constituição de uma federação republicana europeia, ao mesmo tempo que se pugna pelo reconhecimento dos direitos políticos das mulheres.


Congresso de Lausanne (1869)

O terceiro Congresso é em Lausanne, Setembro de 1869. Decorre sob a presidência honorária de Victor Hugo e chega às seguintes conclusões: considerando que a causa fundamental e permanente do estado de guerra no qual se acha mergulhada a Europa, é a completa ausência de uma instituição jurídica internacional; considerando que a primeira condição para que um tribunal internacional substitua por decisões jurídicas as soluções que a guerra e a diplomacia em vão pedem à força e à astúcia, é que esse tribunal seja directamente eleito e instituído pelo povo, tendo, por regra, as decisões das leis internacionais, votadas por esses mesmos povos; considerando que, qualquer que seja a autoridade dum tribunal, a execução das suas decisões, para ser efectiva, deve ser sancionada por uma força coercitiva; considerando que uma tal força não pode legitimamente existir, a menos que não seja regulada e constituída pela vontade directa dos povos; considerando que o conjunto destas três instituições; uma lei internacional, um tribunal que aplica a lei, e um poder que assegura a execução das decisões deste tribunal, constitui um governo; o congresso decide: que o único meio de fundar a paz na Europa é a formação de uma federação de povos sob a denominação de Estados Unidos da Europa. Que o governo desta união deve ser republicano e federativo, isto é, filho da soberania do povo e da autonomia de cada um dos membros da confederação. Que a constituição deste governo deve ser perfectível; que nenhum povo pode entrar na confederação europeia a menos que não tenha já o pleno exercício: do sufrágio universal; do direito e votar e rejeitar o imposto; do direito da paz e da guerra; do direito de concluir ou de ratificar as alianças políticas ou os tratados de comércio; do direito de aperfeiçoar por si mesmo a constituição.


Packard, Vance, La Persuasion Clandestine, reed., Paris, Éditions Calmann-Lévy, 1984.
Pacta sunt servanda O princípio da inviolabilidade dos contratos, assumido pelo jusracionalismo de Grócio, considerando o mesmo como uma presunção não ilidível (iuris et de iure) da legitimidade dos governos, até porque iuris naturae est stare pactis. Deste princípio geral de stare pactis (é do direito natural respeitar os pactos), derivam os princípios específicos do respeito das coisas de outro, da restituição da propriedade, da obrigação de manter as promessas e da responsabilidade penal (o abster-se das coisas de outrem, a restituição do que pertence a outros e que nós detemos bem como o proveito que delas tiramos; a obrigação de manter os pactos; a reparação dos danos trazidos por culpa própria; o incorrer numa pena merecida pela transgressão). Aliás, este princípio da força vinculativa dos contratos é considerado por Grócio como provindo do princípio romanístico do pacta sunt servanda, desenvolvido pelo pretor, e até da confiança bíblica na promessa de Deus.
Pactismo

Pactismo,50,313.


pacto de governo

Pacto entre o rei e a pátria OSORIO,125,878


Pacto da Granja de 1876. Granja, Pacto da
Pacto Internacional relativo aos Direitos Civis e Políticos (de 16 de Dezembro de 1966), onde se prescreve no artigo primeiro que todos os povos têm o direito de dispor de si próprios.Em virtude deste direito, determinam livremente o seu estatuto político e asseguram livremente o seu estatuto político e asseguram livremente o seu desenvolvimento económico social e cultural
pacto social

pactum subjectionis

pactum unionis

Pactum unionis e pactum subjectionis SUAREZ,127,885




Compartir con tus amigos:
  1   2   3   4   5   6   7   8   9   ...   20


La base de datos está protegida por derechos de autor ©psicolog.org 2019
enviar mensaje

    Página principal
Universidad nacional
Curriculum vitae
derechos humanos
ciencias sociales
salud mental
buenos aires
datos personales
Datos personales
psicoan lisis
distrito federal
Psicoan lisis
plata facultad
Proyecto educativo
psicol gicos
Corte interamericana
violencia familiar
psicol gicas
letras departamento
caracter sticas
consejo directivo
vitae datos
recursos humanos
general universitario
Programa nacional
diagn stico
educativo institucional
Datos generales
Escuela superior
trabajo social
Diagn stico
poblaciones vulnerables
datos generales
Pontificia universidad
nacional contra
Corte suprema
Universidad autonoma
salvador facultad
culum vitae
Caracter sticas
Amparo directo
Instituto superior
curriculum vitae
Reglamento interno
polit cnica
ciencias humanas
guayaquil facultad
desarrollo humano
desarrollo integral
redes sociales
personales nombre
aires facultad